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Aaron Sorkin mais uma vez acerta no roteiro.
É dificil, sem conhecimento prévio da história real, precisar as informações e analisar o quanto o filme responde aos fatos, mas dentro do contexto mostra uma história magnífica.
É dificil, sem conhecimento prévio da história real, precisar as informações e analisar o quanto o filme responde aos fatos, mas dentro do contexto mostra uma história magnífica.
No ano de 1968, diferentes grupos contrários à Guerra do Vietnã se reuniram em um grande protesto em Chicago, local em que acontecia a Convenção Nacional Democrata - evento que anunciou a candidatura de Hubert H. Humphrey à presidência. As coisas saíram do controle, houve tumulto e alguém tinha que pagar por isso. A decisão do governo foi acusar um seleto grupo de pessoas de conspiração em um julgamento que entrou para a história do país. Esse evento histórico é a matéria prima de Os 7 de Chicago,
novo filmasso da Netflix que você tem que prestar muita atenção para não perder nada pois é um filme muito complicado mas com uma história sensacional achei muito bom
novo filmasso da Netflix que você tem que prestar muita atenção para não perder nada pois é um filme muito complicado mas com uma história sensacional achei muito bom
No período entre 26 e 29 de agosto de 1968, os olhos do mundo estavam voltados para a cidade de Chicago (Illinois, EUA), onde se realizaria a Convenção Nacional Democrata que confirmaria os nomes do, então Vice-Presidente do país, Hubert H. Humphrey, e do Senador Edmund S. Muskie como os indicados para concorrer a eleição como Presidente e Vice-Presidente, respectivamente, representando o Partido.
A convenção, naquele ano, foi realizada durante um ano bastante turbulento, tanto política, quanto socialmente, tendo em vista os recentes assassinatos de Martin Luther King e de Robert F. Kennedy, bem como a situação vivida no país devido à Guerra do Vietnã. Principalmente em decorrência do último acontecimento, vários protestos e tumultos aconteceram ao redor do local onde seria realizada a convenção. E isso será muito importante para o que veremos em "Os 7 de Chicago", filme dirigido e escrito por Aaron Sorkin, baseado em fatos reais ocorridos naquele período.
Como consequência dos atos políticos e sociais ocorridos durante a Convenção Nacional Democrata de 1968, o Departamento de Justiça dos EUA acusou de conspiração e incitação à revolta o grupo que ficou conhecido como "Os Oito de Chicago". São eles: Abbie Hoffman (Sacha Baron Cohen), Tom Hayden (Eddie Redmayne), David Dellinger (John Carroll Lynch), Rennie Davis (Alex Sharp), John Froines (Danny Flaherty), Jerry Rubin (Jeremy Strong), Lee Weiner (Noah Robbins) e Bobby Seale (Yahya Abdul-Mateen II). O filme se passa no decorrer dos mais de 180 dias de julgamento do grupo.
Interessante perceber que o diretor e roteirista Aaron Sorkin opta por, deliberadamente, não nos mostrar os atos que levaram à acusação do grupo (essas cenas só nos serão mostradas por meio de flashbacks durante depoimentos ocorridos no julgamento), uma vez que isso não importa. O importante é o que os levou ao banco dos réus: um julgamento político por eles terem se posicionado veementemente contra a Guerra do Vietnã, contra o número alto de soldados mortos, num conflito que ninguém sabe até hoje porque os EUA demoraram tanto para encontrar uma saída.
Por isso mesmo, "Os 7 de Chicago" se destaca por ter esse caráter documental e histórico, de retrato de uma história em que pessoas lutaram pela liberdade dos outros, pelo direito à livre manifestação e à justiça. Em tempos em que vemos a democracia ser constantemente ameaçada, histórias como as que este filme retrata são necessárias. Analisando os aspectos técnicos, "Os 7 de Chicago" tem a força habitual dos roteiros escritos por Aaron Sorkin e uma direção que ressalta o melhor de seu elenco - com destaque para as atuações de Frank Langella como o juiz Julius Hoffman e para Mark Rylance como o advogado de defesa William Kunstler. São estes personagens que representam os dois lados da balança que estavam em jogo neste julgamento.
A convenção, naquele ano, foi realizada durante um ano bastante turbulento, tanto política, quanto socialmente, tendo em vista os recentes assassinatos de Martin Luther King e de Robert F. Kennedy, bem como a situação vivida no país devido à Guerra do Vietnã. Principalmente em decorrência do último acontecimento, vários protestos e tumultos aconteceram ao redor do local onde seria realizada a convenção. E isso será muito importante para o que veremos em "Os 7 de Chicago", filme dirigido e escrito por Aaron Sorkin, baseado em fatos reais ocorridos naquele período.
Como consequência dos atos políticos e sociais ocorridos durante a Convenção Nacional Democrata de 1968, o Departamento de Justiça dos EUA acusou de conspiração e incitação à revolta o grupo que ficou conhecido como "Os Oito de Chicago". São eles: Abbie Hoffman (Sacha Baron Cohen), Tom Hayden (Eddie Redmayne), David Dellinger (John Carroll Lynch), Rennie Davis (Alex Sharp), John Froines (Danny Flaherty), Jerry Rubin (Jeremy Strong), Lee Weiner (Noah Robbins) e Bobby Seale (Yahya Abdul-Mateen II). O filme se passa no decorrer dos mais de 180 dias de julgamento do grupo.
Interessante perceber que o diretor e roteirista Aaron Sorkin opta por, deliberadamente, não nos mostrar os atos que levaram à acusação do grupo (essas cenas só nos serão mostradas por meio de flashbacks durante depoimentos ocorridos no julgamento), uma vez que isso não importa. O importante é o que os levou ao banco dos réus: um julgamento político por eles terem se posicionado veementemente contra a Guerra do Vietnã, contra o número alto de soldados mortos, num conflito que ninguém sabe até hoje porque os EUA demoraram tanto para encontrar uma saída.
Por isso mesmo, "Os 7 de Chicago" se destaca por ter esse caráter documental e histórico, de retrato de uma história em que pessoas lutaram pela liberdade dos outros, pelo direito à livre manifestação e à justiça. Em tempos em que vemos a democracia ser constantemente ameaçada, histórias como as que este filme retrata são necessárias. Analisando os aspectos técnicos, "Os 7 de Chicago" tem a força habitual dos roteiros escritos por Aaron Sorkin e uma direção que ressalta o melhor de seu elenco - com destaque para as atuações de Frank Langella como o juiz Julius Hoffman e para Mark Rylance como o advogado de defesa William Kunstler. São estes personagens que representam os dois lados da balança que estavam em jogo neste julgamento.
A história real de 7 homens que são julgados por protestos em Chicago nos anos 60 contra a Guerra do Vietnã. Um filme bem interessante, que mostra a época em questão, as motivações dos homens líderes de grupos, situações de racismo, oposição ao governo, revolta do povo. A injustiça que as pessoas sofrem para um bem comum. As atuações são bem boas. Gostei.
O filme baseado em fatos reais tem atuações fortes e impactantes, mas parece que o roteiro ficou um pouco pesado demais para contar uma história política americana sem ser tão cansativa. Mas vale pela excelentes atuações, principalmente do indicado ao Oscar Sacha Baron Cohen. O filme tem um Gran Finale que enche os olhos e os corações.
"Uma obra que provoca e instiga, unindo uma narrativa envolvente a uma crítica contundente."
Durante o julgamento de sete ativistas políticos acusados de incitar protestos violentos em 1969, "Os 7 de Chicago" se torna uma reflexão profunda sobre democracia, repressão estatal e injustiça.
Aaron Sorkin eleva sua direção e roteiro com diálogos afiados, resgatando a polarização política de 1969. O elenco, com destaque para Redmayne, Cohen e Abdul-Mateen II, transmite com força as tensões e dilemas éticos. A obra não só reconstitui o julgamento histórico, mas também faz um comentário atual sobre os sistemas de poder e controle político, tornando-se uma reflexão incisiva sobre as fragilidades da democracia. Uma produção robusta, que transcende o drama histórico para abordar questões sociais universais.
Durante o julgamento de sete ativistas políticos acusados de incitar protestos violentos em 1969, "Os 7 de Chicago" se torna uma reflexão profunda sobre democracia, repressão estatal e injustiça.
Aaron Sorkin eleva sua direção e roteiro com diálogos afiados, resgatando a polarização política de 1969. O elenco, com destaque para Redmayne, Cohen e Abdul-Mateen II, transmite com força as tensões e dilemas éticos. A obra não só reconstitui o julgamento histórico, mas também faz um comentário atual sobre os sistemas de poder e controle político, tornando-se uma reflexão incisiva sobre as fragilidades da democracia. Uma produção robusta, que transcende o drama histórico para abordar questões sociais universais.
Esse filme não me encantou. É uma bonita obra, com uma boa direção, e um bom enredo. Mas não me cativou.
Minha opinião:
A primeira metade do filme é cansativo, custa a passar.
Somente os fãs de filmes em tribunais vão curtir.
A segunda metade melhora, a edição tenta dar um ritmo maior e o foco sai um pouco do tribunal.
Eu entendo que o sucesso deve-se ao tema atual, de manifestações e conflitos com a polícia, principalmente nos Estados Unidos.
Para cereja do bolo, algo que acontece com o líder dos panteras negras no tribunal.
Nesse momento, com certeza pessoas derramarão lágrimas e outras ficaram furiosas.
Os roteiristas entenderam que quando maior a lacração, maior a chance de premiação.
Não importa se o filme é cansativo, a edição erra feio, o roteiro é pobre.
A única cena emocionante é a cena final, quando a palavra é dada a Tom Hayden(Eddie Redmayne).
Realmente nesse caso, a luta era válida.
A guerra do vietnã foi uma estupidez, que favoreceu a indústria bélica americana e matou milhares de jovens.
E o pior foi que o os Estados Unidos perderam a guerra.
Para quem não sabe o Vietnã era ajudado pela União Soviética. Sim, a terra dos justos e santos.
Um dos favoritos as premiações do Oscar.
Disponível na Netflix
A primeira metade do filme é cansativo, custa a passar.
Somente os fãs de filmes em tribunais vão curtir.
A segunda metade melhora, a edição tenta dar um ritmo maior e o foco sai um pouco do tribunal.
Eu entendo que o sucesso deve-se ao tema atual, de manifestações e conflitos com a polícia, principalmente nos Estados Unidos.
Para cereja do bolo, algo que acontece com o líder dos panteras negras no tribunal.
Nesse momento, com certeza pessoas derramarão lágrimas e outras ficaram furiosas.
Os roteiristas entenderam que quando maior a lacração, maior a chance de premiação.
Não importa se o filme é cansativo, a edição erra feio, o roteiro é pobre.
A única cena emocionante é a cena final, quando a palavra é dada a Tom Hayden(Eddie Redmayne).
Realmente nesse caso, a luta era válida.
A guerra do vietnã foi uma estupidez, que favoreceu a indústria bélica americana e matou milhares de jovens.
E o pior foi que o os Estados Unidos perderam a guerra.
Para quem não sabe o Vietnã era ajudado pela União Soviética. Sim, a terra dos justos e santos.
Um dos favoritos as premiações do Oscar.
Disponível na Netflix
Incrível! O filme é sensacional, com um elenco genial e uma trama envolvente, bem adaptada, necessária e angustiante! Um retrato fiel de um fato histórico marcante! Vale a pena!
Excelente filme! Atuações muito boas, bem envolvente e traz discussões muito interessantes quando encerra. No início fica um pouco difícil de se envolver na trama, mas com o decorrer fui ficando mais preso. Definitivamente vale a pena ver Os 7 de Chicago!
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