Repo Men - O Resgate de Órgãos
Média
3,7
174 notas

24 Críticas do usuário

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Sidney
Sidney

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1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
È um bom filme, a história difere das outras e têm um bom elenco.
William
William

160 seguidores 173 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Tema meio q absurdo, a empresa tem autorização de MATAR seus devedores para pegar os orgaos de volta...!
É uma trama bem envolvente e trabalhada mas meio arrastada, os 111 minutos do filme se transformam em 500, deixando-o cansativo apesar das cenas de ação, final ridículo!
Valdeci C de Souza
Valdeci C de Souza

4 seguidores 24 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
No início do filme Repo Men, dirigido por Miguel Sapochnik com roteiro de Eric Garcia e Garrett Lerner o personagem vivido por Jude Law justifica seu “trabalho” com o seguinte raciocínio mercadológico: ”Se você não paga as parcelas do carro, o banco vem e pega o carro de volta... Se você não paga a hipoteca da casa, o banco vem e toma a casa de você”. Este é o meu trabalho... “Se você não paga as prestações dos seus órgãos, nós o pegamos de volta” Não foram exatamente com estas as palavras, mas a idéia básica foi essa. Depois de tentar justificar seu ofício de “Coletor” nestes termos Rins (José Law) e Jane Frievald (Forest Whitaker) partem para mais um dia de trabalho: Resgatar órgãos de pessoas inadimplentes com “A União”. Acontece que esta cobrança não tem nada de amigável e, por mais surreal que possa parecer, o filme é ainda mais inverossímil na medida em que Remy e Jake matam as pessoas para retirar os órgãos implantados. Seria inacreditável que, mesmo num futuro distante, fosse ético e humanamente aceitável que uma empresa comercial venha a ter o poder “legal” de matar as pessoas para retirar implantes artificiais dos indivíduos e assim recuperar sua mercadoria e seu investimento. Afinal, que tecnologia médica é essa que, de um lado proporciona ao indivíduo um padrão de vida melhor com estes implantes, possibilitando um tempo de vida maior e em melhores condições da pessoa exercer suas atividades usufruindo de todos os recursos médicos e científicos disponíveis. Na contramão deste avanço médico científico, atua como uma mera empresa financeira (sem valores éticos ou morais) tem por finalidade única o lucro certo e garantido. O não pagamento da aquisição dos órgãos artificiais (e vitais em muitos casos) a companhia simplesmente resgata sua mercadoria sem importar-se que o indivíduo morra de forma cruel e sanguinolenta e assim possa revender novamente o órgão para outro infeliz inadimplente. Até a forma como a “coleta” é feita é desproporcional a tal avanço tecnológico e médico e é exageradamente artificial e caricato. Para não dizer de extremo mau gosto. Medieval demais e humanamente inaceitável para os padrões futurísticos mostrado no filme. A não ser é claro, se os produtores tiveram a intenção de nos retratar um futuro meramente mercantilista e ganancioso onde os valores humanos (e, por conseguinte, éticos e morais) serão relegados a segundo plano. Ou o que é pior, um futuro onde o ser humano será apenas um produto de mercado. Para não dizer que não existe um lado interessante nesta história toda, foi interessante ver que depois o tal sitema se vira contra o próprio Remy ao precisar de um transplante de coração e ficar sem a grana para pagar as mensalidades para “A União”. Agora ele está sendo caçado por Jake (seu parceiro de trabalho) para recuperar o órgão transplantado. Assim, começa a segunda parte desta história e Remy cai na real e sente na própria pele (literalmente) que o ofício de coletor e toda aquela engrenagem da corporação de doar/recuperar órgãos das pessoas não é uma prática aceitável e agora tem que correr contra o tempo para salvar a própria vida e das outras pessoas que se encontram na mira do coletor. Este aspecto moral foi a única parte interessante da história uma vez que sempre temos a visão errada das coisas quando não nos colocamos no mesmo lado da outra pessoa e não temos a perspectiva do outro. Sempre temos a tendência de olharmos para o próprio umbigo sem importar-nos com os problemas e angústias alheias. Assim, ao vivenciar a mesma situação dos inadimplentes com “A União” Remy conhece o lado humano dos endividados e as péssimas condições que vivem sempre a fugir e a se esconderem nos lugares mais insalubres e em ruínas. Uma verdadeira lição de moral e ética. Mas tal consciência só foi possível quando teve que viver como fugitivo. O filme é direcionado para aquele público que gosta de tiroteio, explosões, perseguições e muito sangue sem importar-se com questões morais, éticas ou mesmo filosóficas. Chego a pensar até que o parágrafo acima não tenha sido levado em consideração pela grande maioria dos espectadores de Repo Men (não vai aqui nenhuma crítica a esta legião de pessoas é só uma observação pessoal e uma perspectiva cinematográfica bem particular). Geralmente o público de filmes de ação não está muito ligado nestas questões e costumam dizer que é só um filme e nada mais. Realmente neste aspecto o filme funciona e as cenas onde os coletores praticam seu ofício são impressionantes. As cenas de lutas e perseguições em cenários em ruínas e a trilha sonora ajudam a criar um clima a deixar o expectador sem fôlego e muito menos tempo para pensar. A cena final quando os fugitivos encontram a porta rosa e entram no “coração” do sistema da corporação chega a dar uma dor na espinha. Assistir toda aquela automutilação foi chocante. Mas fique tranqüilo: Você pode desligar seu aparelho e dormir tranqüilo depois de assistir toda esta matança, sanguinolência e mutilação. Afinal, trata-se simplesmente de mais um filme de ação sem propósito algum que não o entretenimento. Meu blog: http://maisde140caracteres.wordpress.com
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