A princípio tinha pretensões de ser um " Era uma vez em Valhala", porém sua morosidade botou tudo a perder. Sua fotografia é uma obra-prima, ao contrário do enredo. Para os fãs da temática Viking vale a experiência.
Me parece um filme que exige determinadas habilidade que poucos treinamos, com os filmes que trazem tudo mastigadinho. Como dito nas crísticas, é muito doido justamente por exigir um pouco mais atenção nas habilidades que uma pessoa pode ter ou desenvolver, sem falar e com um olho só. Numa das partes, o menino parece ter desenvolvido um contato telepático com o um olho só. Fala do fanatismo religioso de alguns cristãos. Apresenta momentos de "Pré-cognição" (ver o futuro) quando ele visualiza situações com o grupo ainda acontecerão. Fala do cuidado que ele passa a ter com a criança, pois foi quem teve cuidado com ele quando ainda era escravo na primeira parte do filme. Fala do exercício da fé, sem a qual o homem entra em desespero, no momento do nevoeiro. Não é um filmes simples nem fácil de se entender. O final então.... não ficou claro quando aquela tribo cerca ele e ele se entrega a própria morte...
Um início cativante, você sente que será uma história épica, tinha tudo pra ser uma grande história, parece que gravaram um filme só com as cenas e se esqueceram do texto... Absolutamente decepcionado, um desperdício de tempo!
1.5 fotografia e otima, o começo até que é bom,porém a história se perde e fica totalmente sem sentido,uma perda de tempo ver isso, uma verdadeira bomba.
No tema viking não é suficiente pra quem nao gosta desse estilo de filme... onde as cenas são longas com um que filosófico ou existencialista e que exige do expectador um esforço para entender a estória e a narrativa... o filme chega quase ser mudo como o personagem principal...
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