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Marcio A.
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134 críticas
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3,5
Enviada em 14 de outubro de 2013
Houve um tempo em que era quase que um desejo coletivo dos fãs dos filmes de ação, assistir um filme protagonizado por dois dos mais conhecidos atores do gênero, visto que havia uma competição, outrora, nas bilheterias e nas locações de nossas saudosas locadoras. Mas, não fora possível. E por este motivo, é bem empolgante assisti-los, mesmo sabendo que hoje eles já não possuem o mesmo vigor de antigamente. A grande sacada do Diretor: Mikael Hafstron, foi pegar carona nos acertos do filme Mercenários 2: nos maneirismos simbólicos e bem humorados em que são homenageados... tanto na configuração da trama quanta na caracterização dos personagens; Construir um roteiro simples, e destilar a diversão neste exercício de puro entretenimento. É bem verdade que tanto um quanto o outro não são atores espetaculares, mas sempre compensaram suas limitações artísticas com inteligência e muito carisma. E é exatamente com inteligência que a direção acerta o alvo do entretenimento e mesmo cometendo alguns pequenos equívocos: Como transformar o personagem do Stallone quase num "Wolverine sem Adamantiun" - visto que ele apanha muito e suas costelas ficam intactas - Mesmo assim, o espetáculo permite ser agradável, divertido e engraçado. É difícil ficar indiferente no close facial do bom e velho "Schwarza" Quando inicia a sua sessão de extermínio Com o seu "Brinquedinho" ao subir no Helicóptero, sem pensar Nos "exterminadores" que preencheram a sua carreira. Enfim, é um filme que flerta com o saudosismo e com o entretenimento com competência, sem a pretensão de ser maior do que ele é.
Dose de nostalgia em um filme com os ícones dos anos 80/90. Aqueles bons filmes das tardes que vc assistia muitas vezes e nunca se cansava. Muito bom reunir esses "monstros" juntos e matar a saudade de uma só vez.
Já vale a pena ver por ter Stallone e Schwarzenegger contracenando juntos. O filme cumpre seu papel que é nos entreter, não passa de um bom passatempo.
Stallone integra um filme que já é praticamente sua início,vimos ele como um presidiário,mas sem nenhuma explicação sobre o fato o de espertezas que somente ele,e seus personagens conseguem realizar,vive dentro de uma espécie de solitária.O filme demora muito a pegar no tranco,deixando a desejar em várias cenas sem nenhuma explicação cabível.A ação também é bem dosada,não realizando muito com a dupla que estrelavam grandes títulos no ue também para Jim Caviezel ,que há um bom tempo tinha sumido das telonas.
BOM. É até divertido ver dois grandes icones de filmes de ação de todos os tempos, juntos e agora na terceira idade. O roteiro é manjado,como todo filme de fuga de presidios, então sem grandes surpresa, mas o filme é bom, porque não é cansativo, tem até cenas que recordam dois grandes filmes da carreira deles,lógico que fizeram de propósito, mas o público se diverte. Stallone mostrou-se um pouco cansado pra filmes de ação e bem mais velho que Schwarzenegger, mas os dois ainda dão bons filmes, bastam querer.
Ah e o ingresso foi cortesia do Adoro Cinema, o que foi melhor ainda. rsrs...
Stallone e Schwarzenegger são nomes que indiscutivelmente remetem a briga, tiro e muita explosão. "Rota de Fuga" não deixa passar nenhum desses elementos e, além disso e para surpresa do público, provoca boas risadas. A trama envolve um especialista em segurança de presídios, Ray Breslin (Stallone), e sua habilidade colocada à prova quando este é levado para uma penitenciária que eleva o conceito de segurança máxima a um outro nível. A persistência em uma fuga que parece impossível traduzida em planos que colocam a integridade física dos personagens principais na corda bamba entrelaça a história em uma teia que perpassa a comédia e a ação, atingindo um desfecho revelador e no melhor estilo "ainda não estamos velhos demais para isso".
Há filmes que ao assistirmos acabam por nos lembrar de uma época em que vivemos. Quando Rota de Fuga acabou meu pensamento foi para a década de 80, ou seja, de que era um filme que caberia mais nessa época do que atualmente e que a dobradinha Stallone/Schwarzenegger já era para ter sido utilizada em filmes da mesma época. Ray Breslin (Silvester Stallone) é dono de uma empresa com Lester Clark (Vincent D’Onofrio) que é especializada em provar se uma penitenciária é ou não a prova de fuga. Enquanto Breslin cuida da parte física do negócio, ou seja, é a pessoa incumbida de se passar como um criminoso, ser preso e tentar a fuga, Clark cuida da parte financeira. Quando alguém contrata Breslin para testar uma prisão ilegal, ele cai em uma armadilha e só pode contar com Emil Rottmayer (Arnold Schwarzenegger) um dos presidiários do local. Com interpretações normais para os padrões dos dois atores apenas ratifiquei minha opinião de que Schwarzenegger não consegue realizar nada além do que já assistimos dele, ou seja, uma mesma interpretação para toda sua carreira. O roteiro apresenta algumas falhas, mas que não interfere tanto no filme, apesar de querer explicar demais alguns pontos. O que o personagem de Stallone quer provar é difícil de se aceitar. Me passa a impressão de que, mesmo que ele consiga provar que a penitenciária é passível de fuga, a maneira que ocorre a fuga só mesmo se o prisioneiro for um gênio para conseguir escapar. Seria uma mistura de Missão Impossível com Profissão: Perigo. A prisão principal do filme parece ter sido tirada do filme A Outra Face de John Woo. Esperar algo mais do que uma diversão neste filme seria algo descabido, porém é importante frisar que nosso cérebro não fica desligado durante o filme e isso ajuda o filme a ser no mínimo uma diversão razoável. Um filme que é válido por nos remeter, a quem viveu o cinema da década de 80, aos filmes de ação/policial dessa década, principalmente por contar com dois atores importantes para os filmes desse gênero.
Filme com ótimo ritmo e boas atuacoes de stalonne e schwarzenegger, os dois conseguem levar o filme nas costas, o enredo é um pouco batido e tosco de como sair de uma prisao de seguranca maxima, tema ja explorado na serie prison break, mas os atores e as cenas de acao compensam o produto final!
Um típico filme de Arnold Schwarzenegger e Sylvester Stallone, muita ação, cara feita e violência. O enredo prende e a historia e possível. Vale a pena para quem gosta do gênero.
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