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4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Tipo, eu vi várias pessoas reclamando, falando que o filme é arrastado, mas quando eu o assisti no cinema e não vi nada disso!!! O filme é lindíssimo, as mensagens estão super claras, e se eu pudesse eu ficava o dia inteiro vendo esta obra prima! Não tem nada igual a este filme, eu achei incrível, mas não entendi as pessoas não gostando deste filme, acho que estão cada vez mais acostumadas a um estilo concreto de roteiro, e este filme amassa e joga fora todo roteiro certinho, inovando de modo único! Que pena que nem todos entenderam...
nao consegui ver ate o final. para assistir sem sono algum. filme demonstra ser lindo e tocante, mas com cenas que se arrastam demasiadamente. nao terei forcas para tentar ver novamente... apesar de achar que valeria a pena.
...Filme para os entusiastas do pensamento espírito, traduz a vida a partir de imagens belas, mas sem sentido algum. Uma visão religiosa dá sentido e sentimento às imagens, ao espectadores, como disse um amigo aqui embaixo, parece National Geographic.
Esse filme é daqueles que não foram feitos apenas para serem vistos. É uma obra extremamente marcante, intensa e ao mesmo tempo sensível, você tem que ir absorvendo aos poucos cada tempo dele, pois trata da vida que é marcada por momentos bons e ruins.
Concordo que para muitos vai parecer muito subjetivo, mas isso apenas para aqueles que desistirem de ver até o final.
O tipo de filme que a Academia do Cinema gosta, provável ganhador do Oscar 2012.
...concordo com o roberto cunha. é um filme chato e bastante cansativo principalmente por aquele monte de imagens compreendi o significado delad , mas cansa um filme composto por dialogos praticamente inexistentes , narrado pelo primogenito que revela a magoa que sente pelo pai controlador , um tema pesado, triste e ate vazio e um pouco abatido, o filme fica chato por ser parado nas cenas de um cotidiano de uma familia de um pai que subjuga os filhos, uma mae superprotetora, um caçula inocente e um primogenito ressentido que em uma parte do filme passa a ser um vilao perverso e algumas cenas por exemplo que eu nao entendi alguem me explique por favor
Um filme que beira a perfeição, só não a alcança por ter exagerado no tempo utilizado nas imagens aleatórias da vida no universo. "A ÁRVORE DA VIDA" retrata a vida como eu nunca tinha visto antes em um filme. É realista e poético, é a vida em 138 minutos.
A análise do filme está muito interessante e bem feita, parabéns pelo texto.
Apesar disso, eu esperava muito mais deste filme, visto alguns comentários de conhecidos que assistiram e supostamente adoraram.
O roteiro tenta ser profundo, mesclando um simples drama familiar com a origem e a evolução do planeta, mas na minha opinião é superficial. Percebemos facilmente a função de cada personagem, de forma até caricata: o pai autoritário, a mãe protetora, filhos problemáticos por causa da repressão, a morte de um deles e a tentativa de superação por cada um dos membros.
A família nos seus momentos felizes é também extremamente caricata: crianças num belo jardim correndo do pai, que joga água em cada um deles, a mãe feliz acompanhando tudo de perto, enfim, tudo tão perfeito como uma propaganda de margarina, que se repete vezes e mais vezes.
A trilha sonora mesclada com imagens do planeta em 3d tenta tornar tudo grandioso demais, mas é cansativo, repetitivo e embora não assuma totalmente, chega a ser religiosamente implícito. Fora isso, toda ligação da formação familiar com elementos religiosos ou simbólicos é especulação, e servem pra enriquecer o filme fora da sala de cinema, mas não se apresentam de forma conclusiva no filme em si. Brad Pitt é um ator também que é bem difícil de engolir, principalmente pelo público que aprecia filmes mais alternativos.
Em alguns momentos o filme tem imagens dispensáveis, como os dinossauros andando pelo planeta, por exemplo. Um documentário banal do canal National Geographic?
Se o filme foge dos padrões comerciais norte-americanos? Isso é claro, mas também acredito que deveria ser uma obrigação com relação aos filmes que assistimos e consequentemente dedicamos nossa atenção.
Mas somente isso não é mérito para que se receba elogios.
O filme deveria ser colocado ao lado de filmes que também fogem do padrão e analisado, de forma comparativa ou não, como por exemplo ao também recente Melancholia, do Lars Von Trier, que explora personagens e história de uma forma única e muito profunda.
Bom, pra não ser tão crítico assim e parecer que não havia nada de bom no filme, deixo um elogio ao desempenho do ator que faz o personagem do filho mais velho, Hunter McCracken, que atuou de forma bem convincente.
Pra quem espera 2 horas de puro entretenimento, o filme pode desapontar e MUITO! Pra mim, é um filme único, um dos meus favoritos. E é também uma prova de que Brad Pitt é de fato um ótimo ator. O filme não gira em torno de um enredo - com começo, meio e fim - mas sim ao redor de uma ideia, de um dilema que já é colocado desde o início do filme: há duas formas de se viver, através da natureza ou da graça, qual deles é o melhor? É possível conciliar ambos? E pelo o que eu entendi, é essa a causa da aparente angústia do personagem de Sean Penn, o filho mais velho do personagem de Brad Pitt. Eu não sei se as pessoas que não gostaram é porque acabaram se perdendo (o que não é muito difícil) nas inúmeras imagens jogadas no começo do filme, ou se é porque se identificaram com Sean Penn. De qualquer forma, pra quem tem curiosidade em assistir e não se desapontar, seria bom esperar alguns longos minutos de cenas abstratas.
Um filme para ser sentido. Eu acredito que o roteiro é complexo, sim, mas conta com a sensibilidade das nossas experiências para se completar. Não é o diálogo que diz o que está acontecendo, é ver o filme e reconhecer nele a natureza humana. É clichê pensar no sentido da vida, questionar Deus, a família, tomar o amor como um valor, um princípio de vida? Então é clichê ser humano. É uma maneira diferente de fazer cinema e o novo sempre incomoda.
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