2012
Média
3,5
3244 notas

105 Críticas do usuário

5
10 críticas
4
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3
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2
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Leandro TUP
Leandro TUP

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4,0
Enviada em 25 de setembro de 2012
Show de bola, pra mim um dos melhores do genero. Recomendo.
Thiago P.
Thiago P.

5 seguidores 11 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de julho de 2012
Em "Independence Day", as capitais mais importantes do mundo são destruídas durante um ataque alienígena. Em "O Dia Depois de Amanhã", furacões e uma nova era do gelo assolam o Hemisfério Norte do nosso planeta. E em "2012" o mundo é literalmente destruído após uma catástrofe "anunciada" no calendário maia. O que esses três filmes têm em comum? Ambos têm o mesmo diretor, o alemão Roland Emmerich, que parece fissurado em destruir o mundo onde vive.

O roteiro de "2012" é escrito pelo próprio Emmerich e por Harald Kloser, compositor das trilhas sonoras de "O Dia Depois de Amanhã", "Alien vs. Predador", entre outros. É uma história simples, que gira em torno de uma família que tem que deixar tudo para trás para escapar da destruição iminente. Na trama, cientistas descobrem, em 2009, que o núcleo da Terra está ficando instável devido às erupções solares, e que a crosta entrará em colapso em pouco tempo. Três anos depois, em dezembro do ano-título, a crosta terrestre começa a se deslocar, causando terremotos, erupções e tsunamis nunca antes imaginados.

O escritor Jackson Curtis (John Cusack), que ainda não consegue se sustentar completamente com seu hobby e tem que trabalhar também como motorista de limusine, pega seus filhos para passar o final de semana com ele. Ele os leva para o antigo parque Yellowstone, agora estranhamente cercado e sem água. Nas montanhas de Yellowstone, Curtis conhece Charlie Frost (Woody Harrelson), um excêntrico radialista teórico do fim do mundo. Frost explica que o mundo está prestes a ser destruído, mas o governo está criando arcas para salvar os mais ricos e escondendo os fatos para não criar alarde. Incrédulo no começo, Curtis logo é convencido dos fatos por um terremoto arrasador, e volta à Yellowstone para pegar o mapa que Frost guardara sobre o paradeiro das arcas. A partir dali, é uma luta contra o tempo para escapar do caos que toma conta do planeta.

Se em "O Dia Depois de Amanhã" havia uma mensagem ambientalista, alertando para os riscos do aquecimento global, em "2012" simplesmente não há mensagem nenhuma. O roteiro apenas toma como base o calendário maia, que se tornou uma profecia de fim do mundo, para criar um filme-catástrofe praticamente vazio do ponto de vista narrativo, mas empolgante e arrebatador no que concerne à ação. Devido à sua temática, acabou aumentando ainda mais o temor (inconcebível) de uma catástrofe ao final do ano de 2012. Mas nada que assuste os mais conscientes e inteirados do assunto.

O roteiro é um pouco fraco. Os personagens são mal desenvolvidos, não nos permitindo temer por seus destinos. A desprezo inicial do filho com o pai é já é um clichê, tendo se tornado recorrente nos filmes atuais. Assim como a relação do homem com sua ex-mulher, com os ambos ainda gostando um do outro. Desde o início é possível perceber quem vai morrer e quem vai sobreviver no final, devido à superficialidade da trama. Mas o que realmente incomoda são os furos graves do roteiro. Logo no começo nos deparamos com um ar de verão, com um dia ensolarado e os personagens usando roupas leves. E nem sinal do Papai Noel. Sendo 21 de dezembro nos Estados Unidos, é início de inverno. Normalmente neve já está presente, e a maioria das casas está decorada com motivos natalinos. Mas o roteiro de Emmerich e seu ajudante compositor simplesmente esquece esse detalhe, que não podia ter passado despercebido. Em outro momento, uma reportagem anuncia a suspensão das Olimpíadas de Londres, devido à destruição da cidade. Os jogos olímpicos de 2012 acontecem realmente em Londres, mas como sempre, entre os meses de julho e agosto, e não em dezembro. Falha deles.

O que realmente salva o filme são suas cenas de ação. A adrenalina presente nas cenas não nos permite desgrudar os olhos da tela, temendo cada explosão ou fuga no último instante como se estivesse acontecendo com nós mesmos. A destruição das cidades é filmada com planos aéreos impressionantes, que nos permitem visualizar cada detalhe sem cortes abruptos e montagem acelerada. Os efeitos especiais são soberbos na maioria das vezes, marca registrada de filmes-catástrofe. Mas falham em alguns momentos, mostrando-se mais como cenas de video game, nos afastando um pouco da realidade do filme.

Estendendo-se um pouco mais do que o necessário (158 minutos), "2012" é um belo exemplar dos filmes-catástrofe. Ao final da projeção, há uma certa sensação de exaustão, devido ao bombardeio de adrenalina das cenas, mas nada que se torne cansativo. Mesmo não sendo seu melhor trabalho como roteiro, Roland Emmerich ainda merece créditos por criar cenas de ação grandiosas e espetaculares. Obviamente o mundo não vai acabar em 2012, como dizem os conspiracionistas. Mas Emmerich, se quiser continuar fazendo seus filmes-catástrofe, terá que escolher outro planeta, já que já destruiu a Terra por vezes suficientes.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Filme muito bom, ótimos efeitos especiais e uma história bem legal.
nicole david de araujo
nicole david de araujo

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
... gostei, os efeitos ficaram incriveis. nao acredito que o mundo vá acabar, mas gostei muito. o curioso é o fato das potencias cobrar 1 milhão de dolares para poderem se abrigar. é tipico do mundo capitalista. gostei!
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Literalmente um grande, belo e exuberante filme. Mais uma obra-prima de um dos mestres da ficção científica, o alemão Roland Emmerich. Poucos diretores conseguem tão bem abordar temas sérios e importantes para todos de maneira forte e ainda consegue fazer disso um espetáculo visual único e épico. Conseguiu mostrar invasão alienígena e mostrar a união da humanidade para derrotarmos tal ameaça (Independence Day), mostrou a importãncia da discussão de temas climáticos e o que isso pode provocar ao planeta colocando em risco nossa existência (O Dia Depois de Amanhã), e agora mais uma vez a importância da união da humanidade na iminência de seu fim, não importando raça, nacionalidade e poder aquisitivo,com todos merecendo uma chance de sobreviver e lutar até o fim. Apesar de alguns clichês característicos do gênero, consegue ser original e grandioso em diversdas cenas. Um grande elenco encabeçado por John Cusack, Chiwetel Ejiofor, Amanda Peet e as crianças Liam James e Morgan Lily. Ele consegue misturar pontos de outros filmes e junta tudo de maneira primorosa, como o pai tentando se salvar com os filhos de um grande desastre (como já visto no filme Guerra dos Mundos, por exemplo), o governo dos esdtados Unidos sempre no foco e na vanguarda dos esforços de salvação do mundo, amores que surgem em meio à toda tragédia, e é claro, cenas bem improváveis(especialmente as cenas de avião). Mas apesar disso, o filme possui uma boa variedade de personagens, sem dar muito destaque para um especificamente, mas conseguindo desenvolver bem as características de todos durante a trama. Algumas ótimas cenas de emoção (como o pai do filho que se casou com uma japonesa; a netinha dele atendendo o telefone e as palavras que nunca puderam ser ditas um ao outro pelo telefone foi uma cena lindíssima), cenas de reaproximação do personagem de John Cusack com seus filhos e até de sua ex-esposa, também entre o presidente e sua filha. O filme usa muito bem as cenas de emoção que é claro funcionam muito bem em filmes que mostram situações extremadas como a do filme. Mas além da grande direção e do bom elenco, os destaques vão também para os deslumbrantes e magníficos efeitos especiais, efeitos sonoros e visuais, uma trilha sonora incrível e ainda contando com Filter e Adam Lambert nos créditos finais com duas músicas ótimas. A fotografia e direção de arte estão perfeitas. Realmente é um filme fantástico tecnicamente e que merecia ter tido melhor sorte nas premiações técnicas de que concorreu. Quando o mundo vai acabar é a mensagem menos importante de todo o filme. Um show que mostra
muito bem que a humanidade deve se unir, saber perdoar e aproveitar a vida que é muito curta. Essa é a principal mensagem do filme que deve ser compreendida e assimilada por todos. Uma mensagem embutida em um espetáculo sonoro e visual, que proporciona a todos o melhor do entretenimento. Filme altamente recomendado. Ficção que honra o gênero e enche nossos olhos!
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