Clube de Compras Dallas
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4,5
2616 notas

313 Críticas do usuário

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Willian M.
Willian M.

17 seguidores 46 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de abril de 2015
e, tem um aspecto belo no cinema, com toda certeza que é a metamorfose. A entrega de um ator a determinado papel, a compreensão que a mudança estética é importante para o entendimento e visão de um personagem é simplesmente fantástica, pois, você fica lá, olhando e olhando, você conhece aquele cara, mas não é a mesma pessoa, não é ele. Não pode ser.

Pois é, é assim que fiquei quando assisti pela primeira vez Clube de Compras Dallas. Matthew McConaughey está irreconhecível para viver o cowboy durão diagnosticado como HIV positivo. Além disso, possivelmente, não foi ele quem fez o filme, não consigo acreditar que é ele vivendo o travesti Rayon. Nada mais justo os dois terem ganhado o Oscar de melhor ator e melhor ator coadjuvante.

Mas, na bem da verdade, a metamorfose não se restringe a mudança física dos atores. Acredito que a história é uma verdadeira metamorfose. Baseada em fatos reais, a vida do cowboy Ron, está em constante mudança que começa na doença, encaminha para a morte, vai para o fim do poço, se enxerga uma luz, uma chance, em negócio, um lucrativo negócio, e chega numa esperança para milhões de pessoas nos EUA, contaminados com uma doença terminal, que a poucos anos nem sabia que existia.

São várias as modificações no decorrer do filme, de um cowboy homofóbico a um estreito amigo do travesti-sócio. De um negócio lucrativo, se faz uma chance para quem não tinha nada. E é isso que torna o filme interessante e belo, pois não se segue uma linha tênue com algumas imperfeições, e sim extremos, de oito à oitenta, e não há nada mias humano que essas extremidades.
Skybaggins
Skybaggins

11 seguidores 37 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
A AIDS foi uma doença gravíssima, que se intensificou nos anos 80. A doença matou milhões de pessoas em todo o mundo. Decorrente desse problema gravíssimo, filmes usaram dessa temática para contar uma boa história. Exemplo disso é o filme "Filadélfia" protagonizado por Tom Hanks e, agora, "Clube de Compras Dallas". O filme é baseado em fatos reais e conta a história do eletricista texano Ron Woodroof (Matthew McConaughey) que recebeu o diagnóstico da doença e tentou tratar-se com remédios do hospital. Após descobrir que aqueles remédios não melhoravam nada, Ron juntamente com seu parceiro de negócios Rayon (Jared Leto) abre o Clube de Compras Dallas, onde eles tentam ajudar os aidéticos com remédios e medicamentos que pudessem funcionar.

O roteiro é de Craig Borten e Melisa Wallack ("Espelho, Espelho Meu"). Apesar da história ser boa e os personagens terem características que os tornam forte, o roteiro peca na apresentação dos personagens. O desenvolvimento dos personagens é quase sempre superficial e as partes emotivas são extremamente forçadas. Além disso, o clímax do filme não é bem introduzido. O público não consegue perceber a conclusão da história, devido a falta do clímax. Porém o roteiro possui coisas boas também. Os diálogos são sensacionais e algumas piadas são excelentes. Além disso, o roteiro consegue mostrar a evolução de Ron por meio de sua relação com Rayon. Enquanto no início Ron discriminava Rayon por ser homossexual, no meio do filme já percebemos que a relação de respeito entre eles já mudou e que Ron como uma pessoa também mudou, se importando com pessoas que antes ele discriminava.

A direção é de Jean-Marc Vallée ("C.R.A.Z.Y."). A direção dele é simples, mas existem partes em que ele exagera. Existe algumas cenas que acabam com a imagem congelada e depois já começa outra cena. Tudo bem o diretor usar isso um ou duas vezes (Tarantino faz isso em quase todos seus filmes), porém ele abusa desse artifício, fazendo com que toda a cena do primeiro ato do filme acabe desse jeito. Isso irritou extremamente. As tomadas que o diretor usa são extremamente clichês e ele não faz nenhuma inovação no quesito movimento de câmera. A fotografia do filme não é muito bem trabalhada e a montagem tem esse grande problema no primeiro ato, mas no resto ela funciona bem. A maquiagem do filme é excepcional e demonstra uma sutileza e detalhismo incríveis.O figurino também é bem trabalhado, fazendo com que cada personagem tenha seu figurino próprio. Com a junção da maquiagem e figurino obtivemos personagens caricatos determinados por suas roupas e expressões faciais.

O elenco é o ponto forte do filme. Matthew McConaughey ("Amor Bandido") apresenta uma ótima caracterização e interpretação, demonstrando não ser mais o ator das comédias pastéis americanas. Outro ponto que demonstra como sua atuação é boa, é o fato dele ser privado da sua aparência que agrada o público feminino (presente nos outros filmes) para viver um personagem que não tem nada a ver com ele de uma forma brilhante. Jared Leto também está excelente no papel. Mesmo tendo um papel caricato, o ator consegue driblar isso e ir além. Ele consegue passar emoções diferentes em um personagem difícil, que muitos atores não aceitariam fazer. Ele, igual ao seu companheiro de filme, também foi privado de sua aparência, mas nem por isso teve uma atação ofuscada. Pelo contrário, teve uma ótima atuação que deixa o público ansioso para sua próxima participação. O resto do elenco coadjuvante consegue trabalhar bem e não prejudicam o filme. O filme tem 6 indicações ao Oscar (melhor filme, melhor ator - Matthew McConaughey, melhor ator coadjuvante - Jared Leto, melhor roteiro original, melhor maquiagem e melhor montagem). O filme merece os prêmios para os atores, mas nos outros existem muitos outros filmes melhores. O filme possui grandes atuações e uma boa história, que não é bem aproveitada pela preguiça do roteiro e pela falta do clímax.
bcco11
bcco11

9 seguidores 46 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2015
Belíssima história. Matthew McConaughey está perfeito neste papel. Parece impossível que Woodroof se transformaria daquela maneira, como seu comportamento totalmente machista e desregrado o tornaria no homem do final do filme. Detalhe para a cena de Woodroof e Steve no mercado, achei hillário. Excelente filme, e o fato de ser baseado em fatos reais torna-o mais atraente.
Erick A.
Erick A.

11 seguidores 7 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de fevereiro de 2014
Dallas Buyers Club é a história de um eletricista machão e homofóbico que descobrir possuir o HIV já em estado de AIDS, numa época onde o vírus era visto como como "a doença dos gays". A partir daí, envolve-se numa busca por AZT e posteriormente por tratamentos alternativos. O filme bate, de forma leve até, na questão de toda a podridão e influência que tem a indústria farmacêutica. Influência essa para "mandar" no FDA e nas autoridades policiais. Matthew McConaughey e Jared Leto estão nas melhores atuações de suas carreiras, com destaque para o Jared, pois claramente lembra uma mulher. No mais, é um dos melhores filmes do ano.
Daniel W.
Daniel W.

52 seguidores 111 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de junho de 2015
a atuação de jared leto e matthew mcconaguey seguram o filme interiinho
Praxedes, M.
Praxedes, M.

25 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de março de 2014
“Dallas Buyers Club” (vencedor dos oscars de melhor ator, melhor ator coadjuvante e de melhor figurino) traz um retrato consistente, e baseado em fatos reais, sobre a AIDS, mostrando os malefícios, patológicos e sociais, da doença. Tendo como protagonista Ron Woodroof (Matthew McConaughey) um cowboy eletricista extremamente homofóbico e machista, que, após fazer alguns testes de sangue devido à um acidente no trabalho, descobre ser portador do vírus HIV. A película se passa na década de 80, sendo esse um período em que o conhecimento da população, pelo menos da maioria, sobre as causas e formas de contagio do vírus, eram quase nulos. Desta forma, muitos encaravam a doença como sendo exclusivamente de homossexuais, como é destacado no filme em uma cena em que o protagonista, que se torna portador do vírus, diz não acreditar que certo homem é gay, apenas por ter se tornado aidético. Outra amostra da falta de conhecimento da população perante a AIDS, se dá na cena em que os “amigos” de Ron, ao saberem que ele é portador da AIDS, não têm nenhum contato físico com ele, e ainda, se afastam quando ele se aproxima. Devido ao preconceito de seus amigos e colegas de trabalho, Ron se despede de seu emprego como eletricista.
Durante o tempo que ficou no hospital, Woodroof acabou conhecendo Rayon (Jared Leto) com quem acaba criando o “Clube de Compras Dallas”, e assim, vendendo adesões para os associados ao “clube” dos remédios para AIDS, contrabandeados pelo cowboy direto do México. Essa parceria, com o tempo, faz com que o protagonista homofóbico, passe a ter respeito e amizade pelo sócio travesti, deixando, assim, sua estúpida aversão à gays para trás.
O trabalho do canadense Jean-Marc Vallée, possui ótimas atuações por parte dos vencedores dos oscars, mostrando de forma muito convincente, um gay (com toda a sensibilidade do mesmo, mas sem exageros) e um cowboy machão (outra vez sem exageros), mas o filme peca com a atenção que dá ao resto do elenco. Com toda a ênfase que foi dada para os personagens de Leto e McConaughey, os outros atores e atrizes do filme passam despercebidos.
Mesmo tendo seus erros, o filme merece o prestígio que lhe foi dado. Sendo digno da atenção que recebeu, tanto pela história e o modo que foi contada, quanto pelas memoráveis atuações nele feitas.
Rogério S.
Rogério S.

13 seguidores 28 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de setembro de 2014
Excelente drama com uma abordagem do vírus H.I.V. e com ótima interpretação de Matthew McConaughey.
Daniel C.
Daniel C.

39 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de novembro de 2014
Filme mto bom, a História te prende e o ator principal arrebentou, recomendona
todos que procuram ver uma história de superação
Marco Antônio Lotes G.
Marco Antônio Lotes G.

38 seguidores 35 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de março de 2014
Clube de Compras Dallas

Nesse filme o diretor Jean- Marc Vallé ("A Jovem Rainha Victória") mostra a sociedade dos anos 80 com a epidemia da AIDS se espalhando, sendo que naquela época essa era uma doença muito perigosa que matava um grande número da população e mostra também os preconceitos que as pessoas tinham com aqueles que tinham a doença, coisa que hoje em 2014 ainda não mudou muito.
O filme conta a vida de um eletricista Ron Woodroof ( Matthew McConaughey) que foi diagnosticado com AIDS, sendo que naquela época todos acreditavam que se pegava a doença em relações homossexuais. Mas o personagem era heterossexual, por isso todos se afastaram dele por achar que ele era gay.
Os médicos deram apenas 30 dias de vida, mas ele não aceitou e criou um sistema de contrabando de remédios não autorizados que desaceleravam o processo da doença. E foi junto com seu sócio travesti Rayon ( Jared Leto) que eles criaram uma clínica para tratar de pessoas soro positivas.
O filme possuí um elenco incrível. Matthew McConaughey merece todo respeito, depois de fazer alguns filmes no qual não teve muito destaque, mas com esse filme ele voltou a ser um astro de Hollywood. Sua indicação ao Oscar de Melhor Ator foi bastante certo e suas chances de ganhar são grandes, já que ele ganhou todas as premiações até agora. Jared Leto sempre foi um bom ator, mas nunca teve o reconhecimento merecido. O ator/cantor ficou uns quatro anos sem fazer filme por conta de sua banda, o "30 Seconds To Mars", mas quando resolveu voltar as telas, teve um retorno fenomenal. Jared transmite todas as emoções de seu personagem.O ator em nenhum momento se sentiu desconfortável ao fazer um travesti. A maquiagem foi outro fator que contribuiu para que o ator entrasse no personagem, pois ele ficou muito parecido com uma mulher, mas também ficou parecendo que tinha AIDS, já que a maquiagem lhe deu o tom de doente. Após ganhar o destaque merecido, Jared Leto é o favorito para ganhar o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.
A atriz Jennifer Garner ainda tem muito que aprender, mas ela não faz feio, apesar de ter desejado um pouco, afinal a atriz está acostumada a fazer filmes de ação que não necessitam de uma carga dramática tão sofisticada.
Apesar de não ter sido indicado de Melhor Diretor, o filme é um dos concorrentes de Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Roteiro Original, Melhor Montagem e Melhor Maquiagem e Cabelo.

Nota: 9 de 10
Fellipe Kauê
Fellipe Kauê

37 seguidores 57 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de janeiro de 2015
Uma história fantástica, com um elenco melhor ainda. Matthew McConaughey depois que decidiu fazer filmes mais trabalhados (digamos assim), conseguiu alavancar sua carreira onde nenhuma outra Comédia Romântica o levaria. Jared Leto é outro que curte personagem que requer mais preparo e capacidade. O que eu achei legal também foi que o filme conseguiu fazer com que você pudesse quase entender como funciona a mente de um ignorante e homofóbico (que não deixa de ser o último de adjetivo citado), que acham que ter Aids significa ser gay.
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