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Diogo Codiceira
24 seguidores
887 críticas
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2,5
Enviada em 28 de janeiro de 2026
Rambo 5- Até o fim aconteceu 11 anos após o último filme. A direção ficou com Adrian Grunberg e roteiro de Sylvester Stallone e Matthew Cirulnick. Na trama, acompanhamos John Rambo (Sylvester Stallone) que vive recluso em um rancho cuidado de uma adolescente Gabriela (Yvette Monreal). Porém, a jovem ao atravessar a fronteira com o México acaba sendo sequestrada por um carteal. Rambo deve voltar a suas origens para buscar salva a jovem. O que difere a premissa desse filme com os demais da franquia é a integração de Rambo em sua sociedade, na casa em que seu pai morou, mas com outra familia que o considera como sua. Além disso, logo no começo percebemos que ele é voluntário e salva pessoas. Ou seja, o Rambo parece ter se achado. Além disso, o filme ganha uma certa dramaticidade ao colocar a personagem Gabriela como praticamente a sua filha, logo isso restaurante a sua fé na humanidade. Apesar de errarem em não oferecer um bom respaldo da menina ir ao México para quer saber do seu pai que nunca a viu o motivo de te-la abandonado. Vale tbm lembrar que o personagem nao curou dos seus traumas: o mesmo vive em túneis. As premissas são boas pois já é uma justificativa boa para Rambo voltar a ser a máquina de morte que todos querem ver. Porém, no segundo ato, o roteiro peca ao inserir mal personagem secundários como Cármen (Paz Vega), uma personagem praticamente inútil. A trilha sonora é caracterizada ainda pela mesma trilha de ação do primeiro filme e embala um sentimento nostálgico apenas na sua parte final. O filme guarda novamente o seu melhor para um terceiro ato com cenas de acao e explosões. Mas antes fazem questão de mostrar que Rambo está preparado e com sede de vingança. As cenas sao boas , as mortes sao perfeitas, mas a mensagem passada é que esse buscou uma fé do personagem a humanidade, mas que na verdade está perdida e que Rambo deve guardar para si, a memória daqueles a quem realmente amou. O cast do filme mostra cenas dos 3 primeiros filmes e nos bate uma forte nostalgia. Afranquia fecha de forma ate agradável, melhor do que muitos filmes de acao atual. Aguardemos o remake desse personagem cativante.
Não é um filme ruim, avalio como regular, porém fugiu da essência dos filmes anteriores da franquia. Neste filme constatamos que o personagem / ator perdeu o fôlego, porém Rambo é Rambo e apresenta uma atuação razoável para este espetacular personagem. Tela muito escura, prejudicando a qualidade do filme e o único momento que empolga do filme é do meio para o final, ou seja, ainda bem que o filme tem apenas 90 minutos. Trilha sonora boa. Outros personagens de razoáveis para ruins, bem longe da qualidade do personagem principal. Cenas de violência boas, principalmente o final. O roteiro do filme ficou devendo, comprometendo os primeiros 45 minutos, que são fracos.
Uma das críticas mais úteis que o IMDb me indicou disse que este filme é sombrio, brutal, gráfico e extremo; Concordo, mas posso acrescentar uma palavra: superficial.
Rambo: Last Blood, é uma nova entrada para a tão cansada franquia Rambo (que eu estou bem com isso, não precisa odiar...). John, agora "aposentado", precisa encontrar sua teimosa sobrinha no México, já que ela fugiu para encontrar respostas sobre por que seu pai a deixou e sua mãe moribunda. Claro, as coisas vão para o sul...
Acho que o que mais não gosto é que leva metade da duração do filme para começar a ver alguma ação; no começo, a maioria são apenas sentimentos e sentimentos! Assisti durante um longo vôo e queria algo para me entreter e, no geral, o filme foi bom, mas nada espetacular; é apenas ação exagerada e um monte de testosterona.
Apesar de gostar dos filmes do Rambo, esse filme não ajudo em nada na historia desse personagem, aliás até acho que estrago, deveria ter parado no 4, a historia em si é fraca, o Rambo é um tiozão aposentado que mora em uma fazenda no fim do mundo, spoiler: sua sobrinha é sequestrada e é forçada a virar prostitua e acaba morrendo nesse processo, ai o cara fica doido e resolve pagar todo mundo , sei lá , esse filme apesar de trazer aquela essência do Rambo, de sangue, porrada e muito tiroteio, não é um filme que você vai se lembrar, você sempre se lembrara dele na guerra, não em uma fazenda esperando sua morte chegar !
O tema é forte, mas John pisa no freio e o filme desanda. Dizia-se dos primeiros Rambos lá pelos anos 1980 que eram sob encomenda para tirar as novas gerações da letargia para lidar com a crescente violência que assolava o mundo. Mas também neste até o fim, toda a selvageria é posta a mostra pelos bandidos e pelo mocinho. As dificuldades da menina revela aos pais que devem tomar muito cuidado com suas filhas adolescentes, pois o mundo está cheio de maus elementos que não vacilam em praticar atos criminosos por um pouco de dinheiro. A prostituição foi fonte de renda no velho oeste, muitas pessoas iniciaram o acúmulo de capital com essa atividade naquela época em que os homens se embrenhavam pela região inóspita em busca de riqueza. Os modernos exploradores de mulheres se utilizam de métodos macabros que vão do sequestro, até às drogas e violência, mas Rambo não se atemoriza e parte para libertar a filha adotiva. Em um mundo assustado os filmes seguem a mesma linha, é bem difícil que as coisas possam dar certo em meio a tanta falta de preparo, cobiças e desumanização.
Rambo: até o fim (Rambo, Last Blood – 2019). Este é o último filme da sequência de Rambo, com Sylvester Stallone. Confesso que não sou fã dessa categoria, mas para amantes, é a sequência de um “clássico” dos filmes de ação. Me lembrei do filme original Rambo de 1982, que fui ver no cinema, pois fui convidada, e nem sabia do que se tratava. Tinha que ter assistido, claro, pois senão, seria considerada uma “E.T.” por não saber quem foi esse personagem, “Rambo”. Esse último filme da franquia, mostra o personagem John Rambo, tranquilo na sua fazenda no Arizona – EUA, em algum lugar próximo a fronteira com o México. Nada lembra o herói de guerra e patriota do filme original. Assim, desta vez, ele enfrenta bandidos mexicanos, que sequestraram e mataram sua quase “filha” de consideração. A vingança, tema dos muitos filmes dessa categoria, vai dar sequência as cenas rápidas e violentas. Exageradamente violentas, que em certo ponto, me fez rir, pela “apelação”. Li comentários que talvez tivessem mais uma sequência. Será que deveria?!
Mesmo sabendo-se que é um filme de ação, e como tal, cheio de inverossimilhanças, o que é esperado e, em algumas circunstâncias, até legal, este Rambo exagerou! Concedo duas estrelas em respeito ao velho Stallone; mereceria no máximo uma! Poderiam ter feito algo, digamos, mais "digerível". Salvaram-se apenas as velhas e espetaculares armadilhas.
Tirado diretamente do fundo da gaveta, Rambo até o Fim tem tanta ação que até se perde no enredo. Extremamente clichê e batido, mas sagaz ao trazer ação de um jeito misto e meio desajeitado, o qual nem de longe é engraçado. O filme já começa no maior ânimo em ver a busca de paz de John Rambo (tão sofrida!) ser finalmente conquistada, enquanto a família, nunca antes criada, dá-se inicio. Mais tarde, Rambo vai perdendo a atenção para um conflito adolescente de amizades que se desenrola numa tragédia estranha que terminaria na morte da tal "filha". Mas antes da tal morte há uma mini-trama que é a busca desenfreada pela menina, a qual virou prostitua forçada. Após a morte, mais um mini-trama se inicia, a partir da morte da garota, damos início a mais uma busca desenfreada e bem sanguinolenta por "vingança". Algo tão velho em Hollywood quanto os filmes mudos. No resumo, Rambo até o Fim é clichê, violento (beeem exagerado) e tem um trama perdido e estranho. Pelo menos, vamos nos deliciar com o sangue voando na tela.
Ultima história do famoso matador Rambo. Ao sua filha ser sequestrada, sai em busca de vingança de mafiosos mexicanos. Dramático demais da conta, ação sangrenta apenas nos minutos finais, ideias totalmente erradas. No geral, um filme bem fraco e sem profundidade. Pra quem gosta apenas de carnificina, irá adorar (apenas o final).
Rambo: Até o Fim está nos cinemas, o quinto filme da franquia estreia em meio a muitas polêmicas, mesmo mantendo os clássicos momentos sanguinários do quarto filme, galhofas do segundo e terceiro longas, mas mesmo assim não faz jus ao primeiro que foi o mais referenciado durante os trailers.
No longa Sylvester Stallone, voltando ao papel de John Rambo, vive na fronteira dos EUA com o México em uma fazenda com Maria Beltran (Adriana Barraza) e sua neta Gabrielle (Yvette Monreal), que considera Rambo como um pai. Após a menina ser sequestrada por um cartel mexicano de tráfico de mulheres, Rambo é obrigado a se vingar e matar todo o cartel com suas próprias mãos.
Contando dessa maneira Rambo: Até o Fim até parece uma volta triunfal de Stallone para um dos papéis mais marcantes de sua carreira, mas acabou se mostrando um filme muito diferente do que foi vendido em trailers e entrevistas.
Todos nós pensávamos que este seria um ponto final para a história de John, junto com uma homenagem a franquia, e claro, ao primeiro filme e ao livro de David Morrell, mas infelizmente isso não acontece.
Temos apenas alguns momentos marcantes como o desfecho da personagem Gabriella e os momentos em que Rambo enfrenta os inimigos com armadilhas, mas é apenas isso, durante todo o filme os diálogos são rasos e um confuso vai e volta entre o México e os EUA.
E com Stallone tentando se provar como um ator de ação, lembrando que isso não é necessário em nenhum momento neste filme, os momentos galhofa são colocados em ocasiões erradas, deixando o final triste e sem expressão.
Rambo: Até o Fim tinha tudo para ser uma grande obra e uma grande homanagem a franquia, mas deixa a desejar e se mostra apenas um filme feito para aqueles que querem ver sangue e mortes sem sentido, se baseando no ultimo vilão que Rambo enfrenta.
Rambo: Até o Fim vale o ingresso, mesmo com essas falhas, principalmente se for fã da franquia e de Stallone como eu sou.
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