Doutor Estranho
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4,4
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184 Críticas do usuário

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Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de novembro de 2016
Doutor Estranho é talvez o melhor, mais completo filme que a MARVEL já produziu, com todo respeito aos já clássicos contemporâneos Homem-Aranha 2 e Homem de Ferro. A essa altura do campeonato, é de aplaudir em pé que a MARVEL ainda consiga entregar filmes originais e inovadores. Com humor bem dosado – imprescindível para humanizar os personagens -, efeitos visuais inovadores ao cubo e um elenco que parece se divertir tanto quanto o pessoal do lado de cá, Doutor Estranho é mais um triunfo. Só peca pelo subaproveitamento de bons atores (Rachel McAdams é a mais prejudicada), além do pretensiosismo por vezes risível.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 5 de novembro de 2016
Um médico arrogante e vaidoso sofre um acidente e fica incapacitado de continuar fazendo o que mais ama que é exercer a medicina. Sua vida parece não ter mais sentido. Daí, em busca de uma cura inalcançável, ele acaba se envolvendo numa intrincada atmosfera em que várias dimensões existem e poderes sobre-humanos são aprendidos como numa escola em um templo zen/budista/marcial, liderado por uma anciã misteriosa. Daí pra salvar o mundo de uma ameaça aterradora é um pulo. Bem, a premissa é interessante, se levarmos em conta outros filmes do gênero. Diversas dimensões e magia, além da manipulação do tempo e do espaço são ideias requentadas, mas que ainda causam interesse. Aliás, o personagem dos quadrinhos já é antigo, então nem poderia ser muito diferente. O elenco é muito bom, começando pelo protagonista Benedict Cumberbatch, passando pelo excelente ator dinamarquês Mads Mikkelsen mais uma vez encarnando um vilão no cinemão americano, e a excepcional e andrógina Tilda Swinton, que mais uma vez tem uma personagem interessante em mãos. Ainda há espaço para o também ótimo Chiwetel Ejiofor e a insossa Rachel McAdams. A história não faz o mínimo sentido e os efeitos especiais são ao mesmo tempo impactantes, mas também exagerados. Há aquelas mesmas piadas ridículas, típicas dos blockbusters americanos, e todos os clichês que vemos em todos os filmes de super heróis, em especial da Marvel. O filme tem o mesmo padrão de qualidades dos últimos filmes que têm sido lançados por esse estúdio. O que incomoda é o roteiro, que mais uma vez se prende mais ao carisma do elenco do que no conteúdo e densidade de sua narrativa. Aliás, embora o desenrolar da história seja interessante, a resolução é tão fraca e ridícula que causa aquela indagação: “peraí... tanta informação para depois tudo ser resolvido de forma tão simples assim?”. O final é simplório e idiota. Há margem para novos filmes do Doutor Estranho, inclusive duas cenas adicionais durante os créditos. É um mediano passatempo, recheado de mesmice, que não acrescenta em nada, e que entretém da forma mais rasteira possível. Há definitivamente ótimos momentos, mais por causa do ótimo elenco e do belo visual que o filme carrega, contudo é muito pouco para ser considerado um filme de ponta. O que acontece é que o filme promete muito mais do que cumpre. Vale pra comer pipoca e depois... esquecimento total.
Guilherme D
Guilherme D

51 seguidores 106 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de novembro de 2016
Doutor Estranho é aquele filme de origem divertido, com um bom elenco e com excepcionais efeitos especiais, mas falha muito com seu vilão, que é deixado de lado em muitas cenas, além de
Tilda Swinton e Benedict Cumberbach darem uma aula de atuação.
Vitor S.
Vitor S.

49 seguidores 64 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de novembro de 2016
Um dos melhores filmes que já vi este ano . Dr Estranho apresenta temáticas religiosas orientais referentes ao budismo , hinduísmo e ao taoismo , acredito que quem já viu os trailers já deve ter notado isso , historia instigante , com ótimos efeitos especiais e uma profunda filosofia típica das religiões citadas anteriormente , música agradável , personagens muito cativantes , um filme muito bom mais não recomendável pra crianças muito novas já que tem cenas fortes em alguns momentos .
Pati Lima
Pati Lima

43 seguidores 84 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de novembro de 2016
Ótimo! Marvel surpreendente como sempre, e agora de um jeito diferente... não só as "lutas"... mas conexão, inteligência, herói inovador, uau! Adorei. Este doutor estranho veio para novamente dar continuação a uma linhagem de heróis p/ admiradores estilos "Homem de Ferro" etc. Ah! se for no cinema, não esqueça a segunda cena dos créditos, muita gente espera só a 1ª, mas a segunda é essencial, fundamenta parte do filme ou continuação do que vem pela frente. Boa sessão!
Eduardo D
Eduardo D

27 seguidores 62 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de novembro de 2016
Um primor visual e artístico. O diretor consegue equilibrar a história de origem do personagem com os efeitos especiais e ambos trazendo conteúdo ao expectador. Benedict Cumberbatch sempre impressiona pelo nível de atuação. No elenco outras estrelas de Hollywood que poderiam ser melhor aproveitadas, mas cumprem bem o papel. O que destoa no filme são as piadas padrão Marvel fora de tom e contexto no filme e, novamente, um vilão sem carisma e que parece jogado na história.
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de novembro de 2016
2001: Uma Odisséia No Espaço, a obra-prima intelectual-filosófico-espacial de Stanley Kubrick, lançada em 1968, contou com uma estranha campanha de marketing não oficial. Ocorreu que, independente de terem gostado ou não da história – que pode ser considerada aberta e, portanto, de livre interpretação – a maioria dos expectadores saíam das salas de exibição extasiados com a sessão ‘entorpecedora’ que haviam acabado de presenciar (por conta, principalmente, da sequência de dez minutos, no ato final, em que a tela é totalmente inundada por luzes, cores e formas lisérgicas, além, é claro, de várias outras virtudes do clássico). Quem assistia ia espalhando a notícia das cenas surreais que o filme apresentava, fazendo com que muitos, principalmente a juventude hippie da época, também quisessem ver o filme, só para também embarcarem nessa ‘viagem alucinante’. Com isso, surgiu o termo “the trip” (a viagem), para se referir justamente a essa completa e total fuga da realidade proporcionada pela magia do cinema, por meio de seus efeitos especiais que, sem dúvida, tinham dado um salto cósmico com a ousada empreitada de Kubrick. Nestes quase 50 anos que se passaram desde 2001 (o filme), o cinema tem criado cenas inacreditáveis, e nos levado a mundos inimagináveis por meio de jornadas inenarráveis. Matrix dos então irmãos (hoje irmãs) Wachowski e Avatar de James Cameron são bons exemplos disso. Outra obra de visual surpreendente sem dúvida foi A Origem, de Christopher Nolan. A viagem interestelar pinkfloydiana proporcionada por Doutor Estranho, certamente o coloca, também, nesta categoria de filmes com visual arrebatador.

A história nos apresenta o bem sucedido neurocirurgião Dr. Stephen Strange (Benedict Cumberbatch, que já havia ganho fama como o Sherlock Holmes da série de TV) que, após um acidente, ficou com os movimentos de suas mãos – imprescindíveis para o exercício de sua profissão – seriamente comprometidos. Sua obsessão pela cura o levará a abrir mão de seu orgulho e buscar métodos alternativos. É quando conhece, no Nepal, o mago Mordo (Chiwetel Wjifor, indicado ao Oscar de Melhor Ator por 12 Anos de Escravidão) que, por sua vez, o leva até o Ancião, digo, a Anciã. A opção por alterar o gênero deste personagem na sua transposição das HQs para as telas não interfere em absolutamente nada no desenvolvimento da história. Pelo contrário, já que a mestra suprema das artes místicas só saiu ganhando com a interpretação enigmática da oscarizada Tilda Swinton (curioso lembrar que ela também viveu o Anjo Gabriel naquele malfadado filme do ‘herói místico’ da concorrente DC Comics, Constantine, em 2005!). À medida que as portas para outras dimensões vão se abrindo para o Dr. Strange, e ele vai tomando conhecimento das forças ocultas que ameaçam a Terra, a cura de suas mãos será o menor de seus problemas...

Completam o competente elenco principal Mads Mikkelsen (conhecido pelo papel-título da série Hannibal), como o ‘bruxo do mal’ Kaecilius, Benedict Wong vivendo o hilário mago bibliotecário Wong e Rachel McAdams (indicada este ano ao Oscar de Atriz Coadjuvante por Spotlight – Segredos Revelados) na pele de Christine, a assistente do Dr. Strange. Quanto ao protagonista, a forma como ele evolui no decorrer do longa, não só nas artes místicas mas também em seus valores morais, só evidencia o quanto foi acertada a escolha de Cumberbatch para o papel. Algumas cenas exigiram uma carga dramática maior, e foram devidamente executadas com a austeridade que se espera do imponente ator. E quando parece que a situação vai ficar tensa demais, eis que acontece algo engraçadinho para nos lembrar de que, afinal, trata-se de mais um filme da Marvel. E no quesito graça, o manto da levitação dá um show, remetendo até a alguns momentos impagáveis perpetrados pelo tapete voador no longa de animação Aladim... da Disney(!).

A direção ficou a cargo de Scott Derrickson, que consolidou sua carreira com produções de terror (entre elas O Exorcismo de Emily Rose). Entretanto, o cineasta provavelmente resistiu às tentações de sua função (ou foi devidamente ‘orientado’ pelos produtores) e realizou um filme que, embora introduza o universo místico da Marvel, o faz sem apelar para o ‘lado negro’ do misticismo, que é muito mencionado, mas pouco visto na tela. Ele preferiu investir em um visual que agradasse à maioria, sem ser demasiadamente sombrio. É neste quesito que o filme surpreende, nas suas imagens extraordinárias. A forma como a realidade é distorcida, nos levando, por meio de portais dimensionais, a mundos ocultos e universos paralelos, com direito até a loops temporais, é alucinante... quase alucinógeno. Quando a Anciã ‘dá uma canja’ da vastidão do universo para Strange, o que vemos é uma sucessão de imagens psicodélicas e surreais de dar orgulho a Stan Lee e Steve Dikto, que criaram o personagem em 1963 para as HQs da Marvel. Aquelas maravilhosas imagens extradimensionais que incontáveis leitores de quadrinhos admiraram por mais de meio século acabaram de ganhar vida na tela do cinema! É, sim, motivo para muito fã ficar em êxtase! As cenas (mostradas de relance nos trailers) que quebram as leis da gravidade em pleno centro de Nova York, bem como outra sequência (essa o marketing do filme escondeu bem) envolvendo manipulação do tempo, são inacreditavelmente sensacionais. Tudo isso, visto em 3D, te fará mergulhar nessa vastidão de efeitos cuja imersão e profundidade, além de tudo, ainda estão a serviço da história. Acredite, desta vez, o 3D realmente faz toda a diferença!

Dr. Estranho, afinal, e a despeito de toda essa sua grandiosidade visual, é um filme de super-heróis (e esse usa capa!), no qual a Marvel cumpriu novamente com o que propôs, contar a origem de um novo e importantíssimo personagem, utilizando para isso de uma direção segura, elenco afinado, diálogos explicativos necessários para ‘comprarmos a ideia’ de um mundo tão etéreo, altas doses de aventura, aquele humor sutil (quase sempre) na hora certa e uma ou outra interligação com personagens da casa, com consequências futuras (não perca as cenas pós-créditos). Enfim, a fórmula ‘mágica’ da Marvel funcionou outra vez, literalmente. Agora a magia já está estabelecida no Universo Cinematográfico Marvel, por conta da apresentação do senhor Doutor Stephen Strange, mestre do ocultismo, que impôs respeito em sua primeira aparição nas telas, e é detentor de um vasto potencial, a ser explorado nos próximos filmes, para continuar a nos levar a dimensões paralelas ainda mais inimagináveis, inacreditáveis e inenarráveis. Ufa, que viagem!
Alexsandro
Alexsandro

22 seguidores 23 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de novembro de 2016
Adorei os efeitos!
Não sou muito fã de filmes baseados em HQ, mas me surpreendi.
Produção incrível e humor divertido na dose certa!

#Recomendo!
Diácono Marcio C.
Diácono Marcio C.

20 seguidores 54 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de novembro de 2016
piadas na medida e nos tempos certos
explicações bem colocadas
(opiniões que contrariam os críticos)
o restante concordo com o que disseram: Excelente atuação Excelente visual Excelente 3D pra mim tá no Top 3 dos melhores filmes da Marvel até agora
Leonardo A
Leonardo A

12 seguidores 187 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de junho de 2022
Mais interessante que o Dr. Estranho é Stephen Strange – apesar do chavão “herói que surge de uma tragédia”, como Batman, Hulk e tantos outros. Mas os efeitos visuais encantam!
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