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Guto Lamarck
1 crítica
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4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
A arvore da vida. A arvore da insensatez .A arvore da má assimilação,que cria uma rotação de críticas sem embasamento.Ideias iguais,respostas distintas.O filme é o puro exemplo da resposta em vão...Das verdades contraditórias...Das razões que provem das emoções.Tais comentáros que tiveram o alicerce dos pensamentos inócuos,fracos,sem sentidos,que sempre caem nos penhascos do mau gosto,que propaga a falsa ideia do ruim para esclarecer a falta de senso e compreenssão.Esse filme não pode ser apenas considerado "cult " ele é a etmologia assistida,o presente ferido,o futuro temido.Um filme pleno, sereno, reluzente que faz a evolução andar em horizonte crescente.Espetacular
...Péssimo Filme! Um filme que te faz olhar para o teto do cinema pra vê se o tempo passa. Boas parte das pessoas não aguentaram assistir o filme, e eu fui uma delas. Um filme que não tem diálogo algum, imagine um filme que fica uns 20 minutos passando música clássica e imagens de bolhas, céu, larva, fogo, mar, DINOSSAUROS? É dinossauros! Quando parecia que ia acabar a musica aumentava e as imagens sem sentido continuavam. Um filme totalmente viajado.
DICA: Este filme é para aquelas pessoas que tem um gosto especifico para filme, que não é igual ao meu, graças a Deus! Antes de assistir pense que, mas que a metade da sala saiu no meio do filme. Uns dos piores filmes que assisti!
A sinopse contida no folheto oficial do UCI-Anália descreve o filme como "passando boa parte nos anos 50. A trama gira em torno do casal O'Brien e seus 3 fºs. Jack é o mais velho e, no começo, está vivendo uma feliz e inocente infância com seus 11 anos. Tudo muda qdo um dos irmãos morre e a família entra em desespero. A estória passa então a mostrar a transformação do garoto Jack em UM ADULTO PERDIDO no mundo moderno e em constante busca pelo Sentido da Vida" mas tenho percepções "mais pessoais" do filme, com relação à minha própria história pessoal, que dependendo das pessoas e incidentes que o cercam, se está ou não fadado ao infortúnio-da-vida e isso tb é relatado no início da película... FILMÃO, que demanda uma gde atenção e sensibilidade pra se contextualizar o bem-amarrado roteiro. NOTA 9,75, equivalente a 4,5 estrelas!
Um filme belíssimo que me emocionou bastante! Uma história simples,contada de forma não linear, abordando a vida de uma família, o relacionamento entre pais e filhos e entre irmãos, o relacionamento com Deus... Enfim, uma verdadeira obra de arte, com uma fotografia impressionante e uma trilha sonora maravilhosa!
É ninguém precisa ver um filme, e pra seguir a corrende de pseudo-intelectuais falar bem do filme só pq todos falam bem, mas não ver um filme e não gostar... essa eu nunca ví!
Não vi e não gostei. Malik é um recluso que fez apenas 5 longas em mais de 40 anos. Só o que vi nas críticas, mesmo as elogiosas, me apavarou. Trata-se de mais um filme pseudo-intelectual, que ninguém inteligente tem autorização de dizer que tudo não passa de uma grande empulhação. Sinto-me como aquela criança que grita: "o rei está nu", naquele desfile do rei pelado, que garbosamente "veste" a roupa invisível feito por um alfaiate vigarista. Uma rara crítica negativa (Orlando Sentinel) lamenta-se sobre a mistura indigesta de monólogos incoerentes, vastidões lindas e extremos close-ups, em um todo caótico. Tenho fobia de filme-cabeça desde o legendário "Cabeças Cortadas" de Glauber Rocha, onde quase todos saíram no meio da sessão, menos eu, que não queria acreditar no que estava vendo.
Um filme filosófico, poético, com muitas simbologias enfim um filme de arte, não vai agradar a maioria das pessoas acostumadas c/ filmes "organizadinhos c/ começo, meio e fim. Um filme p/ se visto mais de uma vez, para podermos fazer as várias leituras e reflexões q. ele oferece.
Devo avisar que é um belíssimo filme, mas não é para todos. Exige muita reflexão e atenção do espectador. É muito envolvente e emocional. Saí até um pouco abalada da sala do cinema. Vale á pena ver mais de uma vez para entender, principalmente o final. Sem dúvida o filme de arte do ano.
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