Clube de Compras Dallas
Média
4,5
2616 notas

313 Críticas do usuário

5
189 críticas
4
100 críticas
3
22 críticas
2
2 críticas
1
0 crítica
0
0 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Fábio R.
Fábio R.

23 seguidores 85 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de outubro de 2015
O filme parecia ser tedioso, mais acabou que surpreendeu positivamente, principalmente com as belas atuações dos atores principais.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 446 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de janeiro de 2025
Inspirado em uma história real, "Clube de Compras Dallas" é intenso e tocante Um homem machista e ignorante se vê numa posição que antes ele desprezava e humilhava. A partir daí, vive seus momentos de revolta e redenção.
Joe Alvez E
Joe Alvez E

13 seguidores 24 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de julho de 2015
Matthew McConaughey é Ron Woodroof um eletricista viciado em jogo em drogas e sexo que depois de um acidente de trabalho é diagnosticado com AIDS, isso em 1985 quando a vida dos portadores dessa síndrome era no minimo penosa, depois de negar sua condição ele enfim a aceita e começa a buscar tratamentos alternativos e decide fundar o Clube de compras dallas que nada mais é do que um clube que vendia drogas que ainda não eram legalizadas nos EUA. Essa é a premissa do filme baseado numa história real. Aqui nós temos um filme com uma direção bastante linear e sem muitos méritos do diretor Jean-Marc Vallée o que é marcante aqui é a fantástica atuação do Matthew McConaughey que é simplesmente brilhante, a transformação do personagem não é só psicológica é também física e muito intensa mas o filme não sobre um homem com AIDS é sobre a luta de um homem contra a industria farmacêutica americana. Um outro destaque aqui é a presença do talentoso Jared Leto que faz o papel de um travesti que se torna amigo do personagem principal, a química entre os dois é simplesmente fantástica. Agora o resto do elenco é no minimo funcional. Clube de Compras Dallas é um filme razoável que tem dois atores excelentes em atuações brilhantes. É um filme sobre Humanidade, preconceito e sobrevivência. Eu recomendo.
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2014
O título pode parecer bem estranho, mas desta vez não podemos reclamar, ele foi literalmente traduzido do título original em inglês. O Clube de Compras a que o título se refere existiu de verdade, e foi criado por Ron Woodroof para de certa maneira despistar a sua distribuição ilegal de medicamentos e "vitaminas" - como ele chamava - a outros pacientes com HIV positivo, como ele, que sofriam na década de ´80 com as incipientes pesquisas e testes para controlar a AIDS. Seus clientes, então, eram obrigados a se associar a este "clube de compras", para garantir a sua cota de suprimentos para controlar os diversos sintomas da doença.

Os roteiristas não escondem que tomaram diversas liberdades ao retratar a história, mas que as personagens e situações acrescentadas à história de Woodroof surgiram de entrevistas que fizeram com pacientes reais. Além do mais, a família do retratado se recusou a colaborar com informações sobre ele para a construção do roteiro. Acredito que no final das contas nada disso importa, porque toda ficção, seja retratada em livro, filme ou peça de teatro sempre será apenas "baseada" na vida real de alguém.

O que este Clube de Compras Dallas tem de especial não é a veracidade ou acuidade de suas informações, mas sim um roteiro muito bem trabalhado, uma direção segura do diretor canadense Jean-Marc Vallée - que nunca havia feito nenhum trabalho de maior destaque até hoje (seu filme mais conhecido é A Jovem Rainha Vitória, de 2009), e as espetaculares interpretações de McConaughey e Jared Leto.

Matthew McConaughey começou uma virada em sua carreira a partir de 2012, com a intenção de deixar para trás o rótulo de ator de comédias românticas e provar que podia interpretar de verdade. Ele chamou a atenção da crítica em Killer Joe - Matador de Aluguel, que só foi lançado nos cinemas e locadoras do Brasil ano passado, obteve muitos elogios por sua interpretação no recente Mud - Amor Bandido, mas a consagração definitiva veio com este Clube de Compras Dallas, que já lhe valeu o prêmio de ator do ano no Globo de Ouro e do Sindicato dos Atores dos EUA. O Oscar parece bem provável, e não será injusto nem inesperado tendo em vista os outros concorrentes. Há pessoas que só enxergaram a extrema dedicação do ator ao papel, que lhe exigiu emagrecer em torno de 40 quilos. Mas ele vai além de uma composição apenas física. Sua interpretação realmente consegue construir um personagem e seu amadurecimento. Aliás, de início é difícil conectar a plateia com um personagem tão rude, grosseiro e de certa maneira até desonesto.

É quando surge a personagem interpretada por Jared Leto - a transexual Rayon - com quem ele formará uma parceria por força das circunstâncias, e que fará com que o homofóbico Woodroof se torne mais humano e um verdadeiro amigo. Leto é conhecido de muitos como o vocalista da banda 30 Seconds to Mars, e suas incursões no cinema incluem participações em Réquiem para um Sonho, O Clube da Luta e Alexandre. Nada que pudesse antever uma interpretação tão boa como neste filme. Sua caracterização como Rayon é impagável, e muitos que conhecem Leto terão dificuldade de reconhecê-lo no filme. Não seria muito dizer que, apesar da qualidade da interpretação de McConaughey, Leto quase lhe rouba a cena. É outro Oscar quase certo - como coadjuvante masculino - após uma chuva de prêmios que vem acumulando este ano.
Fabio Portela
Fabio Portela

14 seguidores 39 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de julho de 2014
Matthew McConaughey (Ron Woodroof) e Jared Leto (Raymond) estão impecáveis, merecidissimos a premiação do Oscar a eles(ator e ator coadjuvante).
O filme é uma biografia do caubói texano Ron Woodroof diagnosticado com o vírus HIV em plena década de 80(começo dos casos), e a luta contra a indústria farmacêutica.
Ele faz o questionamento da lentidão das FDA, a legalizarem as drogas (legais contra HIV), assim não teria morrido tantas pessoas pela injeção das AZT.
O filme sendo fatos verídicos, tem momentos muito bom com a dupla principal, é cativante ver a transformação de Ron, passar de babaca extremamente homofóbico e machista, a um homem que ajudou milhares de pessoas (e muitos homossexuais).
A direção é muito boa e principalmente o roteiro, é demonstrado muito bem a época de 80 com milhares de casos de HIV, e o preconceito que eles vivenciaram.
apenasumr
apenasumr

3.905 seguidores 449 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2015
O Jared Leto sozinho já deixa o filme muito bom,Agora com uma história dessas e um roteiro perfeito não é atoa que ganhou o globo de ouro.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de março de 2017
Clube de compras Dallas (Dallas Buyers Club) é um filme de drama lançado em 2013 e dirigido por Jean-Marc Vallée e escrito por Craig Borten e Melisa Wallack. O filme ganhou vários prêmios e foi um dos indicados ao Oscar de 2014 na categoria melhor filme. Clube de compras Dallas se passa nos anos 80 e é protagonizado por Ron Woodroof (Matthew McConaughey), um eletricista que leva a vida da forma mais doida possível, ele é mulherengo, homofóbico e vive nas drogas e na bebedeira. Ron é um típico homem machão dos anos 80 que só pensava em transar com todo tipo de garotas sem nenhum tipo de proteção (até porque naquela época isso era raro) e viver se drogando, além de traficar drogas lícitas e ilícitas. Certo dia durante seu trabalho ele sofre um acidente e nos exames médicos ele é diagnosticado com AIDS, a princípio ele se recusa a acreditar e encara aquilo como uma afronta, visto que ele acreditava que só homossexuais pegavam o vírus. Com o passar do tempo Ron começa a sofrer as consequências da doença, aí ele começa realmente acreditar no seu diagnóstico médico. Ele busca uma forma quebrando o monopólio da indústria farmacêutica com o AZT (um tipo de droga medicinal), investigando drogas alternativas no México, Amsterdã, China e Japão. Matthew McConaughey foi o vencedor do Oscar de melhor ator em 2014 e foi merecido, apesar de eu achar o trabalho e atuação do DiCaprio (O Lobo de Wall Street) melhor, mas tudo bem é aceitável. Matthew faz um papel de muita entrega, visto o quão magro ele ficou para apresentar um personagem aidético e com pneumonia crônica. Ele entrega um trabalho muito convincente com sua pinta de galã dos anos 80, impossível não apreciar o quanto seu personagem ficou caracterizado com a trama (usando seu chapéu e bigode). O personagem de Matthew é um machão todo ignorante e prepotente e muito homofóbico, mas com o passar da trama ele vai suavizando e encarando a realidade de uma forma diferente. Jared Leto interpreta Rayon, um gay que também tem a mesma doença que Ron. Rayon conhece Ron no hospital em uma das suas inúmeras visitas ao local, logo de começo Ron esbraveja com Rayon e como um grande homofóbico que é o mantém o mais longe possível. Compartilhando da mesma doença mais tarde eles juntos montariam o Clube de compras Dallas. O personagem de Leto é uma obra prima e sem dúvidas é o grande destaque do filme (até mais que o próprio Matthew), é um papel ousado, forte, e muito difícil de interpretar. Sua atuação é de uma entrega incrível e provou ser um grande ator. Leto também emagreceu muito para o filme e em suas cenas notamos o quanto ele estava à vontade no personagem, sua atuação foi magnífica e muito real. Jared Leto levou o Oscar de ator coadjuvante em 2014 e junto com 12 Anos de Escravidão foram os maiores acertos da academia naquela noite. Jennifer Garner também fez uma bela participação na interpretação da Dra. Eve Saks, ela sempre entrava nos momentos mais oportunos do filme e foi bem acionada na trama. Clube de compras Dallas é um grande filme, com cenários incríveis, com uma bela fotografia e maquiagem (destaque para Leto). A trilha sonora de Danny Elfman é muito boa e muito bem dosada. Eu só senti falta de um enredo mais explorador no personagem de Ron Woodroof, achei muito bom, mas esperava mais das cenas de passagens entre um acontecimento e outro (o famoso dia 1, dia 2 e assim vai). Acho que Jean-Marc Vallée poderia ter se aprofundado mais e mostrado um lado mais profundo, visto que seu personagem sofria de AIDS em pleno anos 80 (uma época que o preconceito era muito grande), achei muito corrido. Achei que ele poderia ter sido mais ousado e contado uma história maior e mais abrangente, independente do filme ficar maior. No mais é um bom filme e vale muito apena conferir.
Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de maio de 2014
BOM. Excelentes atuações de Matthew McConaughey e Jared Leto, mereceram o Oscars dentre os outros indicados.
Em relação ao filme, roteiro e final do filme poderiam ser melhores.
Guilherme M.
Guilherme M.

197 seguidores 163 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de julho de 2014
Um ótimo filme que da a Matthew McConaughey a atuação de sua carreira !! E que o futuro de McConaughey continue com brilhantes atuações !!
Marcio A.
Marcio A.

165 seguidores 134 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de janeiro de 2014
A trama conta a história de Ron Woodroof, um eletricista mulherengo, homofóbico, que foi diagnosticado com AIDS em 1986, durante uma das épocas mais obscuras da doença. Há muito tempo não se via um duelo tão parelho de interpretações como neste filme, Lehto e Mcconauguey impressionam em suas caracterizações, ainda mais quando descobrimos que o filme é baseado em uma história real. É incômodo ver o galã Mcconauguey tão magro e desajeitado, e sobretudo a entrega dele neste processo impressionante. Visualmente não é um filme de firulas, sua essência está na própria trama e na maneira fria como os pacientes terminais são tratados diante de seus respectivos tratamentos. O câmbio negro da indústria farmacêutica é massacrada sem concessões na maneira quase documental que é mostrada toda a luta - a princípio irresponsável, mas depois mobilizadora e visceral de Woodroof. A alma do filme está na amizade dos personagens de Lehto e Mcconnaughey, mesmo com a homofobia e rusticidade de Mcconnauguey. A direção simples, eficiente e a extraordinária condução dos atores fazem desta película uma grande surpresa entre os concorrentes. Se o mundo fosse justo tanto Lehto quanto Mcconauguey ganhariam respectivamente os prêmios da academia. Um filme, forte, interessante e com um certo apelo didático e ao mesmo tempo uma lição que minimiza preconceitos e amplia ainda mais a revolta social diante da inescrupulosa indústria farmacêutica. Muito bom!
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa