Amor Sem Pecado
Média
3,9
135 notas

13 Críticas do usuário

5
3 críticas
4
3 críticas
3
2 críticas
2
4 críticas
1
0 crítica
0
1 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Junior Marques
Junior Marques

2 seguidores 15 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 4 de junho de 2015
a ideia do filme é bacana, dois jovens tendo uma relação amorosa, um com a mãe do outro, mas, a maneira como tudo acontece, e muito rápida e difícil de engolir, é notório a falta de diálogo em algumas cenas, sem falar de como a história se desenvolve, não me agradou a maneira do desenrolar dos fatos, sem falar no final, que foi tosco, pra não dizer risível, spoiler: "o Ian fala pra sua esposa: então vá"
, não conti a gargalhada...resumindo bem mediano......
Luciano F.
Luciano F.

15 seguidores 24 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de março de 2015
até que eh interessante. prende a atenção até o fim.
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 16 de maio de 2024
Filme nem roda! Nossa que pena, só consigo ver o trailer. Me senti enganada, apesar que não faz muito tempo eu consegui ver diário de uma paixão, foi bem legal.
Vincenzo Fonseca
Vincenzo Fonseca

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 3 de outubro de 2025
Não são necessários muitos minutos para a percepção clara do turbilhão de críticas sofismeiras que a este filme foram lançadas. Múltiplos comentários queixando-se da imoralidade do tema, numa atitude própria dos faltos de entendimento da causa final cinematográfica. Para os espertalhões, profundidades de narração/atuação e capacidade de retrato de maneira a evocar emoção ao espectador são caracteres desimportantes em comparação ao tema, e, não suficiente, dizem como se roteiristas e diretores simpatizassem com o espinhoso assunto da produção. Ora, o tema é mero; pode-se fazer obras cujo conteúdo seja polêmico? Sem dúvida. Mas, porém, precisa ser bom, o que não é o caso deste.

Aqui, acompanha-se duas amigas de infância e vizinhas, Lil (Naomi Watts) e Roz (Robin Wright), entre si muito conectadas afetivamente. Seus respectivos filhos, Ian (Xavier Samuel) e Tom (James Frecheville), cresceram juntos, como irmãos. Ambientado em belo cenário e casas à beira-mar, o princípio se dá com os filhos, surfistas, flutuando pelas águas a exibir seus portes atléticos, para a admiração de suas mães, que os observam da praia e propõem idealizações na medida em que os epitetam "deuses".
Revela-se relativa homeostase familiar, sendo o ciclo composto pelos quatro supracitados e, paralelamente, pelo marido de Roz, Harold (Ben Mendelsohn), que se diz desconfortável com a atitude da esposa, a qual, segundo ele, parece o tratar como um detalhe, a despeito de entendê-lo como uma razão de vida, delegando a culpa a um possível desejo ou ligação lésbica com sua amiga Lil.
A trama logo desponta em troca de olhares e perceptível desejo mútuo entre Ian e Roz. Absolutamente isento de profundidade psicanalítica ou mínima justificativa, a obra introduz um arco amoroso entre os dois, sendo seu início assaz enfadonho. Numa conveniência óbvia e cliché, vêem-se a sós e o jovem avança à mulher, o que antecede intercurso. Deslize imperdoável: a naturalidade com que se apresenta a consumação de tão impróprio evento. O filme fornece poucas cenas que justifiquem o ato do jovem, o que exalta inverossimilhança, ainda excrescida pelo teor intrafamiliar. Sem hesitar, o adolescente beija sua "segunda mãe" por nenhuma razão convincente.
Sucedendo-se, ocorre piora não exponencial, mas assintótica, dado que Tom, o qual havia levantado de madrugada e pôde ver sua mãe saindo do quarto com as calças em mãos, vai à casa de Lil, mãe de Ian, e a beija. Pouco tempo depois, intercurso. Agora, porém, zero justificativa do porquê Lil se sente atraída por Tom, embora se possa entender o feito do adolescente, que parecia procurar vingança.
Poupando o leitor do resto da história, que se torna mais um desses tediosos romances, percebe-se que a temática promissora semi-incestuosa fica subalterna, em benefício do desenrolar de mais uma história para a estatística das que envolvem traição, choro e questões de correspondência amorosa. Não explora a densidade e a complexidade das emoções potencialmente evocadas em situações de calibre tão escandaloso, muito menos é capaz de realizar aquele que vibre com a proposta lida na sinopse.
Facilmente esquecível.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa