Pandorum
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3,9
135 notas

27 Críticas do usuário

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Eduardo B.
Eduardo B.

18 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de junho de 2023
O planeta Terra está super povoado e não há mais recursos naturais. Um planeta semelhante à Terra é descoberto e assim como formas de vida vegetal que podem assim dar uma nova esperança para aqueles que no mundo não mais sentem segurança de sobrevivência. Assim uma nave é lançada rumo a este novo mundo, essa cidade do Sol ou Utopia, lembrando obras de Campanella e Morus, para assim fundar uma sociedade justa e igualitária, e possível de sobrevivência. O crescimento da população mundial forçou essa alternativa e milhares de pessoas forma levadas por essa nave (chamada Elisyum), em um hipersono, a fim de acordarem um dia no novo mundo. Lembra-nos assim as grandes navegações, que foram semelhantes a viagens espaciais colonizadoras, com Colombo e seus auxiliares vários. Mas algo dá errado, a doença Pandorum perturba a tranquilidade de muitos e ainda há acompanhantes misteriosos e perigosos na nave. A regra de Darwin mais uma vez funciona, e apenas os mais aptos sobrevivem.
Edna Rocha Nascimento
Edna Rocha Nascimento

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5,0
Enviada em 21 de julho de 2021
perguntas:
sera q existe naves q nao temos a chave ...sera q tem alguma perdida por ai...acho q sim,
como tirar a a nave do fundo do mar
como proteger as pessoas salvas se sairem os monstros
os dois deveriam se salvar sozinhos ou tds ou somente alguns para evitar a extincao
como salvar tds caso os monstros sairem...
devem tentar voltar para nave...devem fazer um castelo...longe da praia...com um rio em volta do castelo...para salvar tds cuidado com o tenente...ele tem q ser salvo...ele tem habilidade unica para fazer a nave voar
Andreia Pizani Galvao
Andreia Pizani Galvao

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5,0
Enviada em 26 de setembro de 2020
Amei o filme toda vez assisto esse filme amoo muito parabéns dou 10 , deveria ter o próximo iria amar conhecer o novo planeta eu gostei bastante assistirei várias vezes
Ciro M
Ciro M

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5,0
Enviada em 26 de julho de 2020
O filme é muito bom, tem uma história que se desenrola aos poucos e não é daqueles filmes para quem tem a mente lerda, você tem que sem um pouco esperto, prestar atenção aos diálogos e ligar as informações que o filme vai dando aos poucos pra realmente entender tudo.

Um ponto forte do filme é a maneira como as cenas conseguem repassar o suspense para o espectador, isso me impressionou.

Li algumas críticas acima e vi gente dando 1 ou 2 estrelas, mas esse filme é no min um 3 estrelas pra quem não curte ficção e pra quem curte é 5 estrelas. Se você é daqueles que assiste conversando que não liga muito pra escutar os diálogos, talvez não goste porque vai acabar perdendo as informações e no final do filme vai ficar sem entender quase nada.
Junior Andrade
Junior Andrade

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5,0
Enviada em 8 de maio de 2020
Eu acho que se perdeu em algumas partes.
Mais por mim pode da continuidade *-*,................................................................

..
Janaina A.
Janaina A.

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5,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2020
Eu simplesmente amei o filme! Nossa, o enredo do filme é o máximo. Sim, algumas cenas dá um pouco de susto. Mas o filme é excelente!!!
Mariano S.
Mariano S.

17 seguidores 21 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de março de 2013
O planeta Terra está super povoado e não há mais recursos naturais. Um planeta semelhante à Terra é descoberto e assim como formas de vida vegetal que podem assim dar uma nova esperança para aqueles que no mundo não mais sentem segurança de sobrevivência. Assim uma nave é lançada rumo a este novo mundo, essa cidade do Sol ou Utopia, lembrando obras de Campanella e Morus, para assim fundar uma sociedade justa e igualitária, e possível de sobrevivência. O crescimento da população mundial forçou essa alternativa e milhares de pessoas forma levadas por essa nave (chamada Elisyum), em um hipersono, a fim de acordarem um dia no novo mundo. Lembra-nos assim as grandes navegações, que foram semelhantes a viagens espaciais colonizadoras, com Colombo e seus auxiliares vários. Mas algo dá errado, a doença Pandorum perturba a tranquilidade de muitos e ainda há acompanhantes misteriosos e perigosos na nave. A regra de Darwin mais uma vez funciona, e apenas os mais aptos sobrevivem.
Acordar do hipersono já é um simulacro de um parto, pelo sofrimento e a dificuldade em se respirar. A nave é um grande útero, uma arca de Noé, onde toda a esperança de vida está ali concentrada. O esquecimento é um sinal também de uma nova vida, assim como a reencarnação anuncia uma nova missão, com novo nome, com esquecimento de experiências anteriores. O local é misterioso e a busca principal é a da liberdade, sendo um deserto de metal coberto de feras mutantes e canibais. Esses mutantes foram aqueles que se adaptaram a nave e que sobreviveram, usando de sua porção reptiliana cerebral e se transformando em verdadeiros monstros. Lembra a porção mental que era chamada por Freud de Id, que é responsável por instintos básicos, como desejos, apetites, sobrevivência. Muitos dos tripulantes ainda não acordaram do hipersono, e aqueles que já acordaram, viraram a presa dos mutantes, sendo apetitoso menu. Parece mais uma analogia a colonização dos europeus e encontro com tribos indígenas canibais.
Mas a fita é boa, o Pandorum me surpreendeu porque nos leva para um mundo paralelo, e essa ficção científica é inteligente, claro com os exageros e lutas de sempre, bem como efeitos especiais até que racionais. Os cenários foram bem bolados, e até convencem de se estar em um local para viagem interplanetária. Numa cena há milhares de containeres para alimentação, o que sugere uma preparação para a vida, uma luta para a sobrevivência sem igual. Ângulos de enquadramento de câmera também bem utilizados, um som que usa bem do sistema home theater, e ainda muitos closes. O protagonista parece ser o engenheiro mecânico, que leva bons tombos e por alguma falha não teve ossos quebrados, o que foi uma falha na produção. Mas a película deseja ficção, então exagerar em efeitos físicos pode ser uma linguagem para se seguir o ritmo do roteiro.
Depois de muita luta e de o nosso Novo Adão encontrar uma mulher, esta muito forte e guerreira, e ter perdido antiga esposa, algo de bom por fim é descoberto e reacionado o reator da nave, que renova a esperança dos personagens. A arca de Noé do futuro assim chega ao novo mundo, mas leva a que questionemos se não junto a ela traz os mutantes e o vírus, Pandorum, para assim repetir a história. A história se repete de tempos em tempos, já falava Hegel. Parece que esse novo mundo apenas funda um ciclo que repete a trajetória do nosso, com a chamada Criação e seus Elohim, vida sobre um planeta e uma humanidade, com seus bons Abels e seus ruins Cains. Contudo a surpresa ao fim e o novo mundo é “descoberto” e as “índias” são novamente o destino, para que a esperança da humanidade se renove, com seus Noés e Colombos, com suas arcas cheias de embriões e mapas genéticos, com a tecnologia divina. Um novo planeta e uma nova humanidade – juntamente um novo vírus: Pandorum. Essa humanidade é o próprio vírus de seu planeta, essa é a minha conclusão.

Mariano Soltys, autor do livro Filmes e filosofia)
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