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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Critikat.com
A paixão [de Gore Verbinski] pelo faroeste chega ao extremo em "O Cavaleiro Solitário" - um amor de cinema, com exigência formal e principalmente uma verdadeira ética narrativa. Engraçado e sério, eficaz e pessoal: eis o grande filme do verão!
Chicago Sun-Times
[...] este é um filme pessoal, violento e doce, inteligente e engraçado. É tão obsessivo e arrogante como "1941 - Uma Guerra Muito Louca", de Steven Spielberg, e aposto que tem a mesma chance de ser reavaliado daqui a vinte anos, e descrito como 'mal entendido'.
Preview
Armie Hammer, meio pateta, meio galã, está bem bomo o herói relutante [...] Como sempre, quem rouba a cena á Johnny Depp, novamente brilhante na caracterização dos seus personagens...
A Tarde
A ação se estica por 150 minutos, às vezes, com nítidos excessos. Talvez, por isto, as bilheterias não têm sido animadores, ainda que o filme, no geral, divirta.
Cineweb
A ação custa um pouco a decolar, no começo, mas quando isso acontece, desenrola-se uma aventura tecnicamente muito bem-feita, às vezes meio rocambolesca, sem que isso se torne propriamente um problema.
Folha de São Paulo
Sem interesse em desenvolver questões com ressonâncias morais e políticas, Verbinski e os roteiristas preferem rechear a história de ação, cujo corolário é a longa cena de perseguição dos trens, embalada pela abertura da ópera "Guilherme Tell", de Rossini.
CineClick
O problema de "O Cavaleiro Solitário" está em sua irregularidade. Desnecessariamente longo (tem 149 minutos) o filme se arrasta por um bom tempo em tem-se a nítida sensação de que se cortássemos 20 minutos de fita isso não faria a menor diferença para a trama.
Cinema com Rapadura
Por mais bonito e bem produzido que seja, “O Cavaleiro Solitário” não aguentou o peso da megalomania dos envolvidos. É uma pena que tais excessos tenham matado o que poderia ter sido o renascer de um ótimo personagem nas telonas.
Diário de Pernambuco
Com "O Cavaleiro Solitário", que entra em cartaz nesta sexta, a dupla [Johnny Depp e Gore Verbinski] tenta transportar para o faroeste as mesmas fórmulas que revigoraram as aventuras de pirataria. O resultado, no entanto, é irregular.
Estado de Minas
Tudo visualmente potente, mas a sensação, ao fim, é de que se assistiu a trechos de vários filmes. Nenhum deles convincente. O inicial é a fantasia com o garoto que vê os ídolos ganharem vida e contarem uma história para ele. O segundo, uma comédia com dois patetas. O terceiro, um faroeste épico...
Estado de São Paulo
Em meio à ação excessiva (que, pelo próprio excesso, anula seus efeitos), as boas ideias se diluem. Tudo o que é muito cansa, diz a sabedoria popular.
O Globo
O problema de "O Cavaleiro Solitário" é a pretensão artística num filme concebido para entreter. Fora os cansativos 150 minutos, que geram uma barriga, as referências são jogadas sem propósito para a trama. Servem só para lembrar que o espectador deve procurar numa locadora o material original.
Omelete
Havia ali potencial para uma aventura decente de matinê, mas o problema é que o diretor não sabe direito que filme quer fazer. As referências à história do faroeste, por exemplo, vão do óbvio clássico [...], passando pelo período revisionista [...] até o faroeste-delírio.
Rubens Ewald
Talvez um problema seja o fato de que ninguém de menos de 50 anos tem a menor idéia de quem era ou foi ou é The Lone Ranger! Mesmo porque no Brasil ele era conhecido como o Zorro e era confundido com o outro Zorro, aquele latino de A Marca do Zorro ...
The Hollywood Reporter
Esta tentativa de outra série no estilo "Piratas do Caribe", tenta encontrar muitos tons diferentes, resultando em um trabalho que oscila e se debate por todo o lugar.
Variety
Este faroeste exagerado tem toda a energia que se espera de uma produção de Jerry Bruckheimer, mas ele acaba com a diversão durante o processo, [...] sem trazer nenhuma novidade necessária para lançar uma nova franquia.
Cineplayers
Na tentativa de emular um épico grandioso, o diretor alcança um filme grande, apenas. A trama evolui com morosidade e não transforma em conteúdo sua longa duração.
New York Times
Este é um filme ambicioso disfarçado de pipoca descartável, nada menos do que uma tentativa de rever, revigorar e fazer graça não só de sua origem mas também de todos os faroestes já feitos. Tentanto equilibrar a grandiosidade com brincadeiras [...] se torna uma incoerência enervante.
Screen International
Transplantar "Piratas do Caribe" para a estética de "As Loucas Aventuras de James West" tornou-se algo desastroso, uma mistura indigesta de humor forçado com cenas de ação exageradas e insuportáveis.
The Guardian
Como uma mistura de um ingrediente só, este filme tem malícia e tom de pastiche, mas nenhum interesse pelas imagens reais do velho oeste, e o Cavaleiro Solitário é evocado com um mínimo de humor, e com o vigor, por exemplo, do xerife Woody de "Toy Story".