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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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3,5
Enviada em 9 de novembro de 2016
Um filme com Brad Pitt e Jessica Chastain obde os mesms atuam muito bem! roteiro bom, mas com algumas falhas de desenvolvimento, fotografia lindíssima e edição ótima!!!
Malick é um gênio de marketing, pois não dá entrevistas por se intitular como recluso e apresenta este filme com mais de 2 horas de duração sem nenhum roteiro, estória ou conexão, ou seja, uma bomba que felizmente não explode na sala de cinema. me diverti com a participação do Sean Penn, pois sua entrada, parece de alguém entrando no estúdio e procurando, sem encontrar a sala e a pessoa que marcara uma reunião, totalmente perdido no tempo e no espaço. Poderia ser um filme filosófico, se tivesse um fio condutor mínimo. faz referências a 2001 uma odisséia no espaço e mais um monte de cenas desconexas e sem criatividade. Filme para poucos com alguma enfermidade que crie alguma sintonia. saiu na mesma época de Melancolia do genial Lars Von Trier o que sugere um abismo entre estas obras.
Provavelmente o filme mais espiritual e Terrence Malick,The Tree of Life não se assemelha a um longa metragem comum.Se trata de uma jornada da Vida espiritual humana sobre a percepção de Malick.
Talvez um poema,sim esse filme parece muito um poema reflexivo em forma de filme.É interessante ver como o diretor alcança um ápice na procura o divino,é uma experiência acima de tudo libertadora.Uma verdadeira viagem por nossa evolução e uma exploração dos sentimentos de uma família comum dos anos 50 dos EUA.Contando com belas paisagens e uma trabalho técnico deslumbrante,o filme é de fato um dos mais puros e singelos que tive o prazer de assistir.O balé que o Malick faz com a câmera passa uma visão muito íntima de cada personagem.
A todo momento perguntas são feitas,o sofrimento de cada personagem é traduzido em perguntas a um ser divino e o diretor faz essas perguntas ao mesmo tempo que contempla beleza do mundo (Como de Costume).A árvore genealógica a vida tem seus caminhos traçados por dois lados:A Graça e a Natureza que queira ou não estão lado a lado pela eternidade.Cada personagem possui uma carga dramática tão poderosa que transforma o filme em uma experiência ainda mais naturalista.
The Tree of Life é um filme para poucos.Com o tema religioso poderoso,Malick escreve um verdadeiro poema da Vida humana,com um trabalho estético tão lindo que parece transparecer ao divino e interpretações tão poderosas que da o ainda mais poder a essa jornada fascinante o ser humano.
É ninguém precisa ver um filme, e pra seguir a corrende de pseudo-intelectuais falar bem do filme só pq todos falam bem, mas não ver um filme e não gostar... essa eu nunca ví!
É um filme enigmático,espiritual,sobre a vida e a morte. Sobre o dia a dia de uma família, com seus rituais. Embora com uma história simples ele aprofunda no existencial e nos questionamentos que todos se fazem a cada dia. Terrence Malick fez um filme para poucos.
O metafórico e poético filme A Árvore da Vida é bastante experimental e tem pouco convenção com o cinema de narração convencional. É necessário estar disposto para se deixar mergulhar e inundar na enriquecedora experiência de sensações de Terrence Malick. Uma obra-prima vencedora da Palma de Ouro em Cannes , merecidamente, pela riqueza da fotografia, da música, o elenco magnífico e a montagem feita por cinco profissionais, inclusive o brasileiro Daniel Resende. Efeitos visuais, direção de arte impecáveis. No filme a lembrança da morte de um irmão do personagem Jack (Sean Penn) é uma alusão a morte precoce de um irmão do diretor Terrence, anunciada por um telegrama recebido pela mãe ( Jessica Chastain, belíssima em todos os sentidos), ponto de partida para uma história que regressa à formação das galáxias e a origem da vida na Terra, lembrando 2001 de Stanley Kubrick. Não esquecendo que Brad Pitt, como o pai, também está sobriamente espetacular. O filme deixa várias questões em aberto não por pedantismo, logicamente para que o telespectador se envolva e ache seu próprio caminho. Coisas de um mestre do cinema contemplativo.
O filme é feito para sentir e meditar, pois não se trata de uma obra comercial e fácil de ser entendida. Partindo da relação de um filho com o pai autoritário, a mãe amorosa e os irmãos companheiros de aventura, a trama levanta questões filosóficas e místicas. É uma história que aborda desde o Big Bang até a evolução dos tempos, com lindas imagens e trilha sonora. Conta com emocionantes atuações de Brad Pitt, Jessica Chastain e do garoto Hunter McCracken, e é tocante ao mostrar a dor e, depois, a busca pelo amor, pelo perdão, pela reconciliação. Do mesmo diretor de "Cinzas no Paraíso".
Uma maravilha que veio depois do cinema.. sem palavras.. até porque corre-se o risco de minimizar a beleza da fotografia e o contexto repleto de emoçoes..
As cenas artísticas do universo são bem feitas e captam a atenção. O filme se prende na abordagem dos atos da vida e a tentativa de mimetizar um exemplo com a família, achei que foi uma tentativa válida mas não captei a simpatia e sinergia da obra e nem de Brad Pitt, a tentativa de expressar o pai rígido em alguns momentos encalhou. O filme ficou excessivamente no entorno da família, uma obra que se prontifica a falar da árvore da vida talvez faltasse falar mais dos ramos, o que cada um seguiu. Os atores mirins fazem sua parte, mas, a obra cansa pela sua excessiva duração para um tema tão genérico e complicado de se trabalhar. Alguns expectadores poderão não captar a essência de cada ato devido a elevada abstração da obra, principalmente o corte para os 5min de animações que tem a cada momento. Enfim, o filme trabalha bastante o lado melancólico, disfarçado de exuberância, da vida talvez o lado mais positivo poderia ter sido tratado, é chato aguentar a pancadaria para cima do garoto Jack , que pegou o papel de bode expiatório na obra inteira. Mas, foi uma escolha dos redatores, direção e autoria seguir outros caminhos. Quem estiver inspirado para assistir o filme, talvez de uma nota melhor que a minha mas bem que tentei e não vi muita coisa.
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