2012
Média
3,5
3244 notas

105 Críticas do usuário

5
10 críticas
4
15 críticas
3
25 críticas
2
29 críticas
1
20 críticas
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LuanGuilherme91
LuanGuilherme91

41 seguidores 90 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de novembro de 2015
Esse é o filme com efeitos especiais mais incríveis q ja vi, mas esperava uma historia melhor
Vinicius S.
Vinicius S.

14 seguidores 20 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de julho de 2013
O filme,é com o intuito de diversão e tensão durante o filme,como todo o filme de catástrofe,tem lá suas "marmeladas" ,mas fora isso,o filme te prende até o fim e te dá a emoção e a sensação de estar com as personagens em todo o momento ! Recomendo !
Tentei excluir essa conta, mas não consegui
Tentei excluir essa conta, mas não consegui

86 seguidores 117 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Filme horrível, uns dos piores que eu já vi na minha vida. Os atores são tão famosos e tão experientes com o assunto mais o filme em si estragou tudo que eu tinha em mente. O filme é tudo de ruim que se pode imaginar, fraco, cansativo, enjoativo, cenas repetitivas, mortes ridículas. Uns dos piores concerteza
Leandro A.
Leandro A.

21 seguidores 65 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 7 de julho de 2013
spoiler:
Pacote com a catarse do caos traz de brinde culpa e tristeza

A alta cúpula já estava preparada para o fim do mundo. Mas o geólogo chega para o presidente dos Estados Unidos e diz que suas contas estavam equivocadas - o cataclisma acontecerá meses antes do que ele previa. O presidente questiona: como assim contas equivocadas? O geólogo não tem o que dizer: "Simplesmente errei".

Então o presidente negro dos EUA, vivido por Danny Glover, se resigna: "Sabe quantas vezes se ouviu aqui na Casa Branca uma pessoa reconhecer que estava errada? Zero". É uma confissão de prepotência que, dada a opção de associar visualmente o presidente fictício com Barack Obama, passa a ecoar questões da Era Bush. O diretor Roland Emmerich destrói o planeta em 2012 para que todos nós perdoemos os EUA, basicamente.

O filme-catástrofe é um subgênero fetichista por excelência, em que a catarse do caos aliena nossos problemas de fato - ao ver o lagarto gigante de Godzilla destruindo Manhattan, por exemplo, os medos da vida real soam prosaicos. O que Emmerich faz em 2012 é combater o componente alienante. É o seu filme mais panfletário e também o que martela mais forte uma mensagem. Para quem já dirigiu patacoadas americanófilas como Soldado Universal, Independence Day e O Patriota, não é pouca coisa.

A trama se faz de premissas consagradas. Acompanhamos o clássico pai divorciado que está tentando reconquistar o afeto dos filhos, interpretado por John Cusack, a metonímia que individualiza para o espectador um drama tão continental que, visto só de cima, perderia um pouco a humanidade. Para que o espectador possa se identificar com cada um dos desastres (vulcões, fissuras tectônicas, maremotos), o pobre John Cusack será forçado a estar presente em cada um deles.

Não é difícil imaginar o final de uma história dessas. O que muda, na forma como Emmerich tonaliza 2012, é o peso. O processo de desalienação do filme-catástrofe leva a um sentimento de culpa generalizado. O presidente se sente culpado por não ter avisado a população do fim. O geólogo se sente culpado porque não vai salvar quem gostaria. O pai do geólogo, que descobrimos ter um histórico de alcoolismo, indica se sentir culpado pela relação que manteve com o filho.
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 4 de junho de 2014
Boa noite à todos(as) do AdoroCinema!
O filme 2012 é do diretor Roland Emmerich (O Dia Depois De Amanhã; Independence Day).
Em 2012 o mundo enfrenta uma catástrofe de proporções apocalípticas onde cidades desmoronam e continentes se despedaçam. 2012 mostra o fim do mundo e conta a luta heróica de seus sobreviventes.
Eu gostei demais desse filme de ação e aventura (para mim esse filme não é de pura ficção), pelos seus magníficos efeitos especiais inovadores.
Estrelado por John Cusack; Chiwetel Ejiofor; Amanda Peet; Woody Harrelson ; Danny Glover e Oliver Platt.
Eu adorei esse filme, se você também gosta de ótimos efeitos especiais e desses atores, assista, porquê vai gostar!
Vilma Aparecida
Vilma Aparecida

5 seguidores 50 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 8 de janeiro de 2022
Uma mentirada danada! Não curto muito filmes assim. Pensei que seria mais autêntico. Enfim, pra quem gosta...
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 3 de fevereiro de 2013
É um bom filme, tirando todas as cenas que têm o John Cusack! Seu personagem realiza muitas fugas mirabolantes e a maioria das cenas são forçadas e exageradas ao extremo.
O filme é repleto de clichês ultrapassados. Na minha avaliação, era para ser um filme nota 8, mas confesso que me decepcionou.
Henrique
Henrique

12 seguidores 38 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Não dá para badalar Roland Emmerich. Por mais que seus filmes sempre consigam sucessos expressivos de bilheteria (muito acarretado por uma campanha publicitária agressiva), raramente consegue realmente atingir níveis satisfatórios, que seja no quesito diversão (mas quem disse que não dá para se divertir com obras relevantes e boas?). Seu melhor filme até hoje é Independence Day, aquele filme protagonizado por Will Smith em que o diretor coloca seu presidente, caracterizado por Bill Pullman em um caça para sair destruindo os invasores do planeta Terra.A destruição do planeta, aliás, é objeto de obsessão do diretor/artesão. Já teve monstro japones ameaçando a América (e porquê não, o mundo), os et's e posteriormente, os problemas climáticos. Com 2012 ele vai profundamente, literalmente, para encontrar novas situações que colocam o planeta em risco (sim, já vimos essa história antes). Acusar a fragilidade do roteiro é bobeira. Até porque, a última coisa que o filme quer ser é original, inteligente e genuíno. Pouco importa os personagens unilaterais, basta colocar 30" de um diálogo, para justificar que um personagem está apresentado e poder mostrar sua desesperadora morte, a partir de uma cena de grande impacto (caso, por exemplo, de um personagem que acompanhamos por pequenos trechos de cenas, que está juntamente com o pai de um dos personagens, em um cruzeiro tocando - liga para retomar o contato com o filho que não fala há muito tempo, em um claro momento de redenção, mas acontece um pouco tarde). Não se surpreenda por lembrar de algum outro filme. Ou de em determinado momento, imaginar que Bruce Willis irá aparecer em cena e salvar o mundo sacrificando sua vida, e ao fundo, tocará uma música do Aerosmith. Este é um outro filme. Há uma mescla também com Tommy Lee Jones, que está no meio da rua, com chamas voando para todos os lados, enquanto a cidade é tomada e destruída, onde ele salva sua filha, ileso. Tudo isso será revisto e terá um final mais feliz nesse filme, trocando essas peças por John Cusack. Deixando as ironias de lado, o roteiro é um clichè monstruoso. E isso não é o problema. Afinal, quantos filmes ótimos, são estruturados nos mais velhos e tolos clichès do cinema? E os diálogos horríveis? Constragem, está certo. E o personagem do Woody Harrelson, que parece diretamente saido do spielberguiano Guerra dos Mundos? Copiar é tendência. Difícil é ser tão bom quanto o original. Mas tudo isso, não é o que incomoda nesse filme. Sequer o presidente ser um sujeito da mais pura e singela moral do mundo e que se sacrifica pelo bem maior da população, é ruim - até já funcionou em um outro filme do diretor. Mas afinal, qual é a verdadeira derrapada do filme, que faz dele o show de horrores que é? Simples. Parece uma idéia vazia. É a sobra do que restou dos filmes catastrofes da década de 90, dentre eles os já citados Armageddon e Volcano e seus similares da época, e estes, por sua vez, já eram esqueletos dos filmes de desastres de antigamente. Ou seja, temos um forte argumento (o fim do mundo, tem algo mais perverso?), mas não existe medo. Qual é a real graça de ver um monte de gente sendo destroçada, arrebentada, queimada, cheias de sadismo visual, sendo que ninguém em cena é capaz de demonstrar meia emoção que seja? O que é o cinema sem a emoção? Existe um fiapo de história da relação dos personagens, mas tudo é jogado na tela sem propósito, e na sequencia, quando o filme vai ajustar, se coloca em pior situação ainda. O que mais me incomoda em algo, é quando algo forte que acontece, não mexe com as pessoas/personagens. Como alguém pode, por exemplo, perder um pai, e não se abalar e na sequencia, já estar pensando em se relacionar com uma outra pessoa, que também não tem emoção alguma na perda que também tem? Ninguém pensa em ninguém. E isso não é uma critica que o filme faz, na verdade, é a própria inconpetencia de se estabelecer momentos introspectivos e reflexivos. Lembro aqui, por exemplo, de um filme que consegue chegar na mistura ideal de ação e contemplação, o Dawn of the Dead - onde na onda dos acontecimentos, se vêem pressionados a salvarem suas vidas, mas existe espaço para sentirem suas perdas, o que lhe engrandece. Podem dizer que o filme é mera diversão, mas não consigo desligar o cérebro, que vive em constante funcionamento.
Cilania
Cilania

326 seguidores 219 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Os efeitos especiais são ótimos,excelentes atores.
Tb achei um pouco forçada algumas cenas.
Pessoalmente não gosto desse tipo de filme, muita tragédia!
MusicVlogDork
MusicVlogDork

2 seguidores 16 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de março de 2020
2012 é bem legal, mas tem um problema que pode fazer a nossa visão meio desconfortável, além da negação de usar o famoso monumento do Brasil, o que nos incomoda é a história repetitiva. 2012 tenta impressionar o público, mas não chega a ser perfeito. O que usaram mais foi os efeitos especiais além de aumentar os diálogos quase repetitivos. 2012 chegou a ser um filme médio, mas vale a pena assistir.
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