O Retrato de Dorian Gray
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3,4
281 notas

29 Críticas do usuário

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João Paulo R.
João Paulo R.

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2,5
Enviada em 21 de janeiro de 2013
Assisti o filme ontem e achei muito paradão, não tinha visto o trailler, mas já conhecia a história e recomendei para minha namorada, mas não gostamos muito não, olhei a capa do dvd e pensei ser um filme com efeitos especiais bem bacanas mas não foi isso que vi...o filme retrata bem a história, mas achei pouco empolgante, um filme que não assistiria novamente.
anônimo
Um visitante
1,0
Enviada em 3 de fevereiro de 2013
-Conhecemos bem a história,e com certeza não souberam adaptar esse filme.
-Um dos mas chatos filmes do ano.Me empolguei muito para poder assistir,mas no final das contas só decepção.
José Aloísio
José Aloísio

12 seguidores 51 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de abril de 2015
Filme fantasioso com teores macabros e devassos. Inspirado no livro do mesmo nome, com adaptação livre... Dorian Gray sofre de insanidade mental; desenvolve narcisismo extremado. Serviu de inspiração para muitas pessoas despertarem o desejo da eterna juventude... A película não foi bem desenvolvida. Quem sabe daqui a algumas décadas uma produção mais aprimorada. O tema envolvente merece...
Deborah A.
Deborah A.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de junho de 2013
Assisti o filme depois de muita curiosidade e concluí que ainda prefiro a versão de 1945 com Hurd Hatfield bem mais elegante do que este protagonista de agora apesar de sua ótima aparência. Para mim, no entanto Hurd não ficava atrás na beleza e demonstrou ser um Dorian perverso mas porém, sem perder a fineza. Originalmente o filme não tinha tantas cenas de sexo: só as atuações acerca da história nos instigava a assistir a trama até o fim e por que não, o próprio livro.
Gostei mais do quadro que havia na primeira versão.
Leandro M.
Leandro M.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de janeiro de 2013
O filme é muito bom e charmoso, assim como o romance original de Oscar Wilde, contando com uma atuação impecável dos 3 principais personagens.
Deivson
Deivson

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3,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Imagino que deve ser impressionante, ao leitor contemporâneo, sobretudo aos bem informados, tolerantes, racionais e sábios, burilados por boas leituras e/ou reflexões lógicas e amplas, saber que o grande escritor Irlandês Oscar Wilde, apontado como o pai do decadentismo na Inglaterra, foi preso, indiretamente, por esta grande obra: O Retrato de Dorian Gray. Na verdade não necessariamente pela obra em questão, todavia, já pelos rumores cada vez mais crescentes sobre sua sexualidade, que naquela época era visto como “prática” pecaminosa, inadequada, imoral, imprópria... Se pararmos para analisar, nesse sentido, muita coisa infelizmente não mudou no pensamento da sociedade atual, no que tange à sexualidade em suas muitas e naturais manifestações e condições, tanto que o próprio Oscar Wilde, mesmo contra sua real natureza, casou-se à época, como muitos ainda fazem atualmente, para fugir do medo, do julgamento, do desprezo, da ignorância, da intolerância e do desrespeito daqueles que, assim como naquele tempo e século, ainda hoje igualmente insistem em manter pensamentos, conceitos, crenças e idéias para lá de irracionais e injustificáveis quando o assunto é homossexualidade, em síntese, um verdadeiro absurdo.
Esta obra, O Retrato de Dorian Gray, tornou-se um símbolo da juventude intelectual e de suas críticas à cultura vitoriana, despertando grande polêmica em relação ao seu conteúdo homoerótico. Que o livro é um primor da literatura é inquestionável, aliás, a genialidade de Oscar Wilde impressiona o leitor até mesmo em sua fase mais difícil, quando o escritor, deprimido, doente, humilhado, preso tão somente por amar (!?) um rapaz e diga-se, aproveitador e ardiloso jovem, que não correspondeu à altura todo o sentimento e dedicação que recebeu de Wilde, escreve em sua fria cela o pungente e belíssimo poema: “A balada do Cárcere de Reading.”
O filme, dirigido por Oliver Parker, proporciona ao espectador doses de romance, drama, suspense e terror, sem ruir para nenhum dos exageros que cada um dos gêneros poderia suscitar, tirando é claro poucas passagens desnecessárias e até risíveis, como por exemplo, no instante em que o quadro pintado manifesta-se numa imagem quase satânica, tal passagem era para ser assustadora, mas não foi. A história original de O retrato de Dorian Gray, por si só fascinante, já seria meio caminho andado para que o filme não deixasse a desejar. E, de fato, não deixa tanto. A fotografia é excelente, o figurino é impecável, além da boa retratação da requintada Londres vitoriana. O filme começa com ótimo ritmo, porém, vai perdendo seu gás até o desfecho, talvez tenha sido um recurso intencional do cineasta, explicitando o tédio e o cansaço de uma vida de excessos, frieza, exageros e egocentrismo sobre a história fictícia de um jovem chamado Dorian Gray, na Inglaterra aristocrática e hedonista do século XIX, que por sua beleza torna-se modelo para uma pintura do artista Basil Hallward (atuado pelo ator Ben Chaplin, que se mostra muito confortável no papel, com atuação significativa, contendo e reprimindo arduamente sua paixão por Dorian). Sendo assim, Dorian tornou-se uma fonte de inspiração para o pintor, tal como para outras obras e, implicitamente no filme, mostra a paixão platônica por parte de Basil (dai tiramos toda a tensão homossexual latente no filme). O vencedor do Oscar, Colin Firth, representa com grandiosidade o seu papel, confirmando seu ótimo momento artístico, só poderia ser menos clichê se não tivesse aquele bigodinho horrível, intencionalmente para dar-lhe um ar diabólico, astuto, de homem conhecedor da vida, ainda assim, não chega a tirar todo o charme inato do ator, que vive o papel de Lord Henry Wotton, um aristocrata cínico e hedonista típico da época e grande amigo de Basil. O Lord então conhece Dorian, o seduz, com suas ideologias, exaltando a sua visão pessoal do mundo, onde o único propósito que vale a pena ser perseguido é o da beleza e do prazer, numa espécie de ressurreição dos ideais helênicos. A chegada de Dorian Gray ao HellFire Club, após a morte do seu rico pai, mostrará isso, numa câmera por vezes subjetiva, que passeia pelo submundo da cidade de Londres do século XIX. O filme não chega a ser um primor da sétima arte, até mesmo porque não é fidedigno à intenção de Wilde, pois coloca em segundo plano as discussões em que Oscar Wilde estava de fato interessado, que era discorrer sobre estética versus moral e especialmente sobre alteridade, as nossas relações de troca com o outro e a relação do objeto artístico com o seu apreciador ("na realidade, a arte reflete o espectador, e não a vida", diz Wilde no prefácio do livro em que o filme se baseia). Contudo, a produção do filme é, de forma geral, cuidadosa e pode até ter um resultado mais interessante se fizer com que os cinéfilos, ainda não conhecedores do livro, tenham interesse em lê-lo e, assim, concluir que a obra cinematográfica deixou a desejar em alguns aspectos em relação à grande obra literária, que, aliás, é o único romance de um dos mais interessantes autores que o mundo já teve.
Cid V
Cid V

271 seguidores 668 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 11 de junho de 2024
Recém-chegado a Londres, o jovem e belo Dorian Gray (Barnes) acaba provocando furor na sociedade, principalmente após ter seu retrato pintado por Basil Hallward (Chaplin). Basil, no entanto, demonstra-se receoso da influência de seu excêntrico amigo, Lorde Henry Wotton (Firth).

mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2024/06/filme-do-dia-o-retrato-de-dorian-gray.html
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 24 de março de 2017
Algumas pessoas não gostam de ver filmes após ler os livros, porque normalmente os filmes não conseguem tratar as histórias tão detalhadamente como os livros. Dorian Gray é ruim até para quem não leu livro. Um roteiro fraco com atuações 'sem sal'. Pra quem leu o livro então, é decepcionante a maneira como a história é conduzida e principalmente como mudaram um dos melhores finais de livros que já existiu. Não recomendo a ninguém assistir.
Camilla M.
Camilla M.

685 seguidores 253 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 12 de outubro de 2014
O retrato de Dorian Gray tem tudo para ser bom mas não foi isso o que aconteceu. Na história original, até onde eu sei, o quadro envelhece e ele não, só que no longa o que aconteceu foi que o quadro mostrava o quão podre a alma dele era, ou seja, fugiu do original o que prejudicou muito o desenrolar. Quem salvou o filme foi Colin Firth porque é alguém que eu respeito, ou seja, não foi nem por sua boa atuação. Ben Barnes, vugo Dorian Gray, foi uma desgraça, ele foi muito ruim, só ganhou o papel porque é bonito. A fotografia foi ruim, estava escuro demais.
vanne_ssol
vanne_ssol

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de junho de 2014
O livro é maravilhoso, o escritor ** Oscar Wilde** era muito sensível e de uma alma muito inteligente, o filme foi bem perto do livro sim....muito bom adorei o Basil.....amoo Basil, no livro ele é sempre tão sensivel.....grande Oscar Wilde....O filme foi excelente ..agora q delicia postar isto ouvindo a flauta magica de Mozart....realmente momentos sublimes em minh'alma.
_como eu amo as reflexões de Oscar Wilde, amo seu estilo literario, sseu bom gosto, seus devaneios...impossivel não lê-lo.
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