Totalmente miserável, empobrecido, entregue às frustrações, Eddie Morra é motivado a experimentar uma droga que não altera a sua vida subjetiva. Mesmo resolvendo inúmeros problemas que somente o dinheiro resolveria, continua escravo da própria miséria, afundado numa alucinada fuga de outros dependentes ao mesmo tempo em que realiza grandes feitos resultantes do uso da droga da automotivação. O filme parece criticar o otimismo em gotas disseminado pelos livros de autoajuda nos últimos 20 anos. Mas não convence, pois o roteiro em círculos causa a sensação de que damos voltas num mesmo lugar.
Filme muito interessante por trazer uma temática diferente. Aborda sobre a capacidade do cérebro, ambição humana, produtividade... Te faz questionar como você faria se tivesse no lugar da personagem principal e não possui um final óbvio. Há bom uso da fotografia para mostrar as diferentes fases da personagem. Recomendo.
Gente... esse filme é INCRÍVEL. Quem tem deficit de atenção (TDAH) e faz uso de Ritalina, compreende e se identifica com cada dor, cada detalhe, cada reação, pois é bem assim, a pessoa se sente como o Popeye quando come espinafre, literalmente. Muita gente acredita que este filme é uma ficção, mas na verdade não é. Pessoas com deficit de atenção, como o nome já sugere, não faz uso da sua capacidade cerebral, pois é prejudicada pela falta de atenção e o uso da Ritalina proporciona esta capacidade, ativando a atenção cerebral, porém os efeitos colaterais do medicamento são bem parecidos com o do fillme. É claro que o filme potencializou tudo, mas é bem assim. Muiiiiiito bom!
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