Pleasantville - A Vida em Preto e Branco: Críticas
Pleasantville - A Vida em Preto e Branco
Média
3,5
331 notas
10 Críticas do usuário
5
5 críticas
4
3 críticas
3
0 crítica
2
2 críticas
1
0 crítica
0
0 crítica
Organizar por
Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Um visitante
4,0
Enviada em 7 de novembro de 2019
Uma excelente sátira social com comentários bem ácidos sobre os "bons costumes" da sociedade americana. Provocativo, criativo, e muito divertido. Os protagonistas, Tobey e Reese, ótimos como sempre, mas quem rouba a cena mesmo é Jeff Daniels. Fotografia e direção de arte primorosos também.
O filme surprende com o desenrolar da história, superando as expectativas. Elenco excelente. Passa a mensagem que a vida é sim cheia de imprevistos e que nem por isso perde sua beleza. Ainda percebi uma séria critica a liberdade da mulher. Vale a pena
Pleasantville- A vida em preto e branco é um filme de fantasia/comédia que contou com a direção e roteiro de Garry Ross. O filme recebeu 2 indicações ao Oscar de 1999: melhor direção de arte e melhor trilha sonora original. Na trama, acompanhamos David (Tobey Maguire), um jovem solitário, que não é feliz com a sua vida, que acaba se transportando, junto com a sua irmã Jennifer (Reese Witherspoon), para o seu seriado de TV favorito, que é ambientado na década de 1950 e é preto e branco. Ambos passam a ser personagens da série e devem fazer de tudo para não mudar o universo de nenhum dos personagens. O filme é repleto de fantasias, afinal quem nunca sonhou em ser transportado para o seu filme ou série conforto uma vez na vida? Além de pequenas lições de vida e de ótimas sátiras sociais que ainda estão tão atuais ao nosso tempo. Com uma leveza transmitida por Maguire, afinal ele é o protagonista do filme, conhecedor de toda a série em que foi transportado e portador dos melhores conselhos. A grande sacada social do filme está no conservadorismo em que alguns personagens da série querem levar. A metáfora do uso de uma série de tv dos nos 50 caiu como uma luva para o conservadorismo (não apenas histórico da sociedade daquela época, mas fantasiosa, pois os personagens viviam em seu pequeno mundo). Aqui vale ressaltar a competência da direção de arte em colorir aos poucos aqueles personagens e objetos que não estaria mais ligado ao conservadorismo e passam a ser adeptos a mudanças. Apesar de não explicar tudo (quem era o técnico de TV que deu o controle a David?), o roteiro é espetacular. É um filme leve que não deixa de levar uma boa reflexão.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade