Um Método Perigoso
Média
3,8
354 notas

29 Críticas do usuário

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Régis Rafael H.
Régis Rafael H.

8 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de outubro de 2015
O destaque do filme fica por conta do enredo, geralmente bom quando trata-se de baseado em fatos reais. Méritos também para o diretor David Cronenberg por não deixar uma história profunda se tornar maçante e/ou confuso. O destaque da atuação vai para Viggo Mortensen interpretando Freud, os trejeitos do personagem como quando masca o charuto quando está pensando, a forma como se senta atirado para trás na cadeira como se fosse muito importante e estivesse fazendo a análise de todos, a forma como pausa um diálogo para deixá-lo um pouco tenso, tudo me impressionou. Outro destaque para Keira Knightley, ela faz um personagem com distúrbios psicológicos, um paraíso para os atores que podem deixar todo o seu poder de atuação fluir.
FABRICIO H.
FABRICIO H.

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 10 de setembro de 2024
De verdade, não vale a pena perder tempo assistindo o filme! Muito fraco!!! Muito forçado a história... enfim, ja perdi tempo assistindo, nãovou perder mais ainda escrevendo o porquê o filme é péssimo!!!
Sabrinaklein453
Sabrinaklein453

3 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 30 de novembro de 2021
As ceroulas do Dr. Freud
Sabrina Klein
Freud está de ceroulas, de quatro, na cama. A psicanalista Sabine Spielreim tem uma cinta dobrada na mão e bate sem piedade na bunda dele. Dr. Freud geme de prazer.
Corta!
O psicanalista Jung está de quatro na cama, bunda pelada, e sua colega Sabine Spielreim está com a cinta na mão, desferindo golpes violentos nas nádegas do homem, que alcança o orgasmo pelas vias da humilhação.
Corta!
Nada de novo no front: o filme “Um método perigoso” (2011), do diretor canadense David Cronemberg, não traz os famosos médicos citados de quatro em cima da cama, gostando de apanhar. Quem pede porrada no filme é, claro, uma mulher. E que mulher! A médica judia Sabine Spielreim, uma das primeiras psicanalistas mulheres do mundo, frequentou a Universidade de Medicina, defendeu uma tese pioneira, influenciou o pensamento teórico de Freud, Jung, Piaget entre outros, foi precursora em análise de crianças, atuou em áreas como linguística, psicanálise e educação, escreveu cerca de 30 artigos científicos, casou-se, teve duas filhas, foi professora da universidade de Moscou, conferencista, médica, compositora e música.
Depois de assistir um filme que soterra a obra de uma mulher destas, vem a pergunta: como pode, em pleno século XXI, um diretor que tem em seu currículo filmes de ficção escatológicos como “A mosca” (1987), enveredar para um filme que reduz uma mulher gigante a duas camas: a cama de uma clínica psiquiátrica, onde a jovem Sabine se tratou por um breve período com o Dr. Jung, e a outra cama, onde esta mesma mulher, com nome, sobrenome, e toda vida dedicada e produção científica reconhecidamente pioneira, é mostrada de quatro, levando porradas. Aliás, pedindo porradas de seu psicanalista.
E porque o título do filme é “um método perigoso”? Seria porque no filme, um Dr. Jung magnanimamente dá a sua paciente o que ela quer, ou seja, enche a moça de pancada e ela ameaça o milionário casamento dele? Ou arriscado por que a moça superou o espancador e se tornou a segunda mulher psicoterapeuta do mundo, influenciando o próprio Dr. Freud?
Ou quem sabe o perigo deve-se ao fato de que espancadores geralmente gostam do que estão fazendo e podem virar feminicidas?
Após fazer uma rápida pesquisa sobre Sabine Spielreim, dá para concluir que o filme é mentiroso, pequeno, e finalmente, sim, um filme perigoso.
Fonte de pesquisa:
Sabine Spielreim, seu lugar na história da psicanálise e sua representação no cinema
Marcus Vinícius Neto Silva
Marina Maciel de Almeida
https://periodicos.ufmg.br/index.php/mosaico/article/view/15881/19641
Fut S.
Fut S.

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de fevereiro de 2013
A atuação de Keira Knightley não foi das melhores, ficou bem abaixo da qualidade do resto do filme, no mais a história girou muito em torno dos problemas de Carl Jung e chegou até mesmo a se desviar muito do tema central do filme, o nascimento da psicanálise.
Wivian A.
Wivian A.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de março de 2016
O filme ilustra bem a relação de Jung e Freud. Contudo, achei muito forçada a atuação de Keira para interpretar os sintomas de Sabina.
Tamires F.
Tamires F.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de janeiro de 2013
Achei o filme ótimo. Recomendo aquele que são amantes que filmes com uma leve carga de história à assistir. Não se trata de um filme um complicado para quem conhece a história de Freud, ira entender a mensagem que o filme traz.
Caian Soares
Caian Soares

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de outubro de 2022
É um filme muito bom para quem tem interesse em Psicanálise. Ele retrata um pouco da história de Freud e Jung no início do século 20, quando ambos pertenciam ao movimento psicanalítico, e mostra como ocorreu a aproximação entre ambos, algumas histórias relevantes para a época, até por fim retratar o distanciamento entre os dois médicos. Para quem tem interesse no assunto, é muito interessante.
Viviane  Grosso França
Viviane Grosso França

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
...Esperando a estréia ansiosa também.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 893 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de dezembro de 2025
Um método perigoso é um filme dramático que foi dirigido por David Cronenberg e roteiro de Christopher Hampton (baseado em sua peça teatral) e livro de John Kerr. Na trama, acompanhamos Carl Jung (Michael Fassbender) que passa a tratar uma jovem paciente Sabina Spielrein (Keira Knightley), que sofre de histeria com os métodos de Freud (Viggo Mortensen). Porém, devido ao envolvimento entre Jung e a sua paciente, gera uma grande rivalidade com Freud. O filme em seu primeiro ato busca uma apresentação clara dos personagens principais e o método de “curar pela fala” que era aplicado em Sabina. Além das teorias voltadas a sexualidade de Freud e os contrapontos de Jung (provando que embora existisse uma admiração profissional de ambas as partes, existia uma faísca entre eles) e isso foi piorando diante da paixão e prazeres guardados entre Jung e sua paciente. O roteiro talvez tenha pecado em alguns diálogos que poderiam ser mais sutis no filme, a redundância chega a ser cômica (mas não proposital). Ao menos podemos dizer que o roteiro conseguiu extrair o máximo dos atores, que conseguiram transmitir com maestria aquilo que realmente foi Jung e Freud (ótima interpretações dos 3 protagonistas). A narrativa ganha força após o envolvimento entre Jung e Sabina, mostrando a fragilidade de Jung e como isso reverbera em um Freud que não mede as palavras para criticar o colega de profissão. O filme se torna mais interessante quando se é mas discutido do que é visto.
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