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    O Senhor das Moscas
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    3,6
    18 notas
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    5 Críticas do usuário

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    Adriano Côrtes Santos
    Adriano Côrtes Santos

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    5,0
    Enviada em 20 de abril de 2019
    Filme inspirado no livro” O senhor das moscas”, com o qual o seu autor, William Golding, ganhou o prêmio Nobel da Literatura, roteirizado por Jay Presson Allen e dirigido por Harry Hook, em 1990. Através das interpretações expressivas e competentes de seu jovem elenco, esta impressionante aventura explora os recantos obscuros e sombrios da mente humana, contando a história de um grupo de adolescentes que é arremessado em um mundo imenso, onde a lei e a confiabilidade são governadas pela necessidade de sobrevivência. Após a queda de um avião em pleno mar, um grupo de cadetes militares americanos se vê isolado em uma ilha deserta. Percebendo que as hipóteses de resgate são mínimas, os jovens se aproximam pelo medo e desespero. À medida que vão se adaptando, a competição e a disputa pelo poder começa a dividi-los em dois grupos, Ralph (Balthazar Getty), lidera o grupo e prega a engenhosidade civilizada e a cooperação, mas Jack ( Chris Furrh) constrói uma facção de caçadores impiedosos, que acabam por entrar em guerra com Ralph. Essa poderosa mudança de consciência transforma garotos normais em assassinos primitivos, iniciando uma batalha devastadora do bem contra o mal e trazendo à baila a perturbadora metáfora do selvagem que há dentro de todos nós. Um material apreciável para estudo antropológico. Imperdível
    Ricardo L.
    Ricardo L.

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    4,0
    Enviada em 1 de agosto de 2020
    Um filme infanto? nem tanto né... temos um filme de sobrevivência de adolescentes que se perdem numa ilha deserta e durante a história a varias tomadas, como liderança e moralidade, existem pequenos furos de roteiro, mas nada de muito grave. Vale a pena conferir.
    Lucas S.
    Lucas S.

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    4,0
    Enviada em 19 de novembro de 2018
    Assisti ao filme sem ter lido o livro, mas gostei bastante do enredo. O Cenário é uma ilha no qual um grupo de estudantes do sexo masculino acabam permanecendo após um acidente aéreo. De inicio é aquele pânico de crianças e adolescentes, após o ser político surge, como é natural. Neste momento passa a se notar a criação de civilização, sendo de um lado sob a égide da hierarquia e organização. De outro lado o autoritarismo com a coação por meio da força, além de promessas de alimentação e segurança.
    Nessa armadilha criada, os meninos se tornam homens e a barbárie floresce.
    Mais do que recomendado.
    Gustavo P
    Gustavo P

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    5,0
    Enviada em 23 de junho de 2019
    Ótimo filme para entender as diferenças entre os tipos mais conhecidos de governo, democracia e autoritarismo.
    Rebecca Dalcomune
    Rebecca Dalcomune

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    4,5
    Enviada em 3 de setembro de 2021
    O filme “O senhor das moscas”, baseado no livro do William Golding, o qual ganhou o prêmio Nobel da literatura em 1983, foi roteirizado por Jay Presson Allen e dirigido por Harry Hook em 1990.
    O filme aborda a história de um grupo de garotos que sofre um acidente de avião, e acaba tendo que “se virar” do jeito que dá em uma ilha deserta. No início, todos estão de acordo em relação a lutarem juntos pelo mesmo objetivo – o resgate – , porém a questão de estarem no meio do nada, sem adultos (pois o piloto e o professor morreram), e na pressão de ter que caçar seu próprio alimento, batalhar pela sua sobrevivência, o medo entre diversos outros fatores, leva a mudanças psíquicas, as quais se tornam o prelúdio para transformar crianças normais, em selvagens, e chegar ao ápice do pior que o ser humano tem a oferecer.
    Esse grupo o qual envolvia todos, principalmente por conta de estarem compartilhando da mesma experiência e do mesmo medo, se dividiu em dois por conta da disputa de poder: onde alguns ainda estavam crentes de que o resgate poderia de fato acontecer, enquanto outros, queriam explorar e “curtir” esse momento sem responsáveis, e ocuparem seu tempo com brincadeiras, ritos – que mais tarde se tornam bem agressivos – e caças.
    Este segundo, com seus “novos” ideais, e essa repentina mudança de consciência, criam novos mecanismos de proteção, os quais atraem mais crianças para esse grupo dos “rebeldes”. Estas, com práticas selvagens, criam ritos que envolvem ferir uns aos outros e perseguir opositores. Além do fato de o nome do filme, fazer referência ao sacrifício ao monstro: a cabeça do porco que colocaram na frente da caverna onde o suposto monstro estava, juntava moscas.
    Ao final do filme, quando os “rebeldes” estão próximos de eliminar o último “opositor”, chega o resgate tão esperado por uns e tão repudiado a partir do ponto de vista de outros. Os quais já estavam totalmente transformados e, já haviam passado de crianças normais à assassinos, além de já deixarem transparecer e emergir a selvageria que havia, oculta dentro deles. O filme, por mais que “parado”, traz incontáveis questionamentos que abrangem questões históricas, psicológicas e sociais, e nos faz pensar e muito acerca desses assuntos. Um filme interessante, e que vale a pena assistir.
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