A Árvore da Vida
Média
3,4
653 notas

131 Críticas do usuário

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hcguimara
hcguimara

6 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
nao consegui ver ate o final. para assistir sem sono algum. filme demonstra ser lindo e tocante, mas com cenas que se arrastam demasiadamente. nao terei forcas para tentar ver novamente... apesar de achar que valeria a pena.
ziul
ziul

47 seguidores 7 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
...Filme para os entusiastas do pensamento espírito, traduz a vida a partir de imagens belas, mas sem sentido algum. Uma visão religiosa dá sentido e sentimento às imagens, ao espectadores, como disse um amigo aqui embaixo, parece National Geographic.
Andre Abidon
Andre Abidon

1 seguidor 7 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Puro sentimento!

Esse filme é daqueles que não foram feitos apenas para serem vistos. É uma obra extremamente marcante, intensa e ao mesmo tempo sensível, você tem que ir absorvendo aos poucos cada tempo dele, pois trata da vida que é marcada por momentos bons e ruins.

Concordo que para muitos vai parecer muito subjetivo, mas isso apenas para aqueles que desistirem de ver até o final.

O tipo de filme que a Academia do Cinema gosta, provável ganhador do Oscar 2012.
isabella
isabella

3 seguidores 26 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
...concordo com o roberto cunha. é um filme chato e bastante cansativo principalmente por aquele monte de imagens compreendi o significado delad , mas cansa um filme composto por dialogos praticamente inexistentes , narrado pelo primogenito que revela a magoa que sente pelo pai controlador , um tema pesado, triste e ate vazio e um pouco abatido, o filme fica chato por ser parado nas cenas de um cotidiano de uma familia de um pai que subjuga os filhos, uma mae superprotetora, um caçula inocente e um primogenito ressentido que em uma parte do filme passa a ser um vilao perverso e algumas cenas por exemplo que eu nao entendi alguem me explique por favor
Rogerio_ruts
Rogerio_ruts

13 seguidores 57 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Um filme que beira a perfeição, só não a alcança por ter exagerado no tempo utilizado nas imagens aleatórias da vida no universo.
"A ÁRVORE DA VIDA" retrata a vida como eu nunca tinha visto antes em um filme.
É realista e poético, é a vida em 138 minutos.
fcraft
fcraft

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
A aná­lise do filme está muito inte­res­sante e bem feita, para­béns pelo texto.

Apesar disso, eu espe­rava muito mais deste filme, visto alguns comen­tá­rios de conhe­ci­dos que assis­ti­ram e supos­ta­mente adoraram.

O roteiro tenta ser pro­fundo, mes­clando um sim­ples drama fami­liar com a ori­gem e a evo­lu­ção do pla­neta, mas na minha opi­nião é super­fi­cial. Percebemos facil­mente a fun­ção de cada per­so­na­gem, de forma até cari­cata: o pai auto­ri­tá­rio, a mãe pro­te­tora, filhos pro­ble­má­ti­cos por causa da repres­são, a morte de um deles e a ten­ta­tiva de supe­ra­ção por cada um dos membros.

A famí­lia nos seus momen­tos feli­zes é tam­bém extre­ma­mente cari­cata: cri­an­ças num belo jar­dim cor­rendo do pai, que joga água em cada um deles, a mãe feliz acom­pa­nhando tudo de perto, enfim, tudo tão per­feito como uma pro­pa­ganda de mar­ga­rina, que se repete vezes e mais vezes.

A tri­lha sonora mes­clada com ima­gens do pla­neta em 3d tenta tor­nar tudo gran­di­oso demais, mas é can­sa­tivo, repe­ti­tivo e embora não assuma total­mente, chega a ser reli­gi­o­sa­mente implí­cito. Fora isso, toda liga­ção da for­ma­ção fami­liar com ele­men­tos reli­gi­o­sos ou sim­bó­li­cos é espe­cu­la­ção, e ser­vem pra enri­que­cer o filme fora da sala de cinema, mas não se apre­sen­tam de forma con­clu­siva no filme em si. Brad Pitt é um ator tam­bém que é bem difí­cil de engo­lir, prin­ci­pal­mente pelo público que apre­cia fil­mes mais alternativos.

Em alguns momen­tos o filme tem ima­gens dis­pen­sá­veis, como os dinos­sau­ros andando pelo pla­neta, por exem­plo. Um docu­men­tá­rio banal do canal National Geographic?

Se o filme foge dos padrões comer­ci­ais norte-americanos? Isso é claro, mas tam­bém acre­dito que deve­ria ser uma obri­ga­ção com rela­ção aos fil­mes que assis­ti­mos e con­se­quen­te­mente dedi­ca­mos nossa atenção.

Mas somente isso não é mérito para que se receba elogios.

O filme deve­ria ser colo­cado ao lado de fil­mes que tam­bém fogem do padrão e ana­li­sado, de forma com­pa­ra­tiva ou não, como por exem­plo ao tam­bém recente Melancholia, do Lars Von Trier, que explora per­so­na­gens e his­tó­ria de uma forma única e muito profunda.

Bom, pra não ser tão crítico assim e parecer que não havia nada de bom no filme, deixo um elogio ao desempenho do ator que faz o personagem do filho mais velho, Hunter McCracken, que atuou de forma bem convincente.
burrita89
burrita89

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Pra quem espera 2 horas de puro entretenimento, o filme pode desapontar e MUITO! Pra mim, é um filme único, um dos meus favoritos. E é também uma prova de que Brad Pitt é de fato um ótimo ator.
O filme não gira em torno de um enredo - com começo, meio e fim - mas sim ao redor de uma ideia, de um dilema que já é colocado desde o início do filme: há duas formas de se viver, através da natureza ou da graça, qual deles é o melhor? É possível conciliar ambos?
E pelo o que eu entendi, é essa a causa da aparente angústia do personagem de Sean Penn, o filho mais velho do personagem de Brad Pitt.
Eu não sei se as pessoas que não gostaram é porque acabaram se perdendo (o que não é muito difícil) nas inúmeras imagens jogadas no começo do filme, ou se é porque se identificaram com Sean Penn.
De qualquer forma, pra quem tem curiosidade em assistir e não se desapontar, seria bom esperar alguns longos minutos de cenas abstratas.
juliana
juliana

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Um filme para ser sentido.
Eu acredito que o roteiro é complexo, sim, mas conta com a sensibilidade das nossas experiências para se completar. Não é o diálogo que diz o que está acontecendo, é ver o filme e reconhecer nele a natureza humana. É clichê pensar no sentido da vida, questionar Deus, a família, tomar o amor como um valor, um princípio de vida? Então é clichê ser humano.
É uma maneira diferente de fazer cinema e o novo sempre incomoda.
carloshbueno
carloshbueno

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Excelente programa da National Geographic! Imagens lindas!
História chata!
lpk
lpk

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Até o início do filme, também eu profetizava 138 minutos arrastados e sonolentos. Ainda sim, a curiosidade me levou ao cinema. Creio que a maioria dos que estavam comigo na sala teve aquela impressão confirmada. Alguns sairam na metade do filme. Outros tantos foram bem explícitos quanto a isso assim que os créditos surgiram na tela.

Eu, todavia, talvez por já saber que não se tratava de um filme tradicional, não tive expectativas frustradas. Pelo contrário: fui agradavelmente surpreendido. A espetacular fotografia do filme prendeu fixamente a minha atenção, de forma que a ausência de diálogos e de uma narrativa linear, ao contrário do que eu imaginava, não me deixou alheio ao que se passava na tela.

Uma vez imerso no filme, é impossível permanecer insensível aos personagens, as atuações magnifícas de todos os atores e, principalmente, as mensagens elegantemente implícitas em cada cena. A mim me marcou o paradoxo entre a imensa dor daquela família em face da perda de um dos seus e a sua diminuta relevÂncia em face de um todo espacial e temporal. As citações do livro de Joh, no ponto, são exatas. A descoberta do perdão pelo protagonista também foi de uma sensibilidade ímpar. Trata-de de um filme, creio eu, com um enorme potencial para cada um explorar de acordo com as suas experiências pessoais.

Acho que vale a pena arriscar. Se possível, vão sós, descansados, sem pressa, com o espírito preparado e a mente aberta. Pode ser que também tenham essa excelente surpresa e saiam do cinema tão impressionados quanto eu.
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