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ymara R.
839 seguidores
262 críticas
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5,0
Enviada em 16 de março de 2014
Uma maravilha que veio depois do cinema.. sem palavras.. até porque corre-se o risco de minimizar a beleza da fotografia e o contexto repleto de emoçoes..
Já adianto que para assistir esse filme tu tem que ter um certo conhecimento de vida e uma sensibilidade para entender ela, e compreender o filme. Tratando-se de uma família tradicional com os ensinamentos conservadores. Bate de frente com essa nova cultura familiar, que está degradando a sociedade.
Um filme fraco com uma linda fotografia, existe obviamente um conteúdo espiritual e nobre, porem poderia ser transmitido de uma forma menos esnobe e mais poderosa, vai agradar os pseudointelectuais mas não agradará os livre pensadores e nem tão pouco os verdadeiros amantes da bela arte, A apologia feita sobre a A Arvore da Vida me faz lembrar o conto infantil "A Roupa Nova do Rei" onde as pessoas tem mendo de serem consideradas tolas ao dizer a desconsertante verdade que salta aos olhos O REI ESTA NU! e O FILME É MUITO RUIM!
Essa Estória de "filme para poucos" é a mesma da "Roupa do Rei". Aquele clássico em que o rei anda peladão e só os mais sábios, belos, inteligentes e cultos conseguem ver o quão bela é a nobre vestimenta. Assim é a Árvore da vida, é tão discarado o tempo perdido, o tédio do início ao fim, mas é claro que quando alguém tem coragem de falar que o filme é chato certamente será taxado de "zé povinho", sem sensibilidade, cultura, alma e blá blá blá.
Este filme é entediante, não foi apenas eu quem tentou assistir, e todos chegamos a mesma conclusão. É um filme cansativo, com muitas imagens e sons, sem muitas falas, considero que seja apenas interessante para quem gosta de cenas visuais, passa-se muitas imagens da formação do mundo e da vida, além disso, uma mãe que está sempre a brincar e participar com seus filhos, sem que faça outra coisa no filme... Não recomendo, principalmente se a pessoa quiser se prender a um filme enquanto ele passa... gosto de filmes cativantes!
Imagine uma bela mulher ou homem, quando você bater os olhos vai se encantar, mas só por que a pessoa é linda não significa que ela não possa ser a coisa mais chata do mundo. A arvore da vida é exatamente assim. Tem fotografia e trilha sonora incrível, as atuações são perfeitas, e a direção memorável, realmente o filme é uma obra de arte. Ele vem cheio de perguntas e com poucas respostas, o enredo em si é bom, os conflitos da familia; do amor ao desejo da morte do outro, da morte ao arrependimento de tudo aquilo que foi ou não dito, tudo é passado com intensidade ímpar. Com tantas qualidades é impossível que este filme seja ruim não é?! Pelo contrario, o filme consegue ser o suprassumo do tédio, com cenas intermináveis do universo, da terra e do surgimento da vida ao termino dela. O que realmente poderia ser válido se não fosse mais da metade do tempo, pelo menos está é a impressão que dá. Enfim, o filme é lindo, chato e cansativo, vale a pena ver, mas não quer dizer que você não vai se arrepender. ;D
O filme é feito para sentir e meditar, pois não se trata de uma obra comercial e fácil de ser entendida. Partindo da relação de um filho com o pai autoritário, a mãe amorosa e os irmãos companheiros de aventura, a trama levanta questões filosóficas e místicas. É uma história que aborda desde o Big Bang até a evolução dos tempos, com lindas imagens e trilha sonora. Conta com emocionantes atuações de Brad Pitt, Jessica Chastain e do garoto Hunter McCracken, e é tocante ao mostrar a dor e, depois, a busca pelo amor, pelo perdão, pela reconciliação. Do mesmo diretor de "Cinzas no Paraíso".
Eu perdi mais de 2 horas da minha vida, a mensagem do filme é totalmente sem sentido. Eu já assisti filmes cabeça, europeus, japoneses, chineses, alemães enfim...porém esse filme é de dar sono acelerei o filme por que senão dormia, aomda bem que não fui ao cinema. Ficar mostrando a criação do universo só para mostrar que é intelectualizado?! Oi!? É um filme simples sobre uma família. Ponto. Nada demais. Brad Pitty fazendo a mesma cara do Bastardo Inglórios, não vi conflito, não vi emoção e muito menos mensagem. Não assista.
A fotografia pode ser bela. O elenco pode ser de primeira, mas se não tiver roteiro: adeus! O filme nada mais conta que a historia de uma casal e seus filhos onde um deles morre (de tão chato, nem lembro como foi a morte pois a mesma não foi mostrada, enfim) e pronto. Acabou o filme. No meio do filme começa a surgir cenas da origem do universo, formação de umas simpáticas nebulosas e estrelas, galáxias e por fim o planeta. Depois mostra umas cenas da origem da vida e blá blá blá(de tão chato, nem lembro a sequencia e entrei no sleep mode no cinema, enfim). Sério, passa mais da metade do filme nesse vibe. Cansativas 2 horas que só Deus sabe como eu pedi para as mesmas acabarem logo. Qual a intenção das cenas astronômicas? Mostrar o qual insignificante a dor de perder um filho é em relação a grandeza do universo. Ou a linearidade da criação de um filho e sua semelhança com a origem do universo e da origem da vida (oi?) Por que falando sério, eu não captei vossa mensagem. É não adianta, filme para mim tem que passar alguma coisa para o público. Dizer que o filme é para poucos não quer dizer nada! Não precisa mastigar o filme mas esse jogo de imagem no meio do filme nada a ver foi phoda (apesar de ser apaixonada por astronomia). Sem dúvida o filme mais chato que eu já assisti em toda a existência do universo.
Como outro colega já disse, "A Árvore da Vida" é para poucos. Mas, sem dúvida, é o melhor trabalho de Terrence Malick e um dos melhores filmes da história do cinema. Quando digo que o filme não é para qualquer um não estou insinuando que foi feito para pessoas inteligentes ou cultas. É preciso ser sensível, ter a capacidade de mergulhar nas emoções e nas sensações que o filme provoca para se entender, ou melhor, para se perceber o filme. E ai está o problema: a maioria das pessoas está acostumada com roteiros que explicam tudo em seus diálogos, com início, meio e fim, de modo que nenhum mistério fica sem explicação. O filme de Malick fala sobre a vida, mas de seu modo particular: pelo que se vê, e o que não se vê; pelo que se ouve, e o que não se ouve; pela emoção que se manifesta nas cenas e nos impactam; ou seja, por todos os meios a disposição de um filme, exceto pelos diálogos elucidativos. O filme não deve ser assistido com a razão, mas com o coração. Quem entrou no cimema buscando diálogos explicativos e uma história convencional certamente se decepcionou. Malick, filósofo de formação, quiz realizar um tratado sobre a Vida, mas se quisesse usar argumentos e lógica para isso deveria ter escrito um livro... Conhecedor de todo o potencial de comunicação que o cinema tem, realizou seu tratado filosófico com cores, sons, silêncios, música, imagens e cenas. Se fosse músico, teria feito seu tratado através de uma bela sinfonia. Como é cineasta, realizou um lindo filme. Em meio a todas as formas em que a Vida se manifesta em nosso planeta desde suas origens, a história de uma família que sofre com a morte de um filho é o fio condutor do filme. Mas esta não é a história do filme. O filme é sobre A Vida, esse fenômeno maravilhoso que na Terra levou ao desenvolvimento de seres que olham para si mesmos e para o Cosmos na busca de um sentido, e o descobrem, não na ciência ou na filosofia, mas na arte e na contemplação.
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