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Nelson J
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1.977 críticas
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3,5
Enviada em 10 de maio de 2018
Bruce Wilis sempre entrega o que promete e nas maioria das vezes é pura diversão. Médico salva vidas, mas a esposa é assassinada em um assalto. Ele fará justiça com as próprias mãos e sua filha irá se recuperar do coma. Vale a pena como entretenimento.
O filme Desejo de Matar, dirigido por Eli Roth, revisita a série cinematográfica homônima de sucesso, estrelada nos anos 1970, pelo ator Charles Bronson.
Os dois filmes possuem a mesma essência: Paul Kersey (Bruce Willis) se torna um justiceiro anônimo após ver a sua esposa (Elisabeth Shue) e sua filha (Camila Morrone) serem vítimas de um ato de violência e ele ter a sensação de que nunca os responsáveis pela ação serão responsabilizados.
Nos anos 70, um filme como Desejo de Matar se tornou popular, pois os Estados Unidos estavam enfrentando altas taxas de criminalidades. Em 2018, pensar num remake para esta obra implica em uma série de coisas, principalmente a questão da discussão ética em torno da figura de um justiceiro anônimo, de alguém que decide fazer justiça com as próprias mãos.
Em que pese esta questão estar presente, mesmo que de forma superficial, em Desejo de Matar, a verdade é que o filme poderia ter aprofundado isso muito mais, principalmente, ao tentar inserir o fator das redes sociais como um propagador de tudo aquilo que Kersey passou a fazer.
Além desses aspectos, o filme ainda esbarra num elemento muito importante: Bruce Willis não é Charles Bronson. Com seu jeito quase robotizado de atuar, fica difícil sentir empatia pelas escolhas feitas pelo seu Paul Kersey.
Refilmagem de 1974 que não vi,mas já considero pacas e quero ver. O filme tem uma história simples,mas ação e suspense o tempo todo,além de escrachar a polícia que não faz nada,levando assim nosso Bruce Willis a ter que resolver tudo. Simplesmente assistam!
Após ter sua casa invadida e esposa assassinada por bandidos, Paul passa a acompanhar a polícia nas investigações para capturar os criminosos. Em poucos dias ele percebe que a polícia jamais encontrará os assassinos. Sem opções, ele terá que se aventurar por caminhos obscuros em uma jornada pessoal em busca de justiça.
eu não assisti a versão original de 1974 com Charles Bronson mas acredito que por ser uma regravação foi muito bom e fico mais feliz ainda pelo Bruce Willis estar de volta em um filme que faz sentido pelo menos mesmo sendo uma história tão manjada ainda assim foi um bom filme⭐⭐⭐
Um bom filme de ação estrelado pelo veterano Bruce Willis que se sai bem. A história é boa, as cenas de ação convencem, um filme de ação com muito sangue, tortura, palavrão, típico filme de ação, um pouquinho clichê as vezes, mas consegue ser um bom filme.
Logo temos a experiência de acompanharmos a escalada brutal de Paul Kersey, que na pele de Bruce Willis em homenagem a Charles Bronson vive o brusco isolamento da vida social, ocupando o porão como um bagunçado esconderijo de seu alter ego, o distanciamento do seu irmão, além das noites agindo como vigilante andando a esmo nos piores lugares para estar em uma cidade grande. Tudo isso é narrado como um filme de ação trivial que tem seus momentos empolgantes e incidentais da ficção do homem comum fazendo justiça com as próprias mãos, e não um drama intimista de um pai de família que teve sua vida arrasada e que busca redenção aleatória. Mas dane-se, já que a sensação de poder e liberdade que Bruce Willis exibe e esse contraste de valores com os atuais movimentos sociais pacifistas (leia lenientes) paga-se sozinho. Só seria melhor se ele ajudasse mulheres e garotos negros que sozinhos precisam enfrentar bandidos impunes (pertencentes a todas as principais etnias). Ei, espera: ele faz justamente isso!
Bruce Willis ... de capuz e bancando o herói oculto, me faz lembrar um outro filme?¿ não é mesmo? Pode até ser uma referência, todavia, esse filme é apenas um Reboot do "Desejo de Matar" de 1974.
Pois bem, "Desejo de Matar" nos traz um homem comum que após sua família sofrer nas mãos de bandidos e sua mulher ser morta, resolve fazer justiça com as próprias mãos.
O filme tem um ritmo bom e por isso acaba não sendo cansativo, pois essa clichê já vimos de montes na telinha. Sendo um filme com o carimbo de Bruce Willis, já vale a pena conferir.
Filme mostra nosso desejo pessoal de vingança numa sociedade sem justiça em que o crime compensa. Vem num momento em que um candidato a presidência da republica do Brasil é um militar que quer liberar o acesso de armas no Brasil e repetirmos a história americana. Pode ser um caminho mas não é a solução.
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