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lpk
1 crítica
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5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Até o início do filme, também eu profetizava 138 minutos arrastados e sonolentos. Ainda sim, a curiosidade me levou ao cinema. Creio que a maioria dos que estavam comigo na sala teve aquela impressão confirmada. Alguns sairam na metade do filme. Outros tantos foram bem explícitos quanto a isso assim que os créditos surgiram na tela.
Eu, todavia, talvez por já saber que não se tratava de um filme tradicional, não tive expectativas frustradas. Pelo contrário: fui agradavelmente surpreendido. A espetacular fotografia do filme prendeu fixamente a minha atenção, de forma que a ausência de diálogos e de uma narrativa linear, ao contrário do que eu imaginava, não me deixou alheio ao que se passava na tela.
Uma vez imerso no filme, é impossível permanecer insensível aos personagens, as atuações magnifícas de todos os atores e, principalmente, as mensagens elegantemente implícitas em cada cena. A mim me marcou o paradoxo entre a imensa dor daquela família em face da perda de um dos seus e a sua diminuta relevÂncia em face de um todo espacial e temporal. As citações do livro de Joh, no ponto, são exatas. A descoberta do perdão pelo protagonista também foi de uma sensibilidade ímpar. Trata-de de um filme, creio eu, com um enorme potencial para cada um explorar de acordo com as suas experiências pessoais.
Acho que vale a pena arriscar. Se possível, vão sós, descansados, sem pressa, com o espírito preparado e a mente aberta. Pode ser que também tenham essa excelente surpresa e saiam do cinema tão impressionados quanto eu.
A arvore da vida. A arvore da insensatez .A arvore da má assimilação,que cria uma rotação de críticas sem embasamento.Ideias iguais,respostas distintas.O filme é o puro exemplo da resposta em vão...Das verdades contraditórias...Das razões que provem das emoções.Tais comentáros que tiveram o alicerce dos pensamentos inócuos,fracos,sem sentidos,que sempre caem nos penhascos do mau gosto,que propaga a falsa ideia do ruim para esclarecer a falta de senso e compreenssão.Esse filme não pode ser apenas considerado "cult " ele é a etmologia assistida,o presente ferido,o futuro temido.Um filme pleno, sereno, reluzente que faz a evolução andar em horizonte crescente.Espetacular
...Péssimo Filme! Um filme que te faz olhar para o teto do cinema pra vê se o tempo passa. Boas parte das pessoas não aguentaram assistir o filme, e eu fui uma delas. Um filme que não tem diálogo algum, imagine um filme que fica uns 20 minutos passando música clássica e imagens de bolhas, céu, larva, fogo, mar, DINOSSAUROS? É dinossauros! Quando parecia que ia acabar a musica aumentava e as imagens sem sentido continuavam. Um filme totalmente viajado.
DICA: Este filme é para aquelas pessoas que tem um gosto especifico para filme, que não é igual ao meu, graças a Deus! Antes de assistir pense que, mas que a metade da sala saiu no meio do filme. Uns dos piores filmes que assisti!
A sinopse contida no folheto oficial do UCI-Anália descreve o filme como "passando boa parte nos anos 50. A trama gira em torno do casal O'Brien e seus 3 fºs. Jack é o mais velho e, no começo, está vivendo uma feliz e inocente infância com seus 11 anos. Tudo muda qdo um dos irmãos morre e a família entra em desespero. A estória passa então a mostrar a transformação do garoto Jack em UM ADULTO PERDIDO no mundo moderno e em constante busca pelo Sentido da Vida" mas tenho percepções "mais pessoais" do filme, com relação à minha própria história pessoal, que dependendo das pessoas e incidentes que o cercam, se está ou não fadado ao infortúnio-da-vida e isso tb é relatado no início da película... FILMÃO, que demanda uma gde atenção e sensibilidade pra se contextualizar o bem-amarrado roteiro. NOTA 9,75, equivalente a 4,5 estrelas!
Um filme belíssimo que me emocionou bastante! Uma história simples,contada de forma não linear, abordando a vida de uma família, o relacionamento entre pais e filhos e entre irmãos, o relacionamento com Deus... Enfim, uma verdadeira obra de arte, com uma fotografia impressionante e uma trilha sonora maravilhosa!
É ninguém precisa ver um filme, e pra seguir a corrende de pseudo-intelectuais falar bem do filme só pq todos falam bem, mas não ver um filme e não gostar... essa eu nunca ví!
Não vi e não gostei. Malik é um recluso que fez apenas 5 longas em mais de 40 anos. Só o que vi nas críticas, mesmo as elogiosas, me apavarou. Trata-se de mais um filme pseudo-intelectual, que ninguém inteligente tem autorização de dizer que tudo não passa de uma grande empulhação. Sinto-me como aquela criança que grita: "o rei está nu", naquele desfile do rei pelado, que garbosamente "veste" a roupa invisível feito por um alfaiate vigarista. Uma rara crítica negativa (Orlando Sentinel) lamenta-se sobre a mistura indigesta de monólogos incoerentes, vastidões lindas e extremos close-ups, em um todo caótico. Tenho fobia de filme-cabeça desde o legendário "Cabeças Cortadas" de Glauber Rocha, onde quase todos saíram no meio da sessão, menos eu, que não queria acreditar no que estava vendo.
Um filme filosófico, poético, com muitas simbologias enfim um filme de arte, não vai agradar a maioria das pessoas acostumadas c/ filmes "organizadinhos c/ começo, meio e fim. Um filme p/ se visto mais de uma vez, para podermos fazer as várias leituras e reflexões q. ele oferece.
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