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Kamila A.
7.945 seguidores
816 críticas
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2,0
Enviada em 24 de abril de 2016
Já existem obras suficientes sobre o famoso ilusionista Harry Houdini, entretanto Atos que Desafiam a Morte, filme dirigido por Gillian Armstrong, oferece um olhar diferente em torno da vida dele. A obra enfoca a visita que Houdini (Guy Pearce) fez à cidade de Edinburgo e o relacionamento que ele estabelece com Mary McGarvie (Catherine Zeta-Jones) e sua filha Benji (Saoirse Ronan).
Na época da visita de Houdini à capital escocesa, Houdini tinha feito um desafio a quem conseguisse trazer para ele uma mensagem de sua falecida mãe. Mary, uma médium conhecida pelas suas trapaças, é quem vai aceitar o desafio.
Atos que Desafiam a Morte acaba sendo um filme que se destaca pela sua competente parte técnica, em especial a direção de arte de Gemma Jackson e Anna Lynch-Robinson e os figurinos de Susannah Buxton e Jane Greenwood.
Uma boa história,sobre o Harry Houdini.No filme,não temos apenas ele como o assunto principal,até porque o personagem de Guy Pearce demora muito a entrar em cena.Deixando espaço para Catherine Zeta-Jones e Saiorse Ronan se apresentarem.Interagimos com mistérios e o romance de Harry e Mary.Com muitas cenas que explora a paixão de Harry,a mágica.Que enche os seus shows e impressiona da forma que é realizada.O figurino e a fotografia de época ,nos faz ter um filme regular até o fim.
Um bom filme! O filme, porém, peca em alguns aspectos: seu ritmo é lento e apresenta poucas reviravoltas durante a trama. O que também atrapalhou muito a credibilidade foi a interpretação ruim da Catherine Zeta-Jones, que não convenceu como mãe, além de não ser em nada parecida com a sua filha no filme; o aspecto físico atrapalhou muito. Porém o destaque vai para Guy Pearce e a ótima revelação Saoirse Ronan, que está ótima como Benji. Impecáveis também a direção de arte, fotografia e para a direção de Gillian Armstrong. É um bom filme, se possível assistí-lo, recomendo a todos!
Filme muito bom, tem uma profundidade sutil e tocante e com um tom clássico realista, personagens vivos e edição e fotografia muito boas também. Um filme para todo mundo, muito simpático.
Atos que desafiam a morte é um romance/drama que contou com a direção de Gillian Armstrong e roteiro de Tony Grisoni. A trama é ambientada em Edimburgo, na década de 1920, e acompanhamos a vigarista Mary (Catherine Zeta-Jones) e sua filha Benji (Saoirse Ronan), que estão passando momento financeiro difícil. Com a notícia da chegada do famoso Houdini (Guy Pearce), Mary vê a chance de se dar bem, pois o famoso mágico está procurando um médium que traga alguma comunicação de sua falecida mãe, prometendo uma recompensa de 10 mil dólares. Podemos dizer que o roteiro fez até correto em fazer esse interessante recorte, diante de um episódio da vida do famoso mágico: quando ele já é famoso e conhecemos seus inúmeros truques, assim nao se perde tempo apresentando um personagem já desgastado nas telas. Ao passo que tbm se torna curioso essa efervescência pela curiosidade mediunica, onde alguns mágico, que eram contram tentavam desmascarar tal ato e essa era a intenção do Houdini. Porém, logo percebemos que o desenvolvimento da narratica é muito rasa para tratar de uma história tão rica. Ao colocar a lente do filme sob a jovem Benji, perde-se a qualidade, pois faltou carisma de sua personagem. E isso esvaziou o romance entre sua mãe e Houdini, parecendo muito artificial, forçado e sem sal. Além de perder a chance de mostrar mais truques de Houdini, mostrar um ou outra dificuldade e até mesmo focar na sua dor abdominal que pronunciaria a sua morte. Poderiam tentar investir nas diferenças sociais de ambos e mostrar a compreensão de Houdini nisso, uma vez que ele veio da pobreza. Além de fracassar no romance, fracassa no drama. O filme fica numa oscilação gigante entre momentos bons e momentos ruins. Lamentável tbm a atuação de Catherine Zeta-Jones, muito inexpressiva. Houve tbm o descuidado em figurinos que parecem ter saído de uma festa carnavalesca. No mais é um filme que desagrada, mantendo em uma zona de conforto onde quase nada acontece.
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