Warcraft - O Primeiro Encontro de Dois Mundos
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4,1
2262 notas

106 Críticas do usuário

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Geovanne R
Geovanne R

81 seguidores 113 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de junho de 2016
Filme incrível.
parabéns pra equipe de feitos visuais. fizeram um trabalho excelente.
Todo o filme é ótimo, mais peca no desenvolvimento dos personagens, eles são bem genéricos, como se fossem descartáveis, você não consegue criar um vínculo com algum personagem.

Mais o filme não é de todo ruim, tem ótimas cenas de ação, vai ressaltar novamente, os efeitos especiais são incríveis.

Pode se dizer que Warcraft foi o ponta pé inicial
prós filme de games.
Guilherme D
Guilherme D

51 seguidores 106 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de julho de 2016
Warcraft é, resumidamente, uma adaptação bagunçada, genérica, com um bom elenco desperdiçado e que tem uma computação gráfica boa. O roteiro é bem simples e genérico, os personagens são todos (sem exceção) falhos e até mesmo com esteriótipos.
No geral, o filme pode agradar em cenas de ação, mas a trama é muito bagunçada e cansativa.
Eliseu C.
Eliseu C.

44 seguidores 82 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de junho de 2016
Visualmente, o filme é um espetáculo que homenageia diversas CGs dos jogos e traz pequenos easter eggs que aquecem os corações dos fãs.

No longa, passeamos pelos corredores de Karazhan antes de ela se tornar o local destruído e infestado de demônios e assombrações que encontramos em World of Warcraft. Observamos orcs urrando e amassando armaduras (e humanos) com uma única martelada. Acompanhamos soldados humanos marchando com suas espadas reluzentes rumo a batalhas decisivas. Voamos junto com grifos cruzando os céus. E vemos a magia sendo usada tanto para destruir quanto salvar vidas
Lucas
Lucas

36 seguidores 187 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de dezembro de 2022
Nostálgico! nostálgico e bem fiel ao jogo, jogo que passei horas e horas jogando a muito tempo atras, só de ser fiel ao jogo já vale 3 estrelas gostei bastante do elenco e dos efeitos especiais.
Tarcísio Braga
Tarcísio Braga

34 seguidores 61 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de junho de 2016
Antes de começa a crítica sobre o FILME, quero deixa claro para o público que "filme é filme", não importa se no livro está devagar ou no jogo é diferente, o cinema é o conceito muito especifico e diferente desses e sendo assim a abordagem tem que ser outra, minha opinião pessoal é claro. O filme ao logo do seu inicio faz o que todo filme baseado em algumas coisa que está no mercado(livros, jogos, séres) e que tem o nome sugestivo(O primeiro encontro de dois mundos) ou deveria fazer, que é explicando a situação e os problemas futuros só uma intro é claro, essa mistura de fantasia e realismo me encanta em certas partes, os personagens são bens instruídos e a linguagem é dinâmica, a iluminação deixa a deseja, pois nas partes de luta ou conversação ela não está bem focada, o áudio não causa suspense ou desejo, os personagens completamente seguram o filme. Deixou um gostinho de quero mais, o final foi brilhante e surpreendente, não precisa ler nada para entender o filme, nem críticas ou sinopses. O diretor fez uma adaptação especular, sobe fazer do jeito legal da bela arte, do jeito dele. Não irá me surpreender em nada ver esse filme concorrendo ao Oscar ou Globo de outro sendo assim minha nota é.... de 0 a 5, a nota final é 4.1 - Ficou coisas no ar, coisas essas que poderiam ser relevadas nesse primeiro filme.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 26 de setembro de 2016
Digital vs Real.

Adaptações de jogos eletrônicos para o cinema tem o estigma de resultarem em conteúdo, senão ruim, pelo menos duvidoso. Sempre que uma nova empreitada focada em um jogo famoso é anunciada, há um frenético burburinho de receio quanto ao que esta por vir, algo natural dado o histórico de produções dessa natureza. Quando o game em questão é World of Warcraft, a coisa ainda se acentua devido a imensidão de jogadores frenéticos alcançado pela proposta do jogo.

Povoado por Orcs, o reino de Dreanor padece em ritmo acelerado por conta de uma magia maligna que tem sugado as energias vitais da região. O líder do grupo, Gul'dan (Daniel Wu), propõe como alternativa de sobrevida da espécie a passagem por um portal para a terra de Azeroth, reino este comandado por Llane Wrynn (Dominic Cooper). O líder da guarda real é Anduin Lothar (Travis Fimmel), habilidoso guerreiro responsável por investigar e descobrir quem são os gigantes recém chegados e quais suas reais ambições.

Duas espécies, dois reinos, está armado o conflito de interesses que tem por propósito a perpetuação da espécie, ainda que de maneiras distintas. O embate entre humanos e orcs funciona de forma interessante porque há complicações pessoais quando se fala em sobreviver, deixando que o drama pontue as aspirações de alguns personagens quando se fala em matar seres vivos em prol da vida rival. Essa perceptiva é a melhor funcionalidade no roteiro do também diretor Duncan Jones, embora se sustente de forma mediana por conta da total falta de carisma de vários personagens e seus intérpretes.

A começar pelo pavoroso Travis Fimmel... difícil entender como os produtores apostaram em alguém que só tem em seu currículo a medíocre série Vikings, que certamente é bem sucedida por conta de sua ambientação. Fimmel mais uma vez consegue mostrar o quanto é ruim em cena, principalmente em momentos que exigem do ator presença dramática, que naufraga vergonhosamente. Ben Foster vive o mago Medivh, que por sua vez deveria funcionar como protetor do reino, mas parece ter dificuldades em atuar dentre as incessantes cenas que se misturam com computação gráfica. Paula Patton que vive uma Orc muita parecida com humanos é, talvez, a única que realmente tenta se mostra efetivamente produtiva, principalmente por ser colocada como dúvida sobre a quem irá defender no campo de batalha.

Apesar de muitas as atuações canhestras, o filme tem boas, para não dizer cavalares, doses de ação. Grande parte disso com boa mistura entre atores reais e ambientes/monstros digitais. Para os fãs do game, certamente há embates grandiosos que os deixarão ofegantes pela reprodução visual de ótima qualidade, algo natural neste tipo de produção milionária.

A busca pela sobrevivência, pontuada pelo respeito ao legado do game em que se baseia, faz de WARCRAFT - O PRIMEIRO ENCONTRO DE DOIS MUNDOS um filme interessante, mas fraco em seu resultado final. O drama calcado na busca pela vida naufraga por grandes perdas que não se justificam, apenas foram inseridas como tentativas de soar emocional. Doses de CG e ação mantém a atenção, mas soa demasiadamente artificial e sem carisma em grande parte do tempo.
Alvaro Triano
Alvaro Triano

98 seguidores 97 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de junho de 2016
"Warcraft: O primeiro encontro de dois mundos" é a porta de entrada dessa nova era dos Games para a telona. O novo filme do bom diretor Duncan Jones (Lunar e Contra o Tempo) tem uma pegada de fantasia mais nos moldes de Crônicas de Nárnia, do que Senhor dos Anéis, porém, isso não faz do filme algo desastroso ou ruim. Jones consegue fazer um filme bom e competente, dentro dos padrões de sua detentora Blizzard, com o intuito de contar a história de dois protagonistas em dois reinos distintos. Warcraft baseia-se no primeiro jogo de 1994 e começa sua linha narrativa através de uma batalha entre um humano e um Orc, dando sequência para a família de Durotan (Toby Kebbell), chefe de clã e protagonista da parte dos Orcs. Durotan luta pela sua família, assim como seu povo e vê no mago líder um opressor dos orcs. No lado dos humanos temos a figura do general Lothar (Travis Fimmel), que é o espelho de Durotan nas convicções de família e povo. As motivações do longa vem da batalha entre Orcs e Humanos, originado da saída dos Orcs de Draenor e a invasão a Azeroth, assim como nos games, não existe vilões ou mocinhos, os dois lados possuem suas convicções onde o público pode se apoiar. O que o receptor pode estranhar é essa áurea de "bonzinho" que os Orcs apresentam, afinal, fomos apresentados aos Orcs sanguinários e sombrios de Peter Jackson, mas isso é só um detalhe que fica ofuscado por tamanho perfeccionismo do CGI, a aparência das criaturas é perfeita, Jones contou com uma nova tecnologia de captura de performance que possibilitou uma textura direta dos Games para o cinema, dando fidelidade em sua criação. A trilha sonora de
Ramin Djawadi em certos momentos lembra Hans Zimmer em "Homem de Aço", muito boa! A única falha que podemos encontar dentro de toda essa belíssima apresentação plástica de Warcraft é o seu roteiro raso e previsível, Charles Leavitt e Duncan Jones escreveram esse script de forma apressada, a historia é muito atropelada pela entrada de novos cenários e os personagens são apresentados de forma instantânea, sem tempo para criar laços emotivos, fora as reviravoltas que são desenhadas na tela. Acredito que Warcraft é um bom filme para fãs da franquia e que vai precisar de muito mais para manter as suas possíveis continuações.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de junho de 2016
Visualmente muito bem feito, belos efeitos te empolga em algumas partes, mas parece não se importar com o desenvolvimento dos personagens e também da a impressão de dar foco aonde não deve.
Felipe Santos
Felipe Santos

12 seguidores 169 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de agosto de 2024
Warcraft o primeiro encontro de dois mundos não introduz nada de diferente no universo de adaptação de jogos, a sensação que dá é que você já viu esse filme várias vezes antes só que muito mais inspirado.
Lúcio T.
Lúcio T.

594 seguidores 242 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de outubro de 2016
Orcs versus Humanos! Talvez estejas familiarizado com tal luta devido as trilogias de O SENHOR DOS ANÉIS (2001-2002-2003) e O HOBBIT (2012-2013-2014) e destas lutas, torcias para que a humanidade levasse a melhor (juntamente com os Anões, Elfos, Magos e Hobbits). Diferentemente do que acontece nestes dois filmes citados, aqui, os Orcs não são os vilões, quer dizer, nem todos são! Assim como nem todos os humanos são "flores que se cheire" (novidade.....)... O universo de Warcraft eu conheci através dos gibis e só com o lançamento do filme, que descobri que as histórias em quadrinhos eram baseadas em um famoso game que lançou o primeiro jogo em 1994. Para não falar asneira, resolvi pesquisar um pouco, pois nunca soube que existia. Assim o fiz, então tenho pequenas informações sobre tal mundo nos jogos e opinião formada para quem nunca jogou e tem interesse em ver. Para os fãs, me parece que o diretor Duncan Jones (fã deste consolo e também roteirista, junto com Charles Leavitt e Chris Metzen) caprichou nas referências e entrega algo digno de êxtase para quem joga. Teve certas adaptações de uma estória que já vem sendo contada (e construída) aos longos 22 anos e transmitir tudo em quase duas horas (o que não é pouco para se contar uma trama, mas.....), tem que saber como o fazer e Jones soube (repito, aos olhares de fãs). Agora você (que nem eu, que também não mais lembrava das HQs, só de uma personagem feminina infantil amiga de um Orc.....acho), que nunca viu ou ouviu, a situação é diferente..... Se foi nota 10 para os conhecedores, para os leigos fica a desejar em sua narrativa a lá "the flash"! Visualmente, agradaria até Matt Murdock (.....olha o humor negro.....), com Efeitos Visuais de primeira qualidade (pena que apenas para os Orcs, águias e cenário porque para outros clãs como os dos Anões, Elfos e Magos/Guardiões, ficou devendo.....) e uma Fotografia tão bela, que é até possível imaginar que tal mundo fictício exista. A expressão facial e corporal dos Orcs é nota mil! Fantástico!!!!! O que mais vale a pena ver nesta película. Já a história..... Baseada na narrativa de 1994 (o primeiro encontro entre humanos e Orcs), tudo acontece muito rápido, mas rápido meeeesmo, não dando tempo para uma respiradinha, é ação, ação, ação, pequena informação, ação, ação, ação e pronto, acabou! De tantos acontecimentos acontecendo rapidamente, nem se percebe que o tempo passou. Com isso, tudo o que acontece vai no ritmo do Ligeirinho (aiaiaiiiii, Arriba! Arriba!), não convencendo nos sentimentos dos personagens e não permitindo certa coerência, por exemplos: dois personagens mal se conhecem e já se apaixonam; dois supostos inimigos mal se conheceram e já querem uma aliança para derrotar um mal maior; uma inimiga mal capturada e já ganha a confiança de seus captores ; sem conhecer bem e saber as intenções, o Rei já dá uma ordem "cabeluda" para a desconhecida, entre outros.... Temos erros no roteiro (principalmente na luta entre "Guardião Junior" e "Guardião Supremo") e gostaria de saber o porquê spoiler: que os demais Guardiões ficam de boa? Tipo, enquanto o mundo vai sendo dominado, ficamos aqui tomando "um cafezinho" e cuidando do AllSpark (ops, filme errado, mas que parece, parece!). Ou seria porque cada Mago pertence a um clã e só os humanos que foram para batalha?
Não tenho esse conhecimento, foi mal..... Um ponto positivo é que mesmo com esse corre corre todo, o conto é de fácil interpretação sendo possível saber o que está acontecendo e quais objetivos de cada lado da batalha. O elenco está razoável, tirando a atuação de Paula Patton (aiaiuiui.....ela que já fez DÉJÀ VU de 2006 um bom filme e MISSÃO IMPOSÍVEL - PROTOCOLO FANTASMA de 2011 outro bom filme) que merece destaque em seu trabalho em tal personagem que atua e também podemos dizer que o ator Travis Fimmel (que interpreta o Sir Anduin Lothar) manda bem nas lutas, mas falta dramaticidade. Decepção foi o ator Ben Foster que nos entrega um Medivh (o Mago "supremo" ou Guardião) muito fraco. Achei muito boa a Trilha Sonora de abertura (só). Entonces, na minha humilde opinião, a média entre jogadores e cinéfilos é um entretenimento.....(.....toca os tambores.....).....mediano! O desfecho indica uma continuação e espero que tenha, pois me lembro de ter gostado e muito do conteúdo (pelo menos nos gibis) e não que eu não tenha gostado deste, só esperava algo melhor...
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