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Star trek é uma série de respeito. Infelizmente, o primeiro filme não foi aquilo que se esperava. Havia apenas diálogos, efeitos especiais fracos, atuações fracas (exceto a do Leonard Nimoy). Faltou ação no primeiro filme. Foram 130 cansativos minutos sem grandes surpresas. Se deve comparar a Star Wars, infelizmente o primeiro filme sai perdendo.
estou assistindo tudo de jornada nas estrelas.........mes passado assisti a série classica completa hoje assisti A IRA DE KHAN e ontem esse JORNADA NAS ESTRELAS O FILME que ao meu ver deixou um pouco a desejar........eu esperava mais dele . concordo com comentarios anteriores onde diz que nesse filme teve muitos diálogos sem importancia mas nem tudo esta perdido........o filme é sim um pouco legal principalmente para coleçionadores de séries é filmes classicos. gosto de olhar para minha estante e ver a coleção jornada nas estrelas almentando aos poucos . nota 8
Os filmes de ficção científica se destacam por vários motivos. Entre eles destaco a abordagem de temas que mostram algumas possibilidades para o futuro ou ratifica uma visão futurista. Neste filme isso é um destaque. Antes concebido em série na década de 60 traz praticamente o mesmo elenco que ajudou a realizar uma das franquias mais rentáveis da história do cinema. Isso não é uma realização fácil e só mesmo com muita competência se alcança o fenômeno que são estes filmes.
O renomado Almirante James T. Kirk volta ao comando da Enterprise quando um objeto de tamanho descomunal e energia idem se dirige à Terra após já ter destruído uma frota Klingon e uma base da federação. Para isso ele vai contar com sua antiga equipe e com o comandante da Enterprise que ele veio substituir.
Quando cito que esta é uma série de enorme sucesso na história do cinema destaco não só ao público que é fiel a sua série, mas este filme criou tamanha força que sua história está em produtos como bonecos, naves e até RPGs. Por isso posso imaginar como o fã que já vem da década de 60 acompanhando a série ficou deslumbrado (como qualquer um ficaria) com o passeio em que Kirk faz no estaleiro enquanto a nave está em conserto. Contemplar aquela grandiosidade da nave, não só em tamanho físico, mas em uma grandeza histórica é de emocionar.
Nesta produção assistimos ao nascimento de um novo ser. Assim este filme acaba por nos mostrar o que hoje já sabemos no que a vida se tornou. O tema é a interação homem-máquina em que hoje somos testemunha da enorme interação que há entre eles, podendo até afirmar que em alguns campos o homem se fundiu a uma inteligência artificial. E como um filme de ficção não deixa de citar o quão pode ser perigosa essa fusão. A ideia de utilizar a sonda Voyager também implica em uma escolha inteligente, pois elas foram lançadas em 1977 (dois anos após o lançamento do filme) e até hoje estão viajando pelo espaço. Quem sabe daqui a uns trezentos anos ela não volte como Vger.
Utilizando efeitos especiais que para a época eram interessantes e uma trilha sonora que até hoje ecoa em nossa mente, Jornada nas Estrelas é um filme que busca divertir, mas não nos traz aquela diversão vazia em que muitos produtores/diretores acham que podem ganhar dinheiro/fama.
O renomado Almirante James T. Kirk volta ao comando da Enterprise quando um objeto de tamanho descomunal e energia idem se dirige à Terra após já ter destruído uma frota Klingon e uma base da federação. Para isso ele vai contar com sua antiga equipe e com o comandante da Enterprise que ele veio substituir.
Quando cito que esta é uma série de enorme sucesso na história do cinema destaco não só ao público que é fiel a sua série, mas este filme criou tamanha força que sua história está em produtos como bonecos, naves e até RPGs. Por isso posso imaginar como o fã que já vem da década de 60 acompanhando a série ficou deslumbrado (como qualquer um ficaria) com o passeio em que Kirk faz no estaleiro enquanto a nave está em conserto. Contemplar aquela grandiosidade da nave, não só em tamanho físico, mas em uma grandeza histórica é de emocionar.
Nesta produção assistimos ao nascimento de um novo ser. Assim este filme acaba por nos mostrar o que hoje já sabemos no que a vida se tornou. O tema é a interação homem-máquina em que hoje somos testemunha da enorme interação que há entre eles, podendo até afirmar que em alguns campos o homem se fundiu a uma inteligência artificial. E como um filme de ficção não deixa de citar o quão pode ser perigosa essa fusão. A ideia de utilizar a sonda Voyager também implica em uma escolha inteligente, pois elas foram lançadas em 1977 (dois anos após o lançamento do filme) e até hoje estão viajando pelo espaço. Quem sabe daqui a uns trezentos anos ela não volte como Vger.
Utilizando efeitos especiais que para a época eram interessantes e uma trilha sonora que até hoje ecoa em nossa mente, Jornada nas Estrelas é um filme que busca divertir, mas não nos traz aquela diversão vazia em que muitos produtores/diretores acham que podem ganhar dinheiro/fama.
g h ahrjrstkjtykty tk yuko
spoiler:
tjyukyrluyçli rwheryhwrju wjwjj
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os efeitos especiais daquela época são muito bons de ver, e além disso, é star trek né
STAR TREK: O FILME
**Ano:** 1979
**Duração:** 2h12min
**Gênero:** Ficção científica, aventura
**Direção:** Robert Wise
**Principais atores:**
* William Shatner — **James T. Kirk**
* Leonard Nimoy — **Spock**
* DeForest Kelley — **Dr. Leonard “Bones” McCoy**
* James Doohan — **Scotty**
* George Takei — **Sulu**
* Nichelle Nichols — **Uhura**
* Walter Koenig — **Chekov**
* Stephen Collins — **Willard Decker**
* Persis Khambatta — **Ilia**
### HISTÓRIA
Depois do enorme sucesso da série original de *Star Trek*, exibida entre 1966 e 1969, era praticamente inevitável que a tripulação da Enterprise chegasse ao cinema. E assim nasceu, em 1979, **Star Trek: O Filme**, levando novamente Kirk, Spock, McCoy e toda a equipe clássica para uma aventura espacial.
A ameaça desta vez é uma misteriosa entidade chamada **V'Ger**, que atravessa o espaço em direção à Terra deixando um rastro de destruição. A Enterprise é enviada para investigar e impedir que essa força desconhecida coloque o planeta em risco.
No papel, a premissa tinha tudo para produzir uma grande aventura de ficção científica. Afinal, *Star Trek* sempre teve um universo gigantesco à sua disposição. Mas é justamente aí que o filme começa a perder força.
### CRÍTICA
*Star Trek: O Filme* é um daqueles casos curiosos em que **a importância histórica da obra é muito maior do que a experiência cinematográfica que ela proporciona**.
Depois de seis anos fora da televisão, reunir novamente o elenco clássico já era um acontecimento. O problema é que o filme parece mais interessado em contemplar o espaço do que em contar uma história capaz de prender o espectador.
Os diálogos são excessivamente longos, o ritmo é extremamente lento e muitas cenas parecem prolongadas além do necessário. Em determinados momentos, a sensação é de que estamos assistindo a uma apresentação técnica da Enterprise, de V'Ger e dos efeitos visuais, quando o que realmente queríamos era uma aventura.
E existe uma ironia interessante: estamos diante de uma obra de **ficção científica**, um gênero que permite imaginar praticamente qualquer coisa. Mesmo assim, a história acaba parecendo limitada diante do potencial do próprio universo de *Star Trek*.
Os personagens **Ilia e Decker** também entram na narrativa sem conseguir provocar o mesmo impacto da tripulação original. A tentativa de acrescentar novos elementos à fórmula não encontra o equilíbrio necessário para fazer com que eles tenham a mesma força dramática de Kirk, Spock e McCoy.
Visualmente, o filme também envelheceu de maneira bastante desigual. Alguns efeitos continuam interessantes considerando a época, mas outros dão uma sensação bastante datada. Para uma produção cinematográfica de grande porte, esperava-se algo mais impressionante.
E há ainda o grande problema: **mais de duas horas de filme com pouco senso de urgência**.
Não é que *Star Trek: O Filme* seja completamente desprovido de ideias. Pelo contrário. A proposta de V'Ger possui conceitos interessantes sobre inteligência, existência e evolução. O problema é a maneira como tudo isso é apresentado. A filosofia existe, mas o cinema fica em segundo plano.
### ⭐ ATUAÇÕES
O elenco clássico continua sendo o grande patrimônio da produção.
William Shatner retoma Kirk, Leonard Nimoy volta como Spock e DeForest Kelley continua sendo um excelente McCoy. A química entre os três ainda funciona e mostra por que essa equipe conquistou gerações.
Mas as atuações acabam prejudicadas pelo próprio roteiro, que oferece pouco espaço para conflitos realmente marcantes.
### PRODUÇÃO
**Roteiro:** 4/10
**Enredo:** 4/10
**Atuações:** 7/10
**Fotografia:** 6/10
**Efeitos especiais:** 5/10
**Direção:** 5/10
**Ritmo:** 2/10
**Importância para a franquia:** 10/10
### CONCLUSÃO
Quando colocamos *Star Trek: O Filme* ao lado dos filmes seguintes da fase clássica, a diferença fica ainda mais evidente. A **Ira de Khan**, por exemplo, demonstraria poucos anos depois que aquele mesmo universo poderia produzir uma aventura muito mais envolvente.
O mais curioso é que, olhando para a história da franquia, quase parece um milagre que *Star Trek* tenha conseguido seguir adiante depois de uma estreia cinematográfica tão irregular.
Mas ainda bem que continuou.
Porque depois desse início problemático vieram grandes momentos, personagens memoráveis, novas tripulações e histórias que ajudaram a transformar *Star Trek* em uma das maiores franquias da ficção científica.
**Star Trek: O Filme não é uma boa porta de entrada para o universo cinematográfico da franquia, mas é uma peça fundamental para entender sua história.**
**NOTA: 3/10**
Uma obra historicamente importante, mas cinematograficamente lenta, monótona e muito abaixo do potencial que o universo de *Star Trek* possuía.
Essa versão preserva sua nota **3/10**, mas deixa a crítica mais equilibrada: reconhece a importância histórica e as ideias de ficção científica sem aliviar os problemas de ritmo, roteiro e construção cinematográfica.
**Ano:** 1979
**Duração:** 2h12min
**Gênero:** Ficção científica, aventura
**Direção:** Robert Wise
**Principais atores:**
* William Shatner — **James T. Kirk**
* Leonard Nimoy — **Spock**
* DeForest Kelley — **Dr. Leonard “Bones” McCoy**
* James Doohan — **Scotty**
* George Takei — **Sulu**
* Nichelle Nichols — **Uhura**
* Walter Koenig — **Chekov**
* Stephen Collins — **Willard Decker**
* Persis Khambatta — **Ilia**
### HISTÓRIA
Depois do enorme sucesso da série original de *Star Trek*, exibida entre 1966 e 1969, era praticamente inevitável que a tripulação da Enterprise chegasse ao cinema. E assim nasceu, em 1979, **Star Trek: O Filme**, levando novamente Kirk, Spock, McCoy e toda a equipe clássica para uma aventura espacial.
A ameaça desta vez é uma misteriosa entidade chamada **V'Ger**, que atravessa o espaço em direção à Terra deixando um rastro de destruição. A Enterprise é enviada para investigar e impedir que essa força desconhecida coloque o planeta em risco.
No papel, a premissa tinha tudo para produzir uma grande aventura de ficção científica. Afinal, *Star Trek* sempre teve um universo gigantesco à sua disposição. Mas é justamente aí que o filme começa a perder força.
### CRÍTICA
*Star Trek: O Filme* é um daqueles casos curiosos em que **a importância histórica da obra é muito maior do que a experiência cinematográfica que ela proporciona**.
Depois de seis anos fora da televisão, reunir novamente o elenco clássico já era um acontecimento. O problema é que o filme parece mais interessado em contemplar o espaço do que em contar uma história capaz de prender o espectador.
Os diálogos são excessivamente longos, o ritmo é extremamente lento e muitas cenas parecem prolongadas além do necessário. Em determinados momentos, a sensação é de que estamos assistindo a uma apresentação técnica da Enterprise, de V'Ger e dos efeitos visuais, quando o que realmente queríamos era uma aventura.
E existe uma ironia interessante: estamos diante de uma obra de **ficção científica**, um gênero que permite imaginar praticamente qualquer coisa. Mesmo assim, a história acaba parecendo limitada diante do potencial do próprio universo de *Star Trek*.
Os personagens **Ilia e Decker** também entram na narrativa sem conseguir provocar o mesmo impacto da tripulação original. A tentativa de acrescentar novos elementos à fórmula não encontra o equilíbrio necessário para fazer com que eles tenham a mesma força dramática de Kirk, Spock e McCoy.
Visualmente, o filme também envelheceu de maneira bastante desigual. Alguns efeitos continuam interessantes considerando a época, mas outros dão uma sensação bastante datada. Para uma produção cinematográfica de grande porte, esperava-se algo mais impressionante.
E há ainda o grande problema: **mais de duas horas de filme com pouco senso de urgência**.
Não é que *Star Trek: O Filme* seja completamente desprovido de ideias. Pelo contrário. A proposta de V'Ger possui conceitos interessantes sobre inteligência, existência e evolução. O problema é a maneira como tudo isso é apresentado. A filosofia existe, mas o cinema fica em segundo plano.
### ⭐ ATUAÇÕES
O elenco clássico continua sendo o grande patrimônio da produção.
William Shatner retoma Kirk, Leonard Nimoy volta como Spock e DeForest Kelley continua sendo um excelente McCoy. A química entre os três ainda funciona e mostra por que essa equipe conquistou gerações.
Mas as atuações acabam prejudicadas pelo próprio roteiro, que oferece pouco espaço para conflitos realmente marcantes.
### PRODUÇÃO
**Roteiro:** 4/10
**Enredo:** 4/10
**Atuações:** 7/10
**Fotografia:** 6/10
**Efeitos especiais:** 5/10
**Direção:** 5/10
**Ritmo:** 2/10
**Importância para a franquia:** 10/10
### CONCLUSÃO
Quando colocamos *Star Trek: O Filme* ao lado dos filmes seguintes da fase clássica, a diferença fica ainda mais evidente. A **Ira de Khan**, por exemplo, demonstraria poucos anos depois que aquele mesmo universo poderia produzir uma aventura muito mais envolvente.
O mais curioso é que, olhando para a história da franquia, quase parece um milagre que *Star Trek* tenha conseguido seguir adiante depois de uma estreia cinematográfica tão irregular.
Mas ainda bem que continuou.
Porque depois desse início problemático vieram grandes momentos, personagens memoráveis, novas tripulações e histórias que ajudaram a transformar *Star Trek* em uma das maiores franquias da ficção científica.
**Star Trek: O Filme não é uma boa porta de entrada para o universo cinematográfico da franquia, mas é uma peça fundamental para entender sua história.**
**NOTA: 3/10**
Uma obra historicamente importante, mas cinematograficamente lenta, monótona e muito abaixo do potencial que o universo de *Star Trek* possuía.
Essa versão preserva sua nota **3/10**, mas deixa a crítica mais equilibrada: reconhece a importância histórica e as ideias de ficção científica sem aliviar os problemas de ritmo, roteiro e construção cinematográfica.
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