Eu acho bacana citar o cineasta Georges Méliès como referência principal no filme mas acho que isso vem tarde demais e muito diluido. A história cai em cima do que se propõe o título da obra: falar do menino Hugo Cabret. Mas aí o filme decepciona, entedia, chateia. Sem esquecer claro: o setor comercial brasileiro que lançou aqui a obra fez uma bela caga.. na escolha do título, levando a qualquer incauto achar que seria um filme de genialidade do garoto. Não é nada disso. Asa Butterfield é um ator mirim "medíocre" para o padrão de obras que acompanhei de bons atores mirins. Com certeza o rosto bonito comoveu a muita gente na época. Mas não espere a linda história de um Oliver Twist, a obra erra o título, a intenção, troca de lado. Genuinamente teria sido bom desde o inicio falar de que a obra seria sobre Georges Méliès, teria sido mais genuíno. Os 120 min do filme são entendiantes. Bem e claro: Martin Scorsese "agrada a todos os gostos e bu.."... é não espere nada menos. Perdi tempo assistindo. Mas o diretor francês merece todos louros pelo trabalho histórico e isso não se tem o que discutir. Ben Kingsley tem uma atuação agradável de acompanhar a obra inteira.
Obra prima de Martin Scorcese! Filme que mostra a origem do cinema como poucos, com atuações ótima de de Ben Kingsley, um monstro sagrado do cinema mundial, Sacha Baron Coen, Ray Winstone, Jude Law, Cristopher Lee, Chloe Grace Moretz e do protagonista Asa Butterfild, aqui todos funcionam bem, passando a realidade á qual tanto Scorcese cobra. Roteiro de 1° qualidade. filme indicado a 11 óscar, recordista do ano, ganhando 5, sendo Efeitos visuais, fotografia, edção de som, direção de arte e mixagem de som, todos super merecidos e ainda poderiam ter levado mais dois, Roteiro adaptado e Direção para para o gênio Martin. A invenção de Hugo Cabret é mais um dos grandes feitos de um dos maiores diretores da história do cinema.
-Cansativo...Isso podemos falar pelo começo do filme.Legal...Isso podemos falar pelo meio do filme.Cansativo de novo...Pelo final. -Estamos cansados de ver filmes onde já sabemos a história,e principalmente o final.Uma produção bem,mas bem fraquinha.
Tive que fazer o cadastro só para comentar sobre esse filme. Ele é muito ruim e não recomendo a ninguém gastar o seu dinheiro e tempo para assisti-lo. Estou totalmente de acordo com o Felipe Santana, foi muito feliz em seu comentário. Pelo nome e trailer do filme, você imagina que terá toda uma viagem, em um mundo imaginário...que terá váios efeitos especiais........que nada! Saí do cinema cansado e arrependido. NÃO RECOMENDO. E pior que o filme, é chegar aqui e ver pessoas que não respeitam a opinião dos outros, como o cidadão Paolo. Deixa o cara dar a opinião dele, e se não gostar, basta expor a sua opinião e ponto final....parece menino de 4ª série pow !!!!!
Ele é um filme bom. Merecido alguns Oscars. Só penso que Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte II é bastante superior a este filme em alguns aspectos (Efeitos Visuais, por exemplo), e teria um Oscar mais merecido em algumas categorias do que este filme aqui.
Em todos os seus anos de grande contribuição ao cinema,Martin Scorsese sempre retrata temas importantes e até adultos em seus filmes,mas ele nunca fez um filme de classificação leve para todos,eis que ele dirige A Invenção Hugo Cabret que é um presente ao cinema,uma carta de amor a todos os cinéfilos.O filme ao que parecia seria uma aventura bem familiar de ficção científica se torna algo bem maior,o diretor é o consagrado Martin Scorsese que dirige com uma maestria impressionante.O filme é baseado no livro de mesmo nome escrito por Brian Selznick.A trama aborda um jovem órfão chamado Hugo Cabret que vive em um relógio e tem um robo que só funcuona com a chave de uma garota,ao conseguir a chave ele embarca em uma aventura.Confesso que esperava uma aventura tradicional mas o diretor é diferenciado e aqui ele passa pela história do cinema e funciona até como biografia/documentário.Mais especificamente conta o inicio do cinema desde a sua criação pelos irmãos Lumière em 1895 até o grande George Méliès e suas centenas de filmes e inclusive o primeiro filme de ficção científica:Viagem á Lua de 1902,tudo no filme é extremamente nostálgico e avança no desenvolvimento de tecnicas cinematográficas incluindo o 3D que o Scorsese utilizou fazendo alusão ao aumento da tecnologia.O filme foi indicado em 11 categorias no Oscar e merecidamente,a parte técnica é impecável,o design de produção é espetacular a fotografia é linda a cinematografia em geral é boa com o uso de tracking shots,câmera panorâmica e a movimentação suave e flutuante além de belos movimentos horizontais realmente uma aula de cinema,a montagem é perfeita,os efeitos visuais e especiais são muito bons,figurinos e ambientação são belíssimos e nostálgicos,uma direção de arte realmente fantástica e a trilha sonora é apaixonante.O elenco está muito bem apesar do Jude Law ser pouco aproveitado,mas o grande destaque é o Ben Kingsley que tem uma narrativa tocante,Chloë Grace Morets está muito bem e o Asa Butterfield está operante.O roteiro é muito bom mas ainda peca no segundo ato quando divide muito a trama e não segue o paradeiro do Hugo mas mesmo assim ainda continua um filmaço.Esse filme é um retrato perfeito do cinema clássico e uma carta de amor a nós cinéfilos.
Após a morte de seu pai num incêndio, Hugo Cabret (Asa Butterfield) vai morar na estação de trem com seu tio, que após algum tempo, falece também. O menino Cabret passa a morar sozinho na estação e herda a função de seu tio de acertar os relógios.
O pai (Jude Law) de Hugo deixa um autômato, uma peça enigmática. A engenhoca pode ter uma mensagem de seu pai que o menino se empenha em consertá-la a fim de descobrir. O menino conhece Isabelle (Chloe Moretz) com quem tece uma grande e sensível amizade onde fica explícito o companheirismo e a solidariedade. O sentimento da verdadeira amizade entre ambos. A garota passa a ajudá-lo na reconstrução do robô.
O filme, uma adaptação do livro homônimo de Brian Selznick, funde-se com a realidade, conta um pouco sobre a história do cinema e mostra que os irmãos Lumière são os verdadeiros precursores da sétima arte, em 1895, e não Thomas Edison como muitos pensam. Com uma certa licença poética apresenta-nos a vida de Georges Méliès, grande nome do cinema.
Após um relação conturbada com Georges Méliès (Ben Kinsley), Hugo é responsável pela reconstrução da vida do diretor iludido e infeliz. “Todos nós temos um propósito na vida, se este propósito se acaba é por que tem de ser consertado”, chega a dizer o jovem Cabret.
A Invenção de Hugo Cabret (2012), de Martin Scorsese e produção de Johnny Depp – o que pouca gente sabe –, pode ser visto como uma homenagem aos precursores do cinema. Por se passar numa estação de trem, também faz alusão ao primeiro filme produzido A Chegada do Trem na Estação, dos irmãos Lumière.
Pela forma como é apresentada a história, cheia de conhecimentos e informações valiosos e por contar um pouco sobre o nascimento do cinema, vale a pena assistir ao filme mais algumas vezes.
Martin Scorsese fez um filme muito calmo, e cansativo. com um 3D chegando bem perto de Avatar, o filme ficou com um drama muito envolvente, com efeitos muito lindo de arranca lagrimas e ainda faz uma homenagem a origem do cinema.
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