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Neto S.
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773 críticas
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3,0
Enviada em 22 de dezembro de 2013
Em 2008, o presidente americano (Danny Glover) convoca uma reunião de emergência com as principais potências para conversar sobre um grande perigo para a humanidade. Os anos passam e, com a proximidade de 2012, as autoridades decidem que não é mais possível conter o perigo eminente que pode significar o fim do mundo. Com isso, colocam em prática o plano iniciado anos atrás, sob o comando dos cientistas Adrian Helmsley (Chiwetel Ejiofor) e Carl Anheuser (Oliver Platt). Enquanto isso, o escritor Jackson Curtis (John Cusack) leva sua vida de marido separado, pai de dois filhos, como motorista de limusine e tendo que aturar as reclamações da ex esposa (Amanda Peet). Ao levar os filhos para passear, ele descobre os primeiros sintomas da destruição do planeta. Bonzinho Da Pra Passa O Tempo , Bons Efeitos
É um filme que tenta mostrar o ambiente da terra, caso ocorresse o tal fim do mundo, eu achei um filme muito bom, excelentes efeitos especiais, talvez até o melhor filme desse gênero em termos de efeitos especiais, não achei uma história tão envolvente, acho que se aproveitaram bem dessa mentira, Fim do mundo em 2012, e conseguiram fazer um ótimo filme, talvez uns dos melhores do gênero de filmes catástrofes.
O apocalipse e a história do filme todos sabem, e todos também sabem que o o fim não irá acontecer pois 2012 já passou e o filme ficou na mesma. John Cusack é um excelente ator mas entra em verdadeiras barcas furadas como este, por exemplo. Ele é um pai que tenta ensinar e passar tempo com seus filhos, é separado mas depois do apocalipse ele salva a todos com belas cenas de efeitos especiais, o que é o de melhor no filme. Algumas cenas são muito forçadas e o roteiro não é bom, a direção é péssima mas ganhou bilheteria, filme de ação pode ser bom ou ruim, ganha bilheteria. Essa filme não encanta e é muito cansativo conta com um elenco bom e com alguns conhecidos do público, mas não foi o suficiente para conquistar e esconder erros de continuação e muitos falhas técnicas de fotografia. Daí tem-se a esperança de um final épico e cheio de surpresas, mas nada é surpreendente e nada emocionante. Para definir o filme realmente serve uma palavra, entediante. Os maias não iam gostar nem um pouco da retratação feita pelo seu calendário ou interpretação humana.
spoiler: Pacote com a catarse do caos traz de brinde culpa e tristeza
A alta cúpula já estava preparada para o fim do mundo. Mas o geólogo chega para o presidente dos Estados Unidos e diz que suas contas estavam equivocadas - o cataclisma acontecerá meses antes do que ele previa. O presidente questiona: como assim contas equivocadas? O geólogo não tem o que dizer: "Simplesmente errei".
Então o presidente negro dos EUA, vivido por Danny Glover, se resigna: "Sabe quantas vezes se ouviu aqui na Casa Branca uma pessoa reconhecer que estava errada? Zero". É uma confissão de prepotência que, dada a opção de associar visualmente o presidente fictício com Barack Obama, passa a ecoar questões da Era Bush. O diretor Roland Emmerich destrói o planeta em 2012 para que todos nós perdoemos os EUA, basicamente.
O filme-catástrofe é um subgênero fetichista por excelência, em que a catarse do caos aliena nossos problemas de fato - ao ver o lagarto gigante de Godzilla destruindo Manhattan, por exemplo, os medos da vida real soam prosaicos. O que Emmerich faz em 2012 é combater o componente alienante. É o seu filme mais panfletário e também o que martela mais forte uma mensagem. Para quem já dirigiu patacoadas americanófilas como Soldado Universal, Independence Day e O Patriota, não é pouca coisa.
A trama se faz de premissas consagradas. Acompanhamos o clássico pai divorciado que está tentando reconquistar o afeto dos filhos, interpretado por John Cusack, a metonímia que individualiza para o espectador um drama tão continental que, visto só de cima, perderia um pouco a humanidade. Para que o espectador possa se identificar com cada um dos desastres (vulcões, fissuras tectônicas, maremotos), o pobre John Cusack será forçado a estar presente em cada um deles.
Não é difícil imaginar o final de uma história dessas. O que muda, na forma como Emmerich tonaliza 2012, é o peso. O processo de desalienação do filme-catástrofe leva a um sentimento de culpa generalizado. O presidente se sente culpado por não ter avisado a população do fim. O geólogo se sente culpado porque não vai salvar quem gostaria. O pai do geólogo, que descobrimos ter um histórico de alcoolismo, indica se sentir culpado pela relação que manteve com o filho.
O filme,é com o intuito de diversão e tensão durante o filme,como todo o filme de catástrofe,tem lá suas "marmeladas" ,mas fora isso,o filme te prende até o fim e te dá a emoção e a sensação de estar com as personagens em todo o momento ! Recomendo !
Misturando ação, drama e ficção Científica, o filme 2012 estreou como um grande sucesso dos cinemas, batendo recordes de público e crítica. A aventura épica de quase 3 horas de duração traz um cataclismo global e a heroica luta de um grupo de sobreviventes. Mas o filme vai muito além da simples destruição do planeta, tratando profundamente das relações humanas de amizade e família.
Dirigido pelo alemão Roland Emmerich (O Dia Depois de Amanhã, Godzilla, Independence Day), o filme conta ainda conta com ótimas atuações dos consagrados atores John Cusack, Amanda Peet, Danny Glover e a jovem revelação Morgan Lily.
É um bom filme, tirando todas as cenas que têm o John Cusack! Seu personagem realiza muitas fugas mirabolantes e a maioria das cenas são forçadas e exageradas ao extremo. O filme é repleto de clichês ultrapassados. Na minha avaliação, era para ser um filme nota 8, mas confesso que me decepcionou.
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