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Delberto Lyrio
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38 críticas
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3,5
Enviada em 26 de janeiro de 2022
Três agentes do Mossad (serviço secreto de Israel), David, Rachel e Stephan se arriscam em uma missão em Berlim Oriental (década de 60), para capturarem um criminoso de guerra nazista (Dieter Vogel, o carrasco de Birkenau, médico que fazia experiências com judeus durante 2ª Guerra). Em 1997, porém, surgem notícias que podem trazer situações complicadas aos três, uma vez que parece que a missão não ocorreu exatamente da forma como contaram ao longo de 30 anos. Boas interpretações e reviravoltas que se destacam. Só não achei inteligente a decisão que Rachel toma ao final.
Um bom enredo e uma ótima produção. Os dois tempos são bem definidos para não ficarmos meio perdidos no filme. As atuações dos principais protagonistas são ótimas.
Apesar de ser bastante cansativo em seu início e não ser interessante em nenhum momento,temos reviravoltas que fazem o filme saltar para bons momentos.E não tem como não se apegar ao filme com um elenco tão competente e bem escolhido como desse filme.Mistério e ação completam a trama.
Roteiristas, diretores e produtores deveriam aprender com este filme, onde mocinhos erram, perdem, apanham, são feridos, frustam-se, mentem e até morrem. E os que sobrevivem precisam consertar algo mal feito há trinta anos. Não é comum mocinho de filmes de Hollywood passarem por isso. Pois é o que está nesse bem realizado "A Grande Mentira" ou "No Limite da Mentira" ("The Debt", no original, e "A Dívida", em Portugal).
Lançado em 2010, tem direção de John Madden e roteiro de Matthew Vaughn, Jane Goldman e Peter Straughan, com base no filme "Ha-Hov", de 2007, este dirigido por Assaf Bernstein e roteiro do proprio e também de Ido Rosenblum. A nova versão, de 2010, é a que avalio aqui.
O filme começa e segue perfeito, perfeitíssimo (pelo que cito logo no inicio) e porque tem enredo dos melhores e é muito bem interpretado. Contudo, nos momentos finais, o que parecia diferente de outros filmes, torna-se algo comum, repetitivo, absurdo e muito descuidado. Refiro-me ao modo como a agente acessa informações, num jornal longe de casa (na Ucrania), sobre o paradeiro do nazista procurado. É tão fácil que dá náusea. E também como ela circula pelo hospital, também na Ucrania, corredor por corredor, quarto por quarto, sem ser importunada. E, finalmente, a cena em que alguém morre. Tudo isso foi tão mal arranjado que maculou o (até então) belo filme, acho. E, quando eu acho, são necessarios bons argumentos para eu deixar de achar.
A Grande Mentira (The Debt), um filme americano embasado em um filme israelense, que trata de uma missão de três jovens, pelo Mossad israelense a caça do cirurgião nazista, o carrasco de Birkenau no ano de 1965.
30 anos depois (1997), o drama dos fatos ocorridos na missão, assombram os três em uma estória muito bem contada, envolvendo vários tipos cinematográficos, como drama, ação, suspense, triângulo amoroso.
Uma produção primorosa tanto na fotografia, quanto na trilha sonora. Acertadamente a produção escolheu seis atores para representar a diferença de tempo de 30 anos (jovens e maduros) e tiveram o cuidado de manter entre os personagens, os mesmos trejeitos dos jovens e os atores que interpretam os personagensvais velhos.
Roteiro convincente que pretende o espectador com um final surpreendente. Enfim, estórias israelenses sempre fazem sucesso quando reproduzem os dramas e suspenses comuns de um povo que vive naturalmente sob pressão em dramas, espionagem e guerras. Uma obra que vale a pena assistir.
Um suspense com uma boa dose de drama. Filme muito bem pensado e dirigido, pena não ter ido para as telonas aqui no Brasil. Seu elenco contribui para a história, onde os atores souberam coincidir bem seus personagens jovens e velhos. A sonoplastia também é ótima, contribuindo muito para o suspense, desde a música até a sons mais singelos como o abrir a porta de um elevador. O enredo em partes ajuda na hora do suspense e da curiosidade do espectador, mas prejudica a história de certa forma por ser uma trama extensa e com detalhes importantes a mostrar, fazendo com o que o "cine-espectador" mais lento perca detalhes importantes da história. No mais, é realmente uma boa pedida para quem gosta do gênero, principalmente por sua originalidade (sem levar em conta, é claro, que foi baseado em outro filme estrangeiro).
Filme envolvente. Um ótimo elenco em trama envolvente. Mirrey e Wilkison dispensam comentários, Chainstain está luminosa e o Worthington perfeito, numa interpretação contida, tensa. Grata surpresa.
Uma história arrebatadora e com um roteiro ótimo, entretanto o enredo e algumas cenas não são tão bem elaboradas. O filme conta com um elenco ótimo, Jessica Chastain está perfeita e excelente na produção, juntamente com Helen Mirren que interpreta Jessica no futuro. O enredo se passa em Israel e Alemanha, uma equipe é contratada para prender um médico nazista, Vogel e leva-lo à julgamento em Israel, mas as surpresas e enigmas são contratempos para os três jovens em crise familiar e pessoal. A perseguição é ótima e muito elaborada, os momentos de ação são bons, pecando em algumas falhas técnicas, os diálogos são ótimos e o clímax é o filme inteiro ainda mais com um final arrebatador e emocionante. Direção casual e filme excelente, No Limite da Mentira tem surpresas e recomendo para quem espera uma história de perseguição e muita, muita luta individual.
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