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Alan David
17.183 seguidores
685 críticas
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2,5
Enviada em 10 de setembro de 2016
Não tem o encanto e a novidade do primeiro, além disso mostra que personagens como o Mate são bons para alivio cômico, mas mostrados em excesso acabam perdendo a graça.
O ponto mais forte no longa original eram as ideias por trás do conceito de carros se comportando como humanos. E até os pequenos detalhes de produção, como o fato dos mosquitos voando serem pequenos carrinhos com asas, contribuíam para tornar aquele universo todo especial.
Carros foi um sucesso e como de costume era esperada uma sequência,e ela veio 5 anos depois com sua sequência que era esperado algo semelhante ao primeiro e ainda mais engraçado pelo fato do Martin ser um dos protagonistas,o problema é que o filme é uma tentativa fracassada de uma "espionagem" que deixa de lado as pistas e foca em algo que não deu certo.Brad Lewis, John Lasseter dirigem o filme que logo de início dá pistas sobre o que será e com cenas de perseguição fracas e sem nexo não fazem te prender.O roteiro torna o Martin de fato o dono do filme e até consegue colocar seu lado humorístico a tona e funciona boa parte ,já os demais tem pouquíssimos destaques e comprometem o desenrolar.O filme é muito colorido e usa diversas ocasiões como divertimento escapista pouco funcionais e apesar de um ou outro funcionar ainda é bem frágil.Carros 2 é decepcionante,fica muito a quem do seu potencial e se torna lento pouco divertido e sem inspiração.
Carros 2 perdeu a simpatia e a empolgação do primeiro filme. Mate como personagem principal não ficou bom, principalmente quando se envolve piadas ridículas. Gostei da história, e dos cenários de corridas, foi interessante. Mas o roteiro e a empolgação que tanto que queríamos, foi desnivelado.
Após ganhar a Copa Pistão pela quarta vez, Relâmpago McQueen (Owen Wilson) e sua equipe retornam a Radiator Springs para descansar. Lá ele reencontra Mate (Larry the Cable Guy), seu maior amigo, que aguarda ansioso pelo retorno. Pouco após sua chegada Relâmpago toma conhecimento do Grand Prix Mundial, evento organizado pelo empresário Miles Eixodarroda (Eddie Izzard) onde todos os competidores usarão Alinol, um combustível alternativo. Após ser provocado em um programa de TV por Francesco Bernouilli (John Turturro), um adversário, Relâmpago resolve também competir. Ele decide levar Mate para acompanhá-lo nas corridas, mas logo ele é confundido com um espião americano. Desta forma Mate precisa lidar com Finn McMíssil (Michael Caine) e Holly Caixadibrita (Emily Mortimer), que tentam descobrir qual é o plano do professor Z (Thomas Kretschmann) e seu enigmático chefe para a competição. o 1 Filme Era Muito Bom Mais Esse Cai Muito Mais Mesmo Assim Recomendo Nota 6.5
Concordo com um comentário que li aqui, é bonito e bem feito porém a magia está no primeiro (top 5 das melhores animações na minha opinião) acho que tentaram fazer um enredo sofisticado demais que agradam de menos as crianças, com espionagem, o Mate ta chato, o primeiro é infinitamente superior, por ser simples e emocionante...
Assisti à Carros 2 hoje nos cinemas. O filme até que tem um pouco de empolgação, porém não muito mais que o primeiro, que já foi muito fraco. Esta continuação, aliás, tem cenas que chegam a dar nojo. No primeiro filme, os produtores cometeram o erro de preencher boa parte da história apenas com as frases do Relâmpago Mcqueen, que era um personagem que só pensava em si mesmo e em ganhar corridas. Já neste segundo filme, ele se torna um personagem melhor, mas perde espaço para o Mate, que se torna o personagem principal da história. E o Mate, fazendo várias coisas nojentas ao longo do filme, faz com que se perca a vontade de assistí-lo. Outro ponto a ser destacado é a dublagem. Aqui no Brasil, o José Trajano dublou um comentarista de corridas no filme. A dublagem dele ficou simplesmente horrível, nem dá para entender direito o que ele diz. Por fim, ao contrário de outros filmes de animação, que podem ser vistos por todo o público (inclusive filmes do mesmo estúdio de Carros), este possui seus momentos muito infantis, o que afasta o público adulto de assistí-lo. Uma decepção, dado que este era um dos filmes mais aguardados do ano. O filme tem seus bons momentos, é até melhor que o primeiro, mas só vale à pena pelas cenas de empolgação e pelo curta do Toy Story. Nível, no máximo, razoável. Sem dúvida, a franquia Carros é a pior já feita pela Pixar.
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