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Lucas S.
293 seguidores
204 críticas
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4,0
Enviada em 25 de janeiro de 2014
Já adianto que para assistir esse filme tu tem que ter um certo conhecimento de vida e uma sensibilidade para entender ela, e compreender o filme. Tratando-se de uma família tradicional com os ensinamentos conservadores. Bate de frente com essa nova cultura familiar, que está degradando a sociedade.
Alguns se irritarão com a direção, mas os primeiros 40 minutos do filme deixam um impacto inesquecível. O restante é interessante mas não tanto quanto o começo. Nota: 7,5
Por duas vezes tentei assisti-lo para buscar os grandes críticos depuseram sobre este filme. A primeira vez desisti aos 15 minutos e a segunda aos trinta minutos. Acho que sou um energúmeno, insensivel, bronco e realista demais. Não percam seu tempo...Não vou nem comentar ou dar alguma nota. PUTZ, uma droga chatérrima!
Malick é um gênio de marketing, pois não dá entrevistas por se intitular como recluso e apresenta este filme com mais de 2 horas de duração sem nenhum roteiro, estória ou conexão, ou seja, uma bomba que felizmente não explode na sala de cinema. me diverti com a participação do Sean Penn, pois sua entrada, parece de alguém entrando no estúdio e procurando, sem encontrar a sala e a pessoa que marcara uma reunião, totalmente perdido no tempo e no espaço. Poderia ser um filme filosófico, se tivesse um fio condutor mínimo. faz referências a 2001 uma odisséia no espaço e mais um monte de cenas desconexas e sem criatividade. Filme para poucos com alguma enfermidade que crie alguma sintonia. saiu na mesma época de Melancolia do genial Lars Von Trier o que sugere um abismo entre estas obras.
eu nunca abandono um filme por mais monotono que seja...porém esse filme me venceu! PARABENS!!! quando começou a passar o que parecia um slide sobre o começo do mundo eu ja nao tava aguentando,mas quando eu vi o monstro do lago ness foi a gota d'agua eu desisti e provavelmente nao irei terminar de ver esse filme nunca.
Não é um filme memoravel.Mas tem sim seu encanto.A proposta de Terrence Mallick foi criar um filme reflexivo com o intuito de penetrar na mente de diversas pessoas por um tempo grande e continuo.E ele consegue isso em muitos momentos.Mas uma critica negativa em relação a Arvore da Vida,é a quantia desnecessaria de imagens,que mesmo lindas,chegam a nos cansar.Numa faixa do filme entre 20 e 35 minutos,não é visto sequer um ser humano,e sim diversas imagens todas com uma beleza visual impactante. Não entendi muito bem,o envolvimento de dinossauros nesta obra. Achei um pouco estranho,mas lendo a sinopse do filme e observando com atenção o título pode se perceber o que Mallick quis representar.
Destaques positivos vão para Brad Pitt,e seus três filhos que são o ponto principal de atenção para o filme.Ótima fotografia e trilha sonora,ajudam a Arvore da Vida ganhar um espaço belo na carreira deste diretor,e talvez até na história do oscar.Mas esperava um pouco mais.
Um filme só é realmente bom quando não é um fime seletivo pensado e feito apenas para uma parcela da população que se identifica. Um filme bom é um filme que tem o poder de fazer qualquer pessoa que assistir pensar e refletir mesmo que sendo de uma maneira subjetiva, o que não é o caso. O filme foi feito pela perspectiva de um diretor e agrada a parcela de pessoas que pensam e raciocinam igual a ele. Trilha sonora é bem construída e agradável. A fotografia é bonita, tão interessante que por um momento achei que estivesse assistindo um documentário do Nat Geo. As pessoas que se consideram “cultas” adoram superestimar coisas fora do convencional para se sentirem superiores de alguma forma.
O Ferreira Gullar escreveu um poema que pode te ajudar com este filme. Se chama "A estrela". Neste poema ele pergunta para seu gatinho se este sabe o que é uma estrela, e embora mostre toda a suntuosidade do universo, no final ele diz que mais importa para ele os olhos do gatinho, que o fita. Uma das muitas formas de se ler o filme "Árvore da Vida" seria contrapor o macro, do universo, e nossa finitude perto dele, versus a totalidade de nossas vidas finitas, que afinal é tudo o que realmente nos importa. Somos nada diante do universo, mas esta vida pequena ainda é tudo o que temos. spoiler: Assim, perder um filho é um evento tão grandioso quanto o nascimento de uma estrela ou de uma galaxia inteira. Não acho que este seja um filme cristão. Penso que ele toma alguns dizeres bíblicos para suscitar tais angústias, mas poderiam ser outros (da mitologia grega, de Dom Quixote ou de Hamlet), que funcionariam igualmente bem.
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