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o segundo e bem superior, esse peimeiro e até legalzinho porem lento e intediante, o assasino tem um visual dahora
❄️ **Crítica | Presos no Gelo (Fritt Vilt / Cold Prey)**
**Ano de lançamento:** 2006
**Duração:** 97 minutos
**Gêneros:** Terror • Suspense • Slasher
**Elenco principal:**
* **Ingrid Bolsø Berdal** — *Jannicke (Janni)*
* **Victoria Winge** — *Ingunn*
* **Tomas Alf Larsen** — *Eirik*
* **Endre Martin Midtstigen** — *Mikal*
* **Rolf Kristian Larsen** — *Morten Tobias*
---
️ **Enredo & Estória**
Cinco amigos partem para uma descida de snowboard nas montanhas geladas da Noruega. A adrenalina do esporte rapidamente dá lugar ao desespero quando Morten quebra a perna durante a descida. Para não congelarem, eles buscam abrigo e encontram um antigo hotel abandonado — isolado, silencioso, esquecido pelo tempo.
Durante a noite, o terror começa. Ingunn é a primeira vítima. Depois, um a um, os amigos são brutalmente eliminados: Eirik, Mikal, Morten. O assassino age em silêncio, como se fosse parte daquele lugar. No clímax, Janni acorda enquanto o criminoso joga os corpos em uma fenda na montanha. Em um ato final de sobrevivência, ela luta, crava uma picareta no peito do assassino e o lança na mesma fenda. Sozinha, ela caminha pela neve — não como vencedora, mas como sobrevivente.
A estrutura é clássica, quase ritualística. O filme não surpreende na narrativa, mas aposta na atmosfera.
**Atuações**
As interpretações são medianas, porém funcionais. **Ingrid Bolsø Berdal** sustenta a protagonista com intensidade crescente. Sua transformação em “final girl” é convincente, mas não profundamente emocional. O restante do elenco cumpre seus papéis dentro dos arquétipos do gênero: o namorado protetor, o amigo impulsivo, o casal apaixonado.
Não há grandes performances, mas há coerência.
**Produção & Fotografia**
O maior mérito está na ambientação. A fotografia utiliza o branco infinito da neve em contraste com os corredores escuros do hotel. O frio é quase palpável. O silêncio das montanhas cria uma tensão natural, que muitas vezes supera o próprio roteiro.
A produção é simples, mas bem executada. O hotel abandonado funciona como um personagem sombrio, reforçando o isolamento.
✨ **Efeitos Especiais**
Os efeitos são discretos e práticos. Nada grandioso ou inovador. O terror é mais atmosférico do que gráfico. Para quem busca algo mais visceral, pode parecer leve.
**Sequências**
O filme gerou duas continuações:
* *Cold Prey 2* (2008)
* *Cold Prey 3* (2010 — prelúdio)
**Filmes semelhantes:**
* Sexta-Feira 13
* Halloween
* Pânico na Floresta
* O Iluminado
---
⚖️ **Avaliação Final — Vale a pena assistir?**
*Presos no Gelo* é um terror “light”, mais focado em suspense atmosférico do que em sustos intensos. O enredo é longo em alguns momentos e previsível em outros. Ainda assim, a ambientação gelada e o isolamento extremo dão identidade ao filme.
Não é revolucionário, não é marcante como clássico — mas é uma experiência válida para quem gosta do slasher tradicional em um cenário diferente do comum.
⭐ **Nota final:** 5 / 10
**Pontuação visual:**
#####
#Cinema #Filme #Terror #Suspense #Slasher #PresosNoGelo #Horror #Crítica ❄️
**Ano de lançamento:** 2006
**Duração:** 97 minutos
**Gêneros:** Terror • Suspense • Slasher
**Elenco principal:**
* **Ingrid Bolsø Berdal** — *Jannicke (Janni)*
* **Victoria Winge** — *Ingunn*
* **Tomas Alf Larsen** — *Eirik*
* **Endre Martin Midtstigen** — *Mikal*
* **Rolf Kristian Larsen** — *Morten Tobias*
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️ **Enredo & Estória**
Cinco amigos partem para uma descida de snowboard nas montanhas geladas da Noruega. A adrenalina do esporte rapidamente dá lugar ao desespero quando Morten quebra a perna durante a descida. Para não congelarem, eles buscam abrigo e encontram um antigo hotel abandonado — isolado, silencioso, esquecido pelo tempo.
Durante a noite, o terror começa. Ingunn é a primeira vítima. Depois, um a um, os amigos são brutalmente eliminados: Eirik, Mikal, Morten. O assassino age em silêncio, como se fosse parte daquele lugar. No clímax, Janni acorda enquanto o criminoso joga os corpos em uma fenda na montanha. Em um ato final de sobrevivência, ela luta, crava uma picareta no peito do assassino e o lança na mesma fenda. Sozinha, ela caminha pela neve — não como vencedora, mas como sobrevivente.
A estrutura é clássica, quase ritualística. O filme não surpreende na narrativa, mas aposta na atmosfera.
**Atuações**
As interpretações são medianas, porém funcionais. **Ingrid Bolsø Berdal** sustenta a protagonista com intensidade crescente. Sua transformação em “final girl” é convincente, mas não profundamente emocional. O restante do elenco cumpre seus papéis dentro dos arquétipos do gênero: o namorado protetor, o amigo impulsivo, o casal apaixonado.
Não há grandes performances, mas há coerência.
**Produção & Fotografia**
O maior mérito está na ambientação. A fotografia utiliza o branco infinito da neve em contraste com os corredores escuros do hotel. O frio é quase palpável. O silêncio das montanhas cria uma tensão natural, que muitas vezes supera o próprio roteiro.
A produção é simples, mas bem executada. O hotel abandonado funciona como um personagem sombrio, reforçando o isolamento.
✨ **Efeitos Especiais**
Os efeitos são discretos e práticos. Nada grandioso ou inovador. O terror é mais atmosférico do que gráfico. Para quem busca algo mais visceral, pode parecer leve.
**Sequências**
O filme gerou duas continuações:
* *Cold Prey 2* (2008)
* *Cold Prey 3* (2010 — prelúdio)
**Filmes semelhantes:**
* Sexta-Feira 13
* Halloween
* Pânico na Floresta
* O Iluminado
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⚖️ **Avaliação Final — Vale a pena assistir?**
*Presos no Gelo* é um terror “light”, mais focado em suspense atmosférico do que em sustos intensos. O enredo é longo em alguns momentos e previsível em outros. Ainda assim, a ambientação gelada e o isolamento extremo dão identidade ao filme.
Não é revolucionário, não é marcante como clássico — mas é uma experiência válida para quem gosta do slasher tradicional em um cenário diferente do comum.
⭐ **Nota final:** 5 / 10
**Pontuação visual:**
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#Cinema #Filme #Terror #Suspense #Slasher #PresosNoGelo #Horror #Crítica ❄️
Mesmo sendo clichê, é um filme muito bom. O suspense prende bastante a atenção e gera uma atmosfera de tensão. É necessário assistir os 3 filmes da trilogia pra entender melhor a história.
Mesmo sendo clichê tinha tudo pra ser bom, se não fosse aquela velha estupidez que baixa nos personagens a ponto de
spoiler:
estar com a arma apontada para o assassino mas preferir jogar ela como uma pedra do que atirar
É bem o filme de terror cliche, deis do início torcia pro ruivo e a mulher de cabelo escuro sobreviver,
spoiler:
preciso falar o quão idiota foi o namorado da loira? Que babaca mds e fez bre entregou a localização dos outros dois ainda gostei demais quando morreu (de uma forma estúpida que nem ele)
kkkk mas tirando eel o filme é bom é o famosos cliche
kkkk mas tirando eel o filme é bom é o famosos cliche
Simplesmente adoro esse filme,para os fãs de filmes de terror que curtem aqueles filmes que se passam em lugares remotos,vale a pena ver.
Muito Boa As Atuações E A Forma Do Final Que O Diretor Roar Uthaug Criou O Filme Estão De Parabéns Adorei Esse Filme Mereçe Ser Revisto
Embora seja um tema clichê, este surpreendente filme norueguês tem seu lado empolgante, com ótimas apresentações dos atores e um final interessante.
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