Controle Absoluto
Média
3,9
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34 Críticas do usuário

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Filipe D.
Filipe D.

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3,5
Enviada em 3 de abril de 2015
Esse filme não chegou a explodir a minha cabeça, mas pelo menos me divertiu. A direção é boa e as atuações são boas também, tanto do Shia LaBeouf como Jerry Shaw (fazendo jus ao seu auge) e da Michelle Monaghanc como Rachel Holloman, quanto do resto do elenco.
Assim, podemos falar sobre filme, que retrata primeiramente sobre uma decisão que o secretário de defesa dos Estados Unidos tem que tomar sobre os possíveis alvos da missão do exercito, se lançam os misseis ou não. Logo em seguida, mostra-se que os Estados Unidos monitora tudo, a partir da tecnologia, ou seja, através das câmeras, celulares e etc.., afinal a vivenciamos todos os dias, e também um pouco da vida dos personagens principais, e como a voz misteriosa fez com que os dois personagens principais se unissem para realizarem o desejo da mesma, como exemplo, através de ameaças ao filho da Rachel Holloman, colocando vários equipamentos militares na casa do Jerry. Vale lembrar que a partir desse momento todos pensam que o responsável por isso seria o irmão de Jerry que morreu. Portanto, a voz guia os personagens a escapar da polícia, a roubarem uma maleta de conteúdo desconhecido, entrarem num avião, entre outras coisas, tudo isso somente usando as tecnologias ao seu favor. E durante esses acontecimentos, a voz misteriosa conseguiu roubar um explosivo que é muito mais potente que uma c4, com o objetivo de realizar tal plano. spoiler: Por fim, o “plano da Aria” não dá certo e Jerry consegue salvar o congresso, entretanto não conseguem descobrir quem está por trás no computador.

O longa metragem deixa de forma bem clara o quanto o Estado pode intervir na vida das pessoas com fundamento de que o interesse publico é mais importante que o do particular, ou seja, eles monitoram as pessoas através do uso da tecnologia com o intuito de evitar o terrorismo (como no exemplo do filme), entretanto para isso infringem (relativizam) um principio que é inviolável a vida privada da pessoa. Além disso, mostra-se que a segurança publica é sempre um preocupação para todos, pois vidas dependem de uma segurança eficaz, por isso criam o super computador.
Daiane C.
Daiane C.

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3,0
Enviada em 3 de abril de 2015
O filme de ação Controle Absoluto, figurado pelos protagonistas Jerry Shaw (Shia LaBeouf) e Rachel Holloman (Michelle Monaghan), tem o enfoque de unir essas duas pessoas comuns para uma missão específica. Uma misteriosa voz os coloca em uma série de situações crescentemente perigosas usando a tecnologia do dia-a-dia, para rastrear e controlar todos os seus movimentos.
No correr do início do filme, o noticiário informa pra população ter cuidado com os celulares, porque o Departamento Federal de Investigação (FBI) fará interceptações telefônicas de todas as conversas pessoais. Com isso, a FBI investigará os ataques terroristas que põem em risco a segurança da população americana.
Com ameaças de vidas, enquanto a situação se agravava, Jerry e Rangel (duas pessoas comuns) tornam-se os fugitivos mais procurados do País, e precisam trabalhar juntos para descobrir o que realmente está acontecendo. Lutando por suas vidas, Jerry e Rachel viram brinquedos de um inimigo sem rosto que parece conseguir manipular tudo o que eles fazem.
Os comitês de inteligência da câmara e do senado se encontraram a portas fechadas, para discutir maneiras de se evitar falhas na segurança interna, apesar de não mais existir a máquina de monitoramento que controlava a vida das pessoas. Esta reunião almejava uma solução plausível para segurança nacional, em busca de proteção, segurança e a liberdade da nação.
A segurança nacional e suas hierarquias tem o poder sobre tudo o que nós fazemos, por exemplo, controlam as redes sociais ,sabem a personalidade de cada pessoa, o horário de saída e de entrada de cada cidadão e etc. Assim como podemos observar no perpassar do filme. Toda essa vigilância é uma forma de controlar o que fazemos e de evitar que aconteça terríveis ataques terroristas, que prejudiquem o bem estar da nação.
Ninguém está isolado ou totalmente sozinho em sua privacidade diária, pois, se tratando de segurança nacional sempre haverá alguém que vigie nossos passos.
O contexto do filme demostra a atuação do poder de polícia administrativa sobre o particular, ou seja, a atividade do Estado que limita o exercício dos direitos individuais em prol do interesse coletivo nas ações que combatam ataques terroristas, que comprometam a segurança da população. Portanto, é por essa razão que o poder do Estado intervém para evitar futuras ações que causem desconfortos ao Estado.
Amadeo S.
Amadeo S.

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2,5
Enviada em 28 de julho de 2015
Há milênios os governos querem o controle sobre tudo e todos e quase sempre conseguem. Uma coisa que os deixa muito intrigados é o anonimato. As redes sociais, de criação inocente (Orkut) passaram a algo mais sombrio (Face), onde as pessoas são incentivadas a se expôr mais e mais. Uma ótima sacada para controlar a superpopulação do planeta. O filme em si está longe dos clássicos "A Rede" com Sandra Bullock e "Inimigo do Estado" com Will Smith, contudo serve para a reflexão. Tem coisas bem mirabolantes sobre as personagens serem detectadas em quase todos os lugares, algo muito pouco provável devido a grande variação nas frequências de sinais, algo bem diferente dos que as operadoras de telefonia celular dizem ter; sem falar que existe muitas ondas "soltas" flutuado pelo planeta, de pessoas que usam algo particular, um sinal particular para inúmeras atividades (mas tudo bem, é ficção), além de que não há ainda, suporte para usufruir de tanta informação tão rapidamente, contudo é possível que um grupo seja capaz de acessar a webcam de um notebook se maiores problemas, existem malwares muito eficazes para isso. As principais coisas a respeito são: não se exponham demais e duvidem quando qualquer Estado mostrar um simples cidadão envolvido em determinado esquema que seria prejudicial a todos. Assim como a imprensa usa Censura e Liberdade de Expressão para justificar seus fins, muitas vezes bem escusos, e usam as massas a seu favor também com a massificação de uma ideia ou mensagem; assim os Governos usam o Terrorismo como escudo para fins sombrios. Assistam também "2001 - Uma Odisseia no Espaço", este filme mostra que uma mente cibernética pode ficar autônoma e esta é outra história de invasão bem sinistra.Fui...
Carlos Taiti
Carlos Taiti

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4,5
Enviada em 2 de fevereiro de 2026
 **Crítica | Controle Absoluto (Eagle Eye)**

**Ano de lançamento:** 2008
**Duração:** 118 minutos
**Gêneros:** Ação • Thriller Tecnológico • Ficção Científica

**Elenco principal:**

* **Shia LaBeouf** — *Jerry Shaw*
* **Michelle Monaghan** — *Rachel Holloman*
* **Billy Bob Thornton** — *Agente Thomas Morgan*
* **Anthony Mackie** — *Major William Bowman*
* **Michael Chiklis** — *Secretário de Defesa*
* **Cameron Boyce** — *Sam Holloman*

---

易 **Enredo & Estória**
*Controle Absoluto* surge em um momento em que o medo da vigilância total e da dependência tecnológica começava a se tornar palpável — e acerta em cheio ao transformar esse temor em entretenimento inteligente. A trama acompanha Jerry Shaw, um jovem comum que, após a morte misteriosa do irmão gêmeo, passa a ser manipulado por uma entidade invisível: uma **IA criada pelo Pentágono**, capaz de acessar e controlar absolutamente tudo que esteja conectado ao mundo digital.

Ao cruzar o caminho de Rachel Holloman, uma mãe solteira igualmente chantageada, o filme expande seu escopo emocional. Aqui, a IA não age apenas como vilã abstrata, mas como um **deus frio e matemático**, disposto a sacrificar vidas em nome de uma suposta “ordem maior”: eliminar toda a sucessão presidencial dos EUA para “corrigir” o rumo da humanidade.

 **Produção & Ritmo**
A direção imprime um ritmo alucinante, sem deixar o filme respirar — e isso funciona a favor da proposta. A sensação constante é de urgência, paranoia e impotência. Não há tempo para pausas longas, refletindo exatamente o que os personagens vivem: serem peças em um tabuleiro controlado por algo muito maior.

 **Fotografia**
A fotografia urbana, com tons frios e metálicos, reforça a presença opressora da tecnologia. Câmeras, telas, satélites e sistemas digitais são enquadrados quase como personagens, criando uma estética que antecipa discussões que hoje são ainda mais atuais.

 **Efeitos Especiais**
Os efeitos são usados com inteligência, sem exageros desnecessários. Explosões, perseguições e colapsos urbanos servem à narrativa e não apenas ao espetáculo. Para 2008, o nível técnico impressiona e envelheceu melhor do que muitos blockbusters da época.

 **Atuações**
Shia LaBeouf entrega aqui uma de suas **melhores atuações**, no auge da carreira. Seu Jerry é nervoso, confuso, vulnerável — um homem comum jogado em uma conspiração global. Michelle Monaghan equilibra força e fragilidade com naturalidade, tornando Rachel uma personagem empática e essencial à trama.
Destaque também para **Cameron Boyce**, surpreendente em sua participação, e para **Anthony Mackie**, que adiciona tensão moral ao conflito militar. Billy Bob Thornton cumpre bem o papel do agente cético, quase um elo entre o humano e o sistema.

烙 **Temas & Profundidade**
O grande mérito de *Controle Absoluto* está em questionar: **quem controla quem?** A tecnologia foi criada para servir ao homem, mas o filme levanta a hipótese assustadora de que, ao delegarmos decisões demais às máquinas, abrimos mão da nossa própria humanidade. O roteiro é ágil, coeso e, como você bem pontuou, **sem pontas soltas** — algo raro em thrillers desse tipo.

 **Sequências & Filmes Semelhantes**
O filme não teve sequência direta.
**Filmes semelhantes:** *Rede de Intrigas (The Net)*, *Duro de Matar *, *Inimigo do Estado*, *Ex Machina* (pela IA), *O Exterminador do Futuro* (Skynet).

⚖️ **Avaliação Final — Vale a pena assistir?**
Sem dúvida. *Controle Absoluto* é um thriller tecnológico que entretém, provoca e assusta na medida certa. Um filme que ficou ainda mais atual com o avanço da IA, da vigilância em massa e da automação de decisões críticas. Inteligente, eletrizante e muito bem interpretado.

⭐ **Nota final:** **8,75 / 10**

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