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Júlia F.
4 críticas
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0,5
Enviada em 19 de abril de 2015
Não tem como dar nota para esse filme. Um filme tedioso, lento, chato, sem nada. Só não saí do cinema em respeito à minha irmã, que me acompanhava. Saímos do filme com cara de espanto, de sono e sem entender nada. Não indico para ninguém. Perda de tempo e dinheiro.
Um dos filmes mais chatos que já assisti. Não assistam você vai dormir logo no começo, tem umas imagens legais e é só, mas nem por isso vale a pena assistir, é muita besteira e enrolação e não se chega a nada, ou seja questionamentos sem respostas e imagens, só isso e o sono que dá em quem assiste.
Filme magnífico, enigmático, maravilhoso, nos faz pensar sobre toda a conjuntura, sobre o tudo e o nada, o começo e o fim, nos faz refletir sobre a vida, nos faz viajar, divagar, entrar na escuridão mais profunda das nossas emoções, nos faz palpitar, chorar e rir..
SQN!
Filme ridículoooo! Um bando de zé coxinha pagando sobre esse filme..a coisa mais chata que eu tive o desprazer de assistir em toda a minha vida. Filme pra quem toma bala, alcoólatra depressivo ..só pode ser pra esse tipo de público, porque...ai meu deuuus! Dá até nervoso de pensar que lembrar que assisti a essa megalomania ridícula. O pior é ver um monte de pseudos alguma coisa vomitando sobre quão fantástico foi a experiência de assistir a esse clássico do cinema moderno.
São pouquíssimos filmes que eu dou nota máxima, esse é um deles. Roteiro maravilhoso, atuações impecáveis. Um filme muito acima da média. Assisti umas 4 vezes, e não cansei, pode até ser um pouco cansativo por aquelas imagens da criação do universo, e etc. Porém, vale muito a pena ver!
A Árvore da Vida é uma obra-prima belíssima que, enfocando o luto de uma família comum dos Estados Unidos, expande este conceito para questões existenciais e metafísicas, culminando, assim, numa poderosa poesia visual no qual as relações familiares nunca deixam de ser o foco de atenção. Adotando uma abordagem intimista do inicio ao fim, este filme tem como méritos discutir o ciclo da vida ao mesmo tempo em que nos permite acompanhar, quase como se tivéssemos uma lupa, o drama familiar vivenciado pelos O’Brien.
O Ferreira Gullar escreveu um poema que pode te ajudar com este filme. Se chama "A estrela". Neste poema ele pergunta para seu gatinho se este sabe o que é uma estrela, e embora mostre toda a suntuosidade do universo, no final ele diz que mais importa para ele os olhos do gatinho, que o fita. Uma das muitas formas de se ler o filme "Árvore da Vida" seria contrapor o macro, do universo, e nossa finitude perto dele, versus a totalidade de nossas vidas finitas, que afinal é tudo o que realmente nos importa. Somos nada diante do universo, mas esta vida pequena ainda é tudo o que temos. spoiler: Assim, perder um filho é um evento tão grandioso quanto o nascimento de uma estrela ou de uma galaxia inteira. Não acho que este seja um filme cristão. Penso que ele toma alguns dizeres bíblicos para suscitar tais angústias, mas poderiam ser outros (da mitologia grega, de Dom Quixote ou de Hamlet), que funcionariam igualmente bem.
Não vale assistir o filme desconfiado,tentando achar uma mensagem em suas entranhas ou até mesmo um enredo.Não conheço uma pessoa que não se decepcionou fazendo isso.A ideia é relaxar e curtir a fotografia e entender que talvez Terrence Malik só quis mostrar como é belo os nossos questionamentos a respeito do sentido da vida, assim como o jogo de acontecimentos improvaveis que resultou no nosso planeta ( o que podia ter sido mostrado de uma forma menos entediante e/ou mais curta). É belo também o contraste entre o casal: um pai que se rendeu de sua bondade pela educação e razão e uma mãe que vive dela. O quão louco é o fato de como todo ser humano é educado a buscar dinheiro e poder. É lindo a complexidade da relação entre irmãos, a rebeldia da juventude e a tristeza da perda de um filho. Nada disto é, propositalmente, discutido e sim apenas escancarado na obra.
Enfim,não da para dizer que o filme não tem um bom jogo de imagens, e para mim, era tudo o que ele queria ter, uma pena talvez?
Uma maravilha que veio depois do cinema.. sem palavras.. até porque corre-se o risco de minimizar a beleza da fotografia e o contexto repleto de emoçoes..
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