O Homem Invisível
Média
3,9
837 notas

113 Críticas do usuário

5
17 críticas
4
41 críticas
3
28 críticas
2
14 críticas
1
8 críticas
0
5 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Sheila Lopes
Sheila Lopes

1 seguidor 10 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de novembro de 2020
Depois Do Gigante Fracasso Com O Dark Universe. A Universal Tenta Mais Uma Vez Com O Homem Invisível, Tem Momentos Tensos Fala Sobre Abuso Psicilógico, Acontece Algo No Filme Que Atrapalhou Minha Experiência Um Pouco" (É Spoiler Mas Não Vou Dar Nada) Mas É Um Bom Recomeço Pro Dark Universe
Gabriel Anazario
Gabriel Anazario

8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de agosto de 2025
Um bom filme, pelo nome parece clichê mas a história é boa, um bom suspense, vale a pena assistir até o final
Lucas F.
Lucas F.

6 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 28 de abril de 2021
Filme é bom até a cena do hospital onde a grande questão do filme é respondida, a partir disto se torna um lixo, mais de uma hora restante apenas para rir das escolhas de roteiro e péssimas atuações. O fato de ainda deixarem nota alta aqui é um absurdo.
Gustavo Borba
Gustavo Borba

31 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de junho de 2025
É um bom filme, mas acho que teria sido excelente se o trailer não tivesse revelado logo de cara que o homem invisível usava tecnologia. Se pelo menos metade da história tivesse sido construída como algo sobrenatural, o plot twist teria sido muito mais impactante. Mesmo assim, gostei bastante. Vale a pena assistir. As duas horas passam rapidinho, o filme prende bem a atenção.
Diego S
Diego S

9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de abril de 2020
Muito bom o filme, cheio de suspense, a trilha sonora por si só te deixa ansioso. Elisabeth Moss faz uma impecável interpretação como protagonista; apesar de o final ser um tanto quanto vago,você não vai se arrepender de assistir "O Homem Invisível"!!!
Anthonio Motta
Anthonio Motta

5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de julho de 2023
Agora podemos dizer que existe um filme de terror/suspense. O que foi esse filme. As cenas são muito bem feitas e elaboradas de uma tal forma que te deixa sem ar e com um certo medo. A atriz que interpreta a Cecília (personagem principal) da um show. A história é bem contada, só tem um pequeno deslize no qual não mostra o porque ele é totalmente obcecado pela Cecília. Com certeza podemos dizer que esse filme merece o sucesso que esta tendo.
Adam William
Adam William

8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de abril de 2020
Embora parte do público tenha certa aversão à refilmagens no cinema, é inegável que alguns contadores de histórias fazem trabalhos incríveis quando possuem a chance de trazer uma releitura através de uma nova ótica. E enquanto outros monstros da universal não tiveram tanta sorte ao serem reapresentados a um novo público, o mesmo não pode-se dizer da figura sem face que inspirou O Homem Invisível (The Invisible Man) de Leigh Whannell, que não apenas traz um tom atual para a obra, mas veste seu roteiro com discussões interessantes que tiram o terror do lugar comum.

Com base na história original do livro de H.G. Wells, Whannell cria uma trama de terror mais voltada para o lado psicológico, optando por evitar que o homem invisível do título seja o protagonista da história. Aqui, a história gira em torno de Cecília Kass (Elizabeth Moss), uma mulher vítima de um relacionamento abusivo que finalmente se vê livre após o aparente suicídio de seu ex, Adrian (Oliver Jackson-Cohen). Porém, ela logo percebe que tudo foi forjado e Adrian ainda representa uma ameaça pois, de alguma forma, conseguiu se tornar invisível. Ao estabelecer um inimigo que não se pode ver – ou mesmo constatar sua existência para reagir – e colocar o público do lado de vítima, Whannel cria na obra a atmosfera do relacionamento de Cecília, causando um incômodo constante logo nos primeiros minutos e que permeia até a sequência final.

Whannell, roteirista que traz no currículo filmes como Jogos Mortais e Sobrenatural aproveita sua experiência com textos que trabalham personagens mentalmente abalados e cria terror ao explorar situações tão cotidianas que tornam-se familiares sem que o roteiro precise se esforçar para isso. Tal como Jordan Peele fez em seu Corra! três anos atrás, onde a aflição era instantânea ao constatarmos a vulnerabilidade do protagonista diante de um ambiente majoritariamente branco, aqui sentimos o desconforto constante devido a culpabilização da vítima e a dificuldade desta em sequer conseguir provar o perigo que ela está correndo. Ao expor sua condição – que o espectador sabe ser real –, Cecília acaba desacreditada como muitos outras mulheres cujo agressores não precisam ser invisíveis para se tornarem isentos de culpa. Assim, o título acaba funcionando como uma ironia: é Cecília quem é verdadeiramente invisível na história, assim como tantas outras vítimas que a sociedade prefere não enxergar.

Há dois aspectos fundamentais para que a obra consiga passar esse sentimento com maestria. Primeiramente, há a escolha mais que acertada de Elizabeth Moss para o papel principal, algo que poderia pôr tudo a perder já que é o trabalho da atriz que conduz a obra. Moss cria uma personagem genuinamente fragilizada sem a necessidade de recorrer à diálogos expositivos, mas transmitindo em seu olhar e voz hesitante toda a dor oriunda do trauma vivido no relacionamento. Temos também a direção de Whannell que aproveita a premissa da ameaça que não se vê para criar tensão ao focar sua câmera em espaços vazios, criando uma incerteza para o público que nunca sabe se está olhando ou não para o vilão. Por vezes, movimentos simples de câmera tornam-se muito mais instigantes, já que é impossível prever o próximo passo da figura invisível. E conforme a sensação de perigo constante se instaura, Whannell pega o espectador de surpresa em vários momentos ao criar sequências de impacto, como a cena do restaurante e a cena de “luta” no corredor do hospital.

Além do domínio de câmera, cabe um elogio ao trabalho de fotografia de Stefan Duscio e à trilha sonora de Benjamin Wallfisch, que funcionam juntos para criar um tom de suspense ímpar na obra. Por exemplo, enquanto os filmes de terror que utilizam de jumpscares para assustar seu espectador costumam aplicar o susto súbito com planos fechados e com pouca iluminação, Duscio aproveita ao máximo os ambientes majoritariamente claros e abertos ao passo que a trilha de Wallfisch eleva a tensão. O resultado causa uma sensação conflituosa por insinuar que algo está para acontecer, mas de forma que não seja possível prever como ou quando, mesmo que tudo esteja se passando a plena vista do público.
Sem trazer para si a proposta de recriar o universo compartilhado de monstros, Whannell permite-se ficar no básico e entrega um resultado intrigante e assustador, voltando-se para o terror psicológico que veste mais do que bem a obra. Ao atualizar O Homem Invisível não apenas nos efeitos visuais – pouco utilizados de fato –, mas inserindo um tema assustadoramente atual em seu texto, o diretor cria um filme de monstro diferente do esperado, onde o monstro é a depressão, o abuso. Monstros estes que, muitas vezes, também acabam se tornando invisíveis.
Giselle Camargo Beranger
Giselle Camargo Beranger

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de março de 2020
Mistério e suspense que nos prende a atenção do início ao fim. Excelente desempenho da atriz Elizabeth Moss
Isabelle
Isabelle

11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de setembro de 2022
É um filme bom, ele te da o básico de um suspense.
Gostei do final, achei o terror psicológico provocado pelas câmeras, trilha sonora e expressões da atriz, um combo perfeito p gente roer as unhas, principalmente no início/meio.
Katrina Gonzales Garcia
Katrina Gonzales Garcia

8 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de setembro de 2022
Pela atriz, eu achei que esse filme seria melhor. Mas achei bem ruim. História é boa, mas acho que não souberam trabalhar nela.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa