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Grasielle C
1 crítica
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5,0
Enviada em 26 de setembro de 2019
Acho é graça de ver a mídia e essa geração "mimizenta" detonar o filme... acho que estavam esperando alguma versão de "up - Altas Aventuras"! Com um Rambo velhinho, fazendo papel de vovô traumatizado recebendo sermão da netinha para não ser um soldado mau... P#$$@!! Ele é o RAMBO!! Ele matou gente pra caramba desde o primeiro filme. Degolou, estripou, esquartejou, explodiu e agora estão querendo que ele atire o que? Rosas? Que ele resolva o atrito com estupradores e bandidos no diálogo? Aaahhh... me poupe, viu!! Se não sabem lidar com Rambo, vão tomar chá assistindo teletubes!! O filme é top!
Não tem ação do começo ao fim, o filme te prepara para a hora da ação, vai te deixando com cada vez mais raiva dos vilões. Trabalha bem o lado emocional de John Rambo, ex combatente psicologicamente atormentado pelo o que viveu na guerra e fica ainda mais perturbado com o que acontece no filme. Quando o Rambo tenta resolver a situação por impulso, ele não consegue. Mas depois, com estratégia, criando armadilhas, planejando passo a passo o que vai fazer, os inimigos não tem chance com ele. Infelizmente, tem muito crítico analisando o lado político do filme, dizendo que ele coloca filtro alaranjado nas cenas que acontece no México, mostrando para os americanos que os mexicanos são os vilões, que é para justificar a construção do muro na fronteira, que tem muita violência, etc. O que mais gostei: Como o filme te faz ter raiva dos vilões e te prepara para o final. O que menos gostei: Alguns personagens coadjuvantes poderiam ser mais trabalhados.
"Si Vis Pacem Parabellum" Rambo não veio para agradar estômagos frouxos e jornalecos de 3°. Ele veio para resgatar o que a muito se perdeu. Filmes de heróis são legais, mas Rambo é lendário, é épico, é surreal. A maestria de Stallone. Se quer flor, vá a floricultura. Quer guerra? Assista Rambo!!! Top demais.
O filme se manteve fiel! Rambo é Rambo! Apesar da idade avançada e preparo física bem longe do antigo e jovem Rambo, o mesmo demonstrou que o conhecimento e experiência de guerra ainda são uma grande arma contra os seus inimigos.
Engraçado que muitas pessoas (críticos de jornais e sites ou não) estão dizendo que o filme é muito fraco. Mas queriam o que? Que Rambo tivesse Jóias do Infinito e personagens com poderes fantásticos? Por favor. É um excelente filme. Pode pecar em alguns aspectos - como acontece com todo filme - mas em outros merece ser exaltado
Tiros de fuzil, mortes violentas e sangue, muito sangue. O novo filme do Rambo, “Rambo: Até o fim” estrelado, como sempre, por Silvester Stalone, chega aos cinemas com a violência de sempre, mas a Folha de S. Paulo criticou. O colunista Thales de Menezes dedicou seu espaço no jornal para comentar o longa.
“Rambo mata os sujeitos com facadas, tiros de espingarda que explodem cabeças, golpes de facão que cortam qualquer parte do corpo […] violência no estilo ‘tudo ao mesmo tempo agora’ […] ‘Rambo: Até o fim’ nunca deixa de ser um insulto moral e intelectual para a plateia.”, constatou Menezes. Novo Rambo causou desconforto.
A crítica do colunista vai se tornando cada vez mais divertida conforme avançamos no texto – mesmo que essa não tenha sido a intenção do autor. Ao ler a crítica, temos a sensação de que Menezes nunca assistiu aos filmes anteriores de Stalone.
Não há Rambo sem violência, cabeças voando fazem parte da essência da franquia. A cena clássica de Stalone descarregando seus dois fuzis em seus inimigos, gritando loucamente, não será apreciada pela “geração Folha de S. Paulo”. Violento demais para os homens “modernos” que reclamam que “palavras machucam”, consomem K-POP e vestem roupas quase femininas.
O Filme representou a História de Rampo. Bruto. Autêntico e Herói.
As críticas dos especialistas, ao me ver, se não por inveja da criatividade, inteligência e história do autor que cria, escreve e praticamente dirige a história de Rambo.
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