O Homem Invisível
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3,9
837 notas

113 Críticas do usuário

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clayton s
clayton s

1 seguidor 7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de março de 2020
Simplesmente perfeito, um filme sem falhas uma verdadeira obra prima do gênero....um final impensável
Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de abril de 2020
Apesar do trailer já entregar grande parte da surpresa, é um bom filme. Não é apenas um filme de terror ou suspense, é uma obra que transmite muito mais nas entrelinhas de forma subjetiva.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de março de 2020
A princípio, um roteiro que combina com diversas histórias, o que nos faz pensar se realmente é aquilo que esperamos. Apesar da semelhança, caminha de forma bem diferente pelo anterior "O Homem Sem Sombra". Mesmo sendo um elenco mediano, consegue dar uma excelente guinada e nos trazer um final incrível. Vale conferir.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de abril de 2021
Cecilia tem um namorado abusador e foge de seu domínio. Pouco tempo depois, tem a notícia que o mesmo morreu, porém ainda sente sua presença em sua vida. Um filme de paranoia, maluquice, traumas e estresse psicológico. Cecilia não sabe se o namorado está invisível prejudicando tudo que faz ou se está vendo coisas pelo trauma do passado. Um filme muito bem feito, suspense ao extremo, sustos em toda parte. Bem escuro por sinal, consegue mostrar a verdadeira visão que uma vítima de abuso psicológico sente. Vai além de um filme de horror. Muito bom.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de agosto de 2022
O Homem Invisível (The Invisible Man)

"O Homem Invisível" foi lançado em 2020 escrito e dirigido por Leigh Whannell (cocriador e roteirista da franquia Jogos Mortais). O longa foi inspirado no romance de mesmo nome de H. G. Wells, de 1987, já adaptado pela Universal Studios em 1933. É estrelado por Elisabeth Moss como uma mulher cuja rotina é atormentada por um namorado bastante abusivo, um cientista rico especializado em óptica. Para se libertar dele, a personagem utiliza uma droga para fazê-lo dormir e assim fugir com sua irmã. Porém, ela acredita estar sendo perseguida por seu ex-namorado aparentemente falecido depois que ele adquire a capacidade de se tornar invisível.

O desenvolvimento de uma nova adaptação cinematográfica contemporânea do romance começou em 2006, mas foi interrompido em 2011, quando o roteirista David S. Goyer (diretor de Blade Trinity, de 2004) foi contratado pela Universal Studios para trabalhar em uma nova perspectiva da história clássica. No entanto, o profissional se desligou da obra deixando o projeto engavetado por alguns anos, até o ator Johnny Depp se interessar pelo andamento da produção em 2016, pois o projeto foi revivido como parte do universo cinematográfico compartilhado dos monstros clássicos da Universal - Dark Universe. Apesar disso, o estúdio assumiu o controle do filme e Depp foi descartado após o fracasso crítico e financeiro de "A Múmia em 2017" (realmente esta versão é horrível), pois a Universal se afastou de um universo serializado para filmes independentes. O projeto voltou a ser desenvolvido em 2019 junto com outros clássicos de terror.

Sobre o clássico: durante a ascensão de Hollywood nos anos 30, a Universal Classic Monsters chamou a atenção do público com diversas obras envolventes, que incluíam filmes como "Drácula" (1930), "Frankenstein" (1931) e "O Homem Invisível" (1933). Depois que o clássico de 1933 chegou aos cinemas, o sucesso foi praticamente imediato, dessa forma o estúdio pensou em desenvolver outras produções ligadas à obra de H. G. Wells. Nesse sentido, em 1940, os espectadores puderam conferir "A Volta do Homem Invisível", e em 1942, "A Mulher Invisível" se tornou uma comédia de sucesso emprestando alguns elementos do longa original para conquistar o público. O clássico de 1933 faz parte de uma série de clássicos de terror que os estúdios Universal decidiram refilmar no século 21 - os outros títulos incluem "A Múmia", "O Lobisomem", "A Noiva de Frankenstein" e "O Monstro da Lagoa Negra", além de "A Liga Extraordinária" (2003), que também foi baseada em um quadrinho homônimo, em que um dos personagens centrais era o Homem Invisível. O longa-metragem ainda me remete ao clássico do SBT, "O Homem sem Sombra", que também é inspirado na obra do escritor britânico H. G. Wells.

Realmente o ano de 2020 foi o ano dos reboots, e aqui temos mais um.
O longa nos confronta um drama familiar abordando casos de terror mesclados à ficção científica de um jeito inovador e cheio de tensão. É incrível como temos várias abordagens ao longo da trama de um cientista que descobriu a fórmula da invisibilidade e testa essa condição específica em si mesmo. O longa navega no drama, no mistério, no terror, no suspense, além de nos trazer uma relação abusiva através do olhar da vítima, que é uma mulher angustiada pela obsessão do marido e, dentre as variadas leituras, nos faz refletir sobre o percurso doloroso que uma vítima oprimida pelo medo percorre.

Este é o maior trunfo do filme, a forma como ele aborda uma relação violenta, controladora, abusiva, com maus-tratos que causa pressão psicológica e mexe com a sanidade da vítima. De fato a Cecilia (Elisabeth Moss) era extremamente traumatizada e fortemente alucinada pela opressão, pelas agressões físicas e psicológicas. O longa ainda exemplifica como a vítima sofre o 'Gaslighting' - que é uma forma de violência psicológica nos relacionamentos afetivos. Sorrateiramente, o parceiro abusivo fere o emocional da vítima através de manipulações e mentiras para se engrandecer ou se safar de situações desfavoráveis para ele - muito bem abordado e concretizado na trama! Temos aqui uma espécie de denúncia em forma de suspense.

Como acreditar em uma pessoa que afirma que um morto voltou e agora está invisível? O roteiro lida muito bem com essa vertente e toda essa construção do místico, do imperceptível, do oculto, do sombrio, além de claramente trabalhar o clima soturno da personagem ao nos explicitar a sua insanidade mental, e como ela perdeu a razão em pensamentos e ações sem sentido, apresentando comportamentos distorcidos que fogem à regra. Por outro lado o longa aborda o comportamento do namorado (ou marido) da vítima - um sociopata narcisista. Claramente o Adrian (Oliver Jackson-Cohen) tinha dificuldade para ter empatia, a sua sociopatia lhe incapacitava de ter empatia. Ele ainda apresentava mentiras compulsivas, manipulação, impulsividade, arrogância, comportamento hostil, impaciência e a incapacidade de sentir culpa.

A vencedora do Emmy Awards, Elisabeth Moss (recentemente esteve impecável na série Iluminadas), está completamente incrível e absoluta na personagem. Se o filme consegue nos imergir e nos prender em um suspense muito funcional mesclado com o terror, grande parte desse acerto se deve a Moss. De fato ela conseguia nos passar a sua angústia, a sua aflição e o seu medo unicamente pelo olhar e pelas suas expressões. Posso afirmar que não seria qualquer atriz que conseguiria nos prender e nos paralisar em uma cena de suspense praticamente sozinha, como a Moss fez várias vezes (como na cena que ela contracena com o oculto). Tem que ter uma bagagem, muita experiência e todo um preparo para nos entregar uma excelência como ela nos entregou. Eu nunca me canso de elogiar a Elisabeth Moss, pois ela é uma atriz fenomenal que funciona no drama, funciona no suspense, funciona na ficção, funciona em tudo que você quiser. Ela é uma das melhores atrizes da sua geração e da atualidade - a rainha da porra toda!

Oliver Jackson-Cohen (recentemente esteve em A Filha Perdida) é muito bom no que ele faz, e aqui ele impressiona com um personagem frio, compulsivo, introspectivo, sádico e totalmente letal - gostei da sua atuação. Michael Dorman (da série For All Mankind) foi uma grata surpresa na trama, visto que seu personagem Tom Griffin (irmão do Adrian) inicialmente estava escanteado, onde eu achava que ele estava ali unicamente para compor o elenco, porém, no último ato do filme ele ganha uma relevância e o roteiro até tenta nos surpreender o envolvendo em um plot. Aldis Hodge (da série City on a Hill), um amigo de infância da Cecilia e hoje é o Detetive James Lanier. Aldis entrega um personagem um pouco perdido em cena, que não mostrou a que veio e tem situações inverossímeis. Harriet Dyer (da série American Auto) faz a Emily Kass, a irmã que ajuda a Cecilia a fugir dos abusos do marido sociopata. Harriet faz aquela típica personagem que nem cheira e nem fede, praticamente um desperdício de tempo e de talento.

O longa de Leigh Whannell se sobressai muito bem ao abordar um drama familiar com casos de uma relação doentia e abusiva, onde ele mescla muito bem o suspense com o terror e a ficção científica. Porém, o filme está recheado com vários furos e inconsistências de roteiro totalmente incabíveis, onde eu nem vou me dar ao trabalho de pontuar aqui, pois é só descer às páginas abaixo que encontrará vários comentários que pontuam muito bem cada uma (quem quiser saber mais é só procurar o comentário do usuário Goremaster). O australiano Leigh Whannell foi o cocriador e roteirista da franquia Jogos Mortais, o que me leva a crer que no último ato ele descamba para a violência explícita por vontade própria, como algo para impressionar o espectador (eu não me impressionei), ao apostar no sangue jorrando sem pudor, quase um gore. Por outro lado o roteiro tenta estabelecer um plot twist que beira o ridículo - eu não comprei essa ideia, não achei aceitável, de certa forma achei até absurdo. Também achei inverossímil a última cena com a Cecilia expondo aquele ar de soberana e poderosa.

"O Homem Invisível" é um bom filme, acerta muito bem no suspense, na ficção e na abordagem de um relacionamento tóxico, mas por outro lado erra descaradamente ao desafiar a nossa inteligência com situações que beiram o ridículo - completamente inaceitável!
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de março de 2020
"O homem invisível" tem um argumento interessante, embora não novo, uma boa direção e boas atuações, mas ainda sim o longa de Leigh Whannell fica devendo.

O roteiro do longa é de constantes altos e baixos, temos muito desenvolvimento que acaba dando voltas em si mesmo, um ritmo que pesa e um primeiro ato monótono, um falta de objetividade no estilo cinematográfico permeia toda a obra, o lado positivo do roteiro é a criação do dispositivo criado e o argumento para sua utilização, são ao menos criativos.

A direção do longa é boa, mistura diversos elementos de direção e usa muito bem sua câmera, fazendo-a um personagem, já que não enxergamos o vilão, a câmera consegue dar um peso e uma dimensão a sua presença ameaçadora. Elisabeth Moss é realmente o ponto alto do filme, a atriz consegue dar uma ótima profundidade dramática a sua personagem e expressar muito bem seu terror, é quase destoante do resto da obra.

Ao assistirmos "O homem invisível", que é um remake, vemos pitadas de outros filmes, como, "O homem das trevas" ou "O contador", nada muito surpreende, um primeiro ato que custa a passar, e um terceiro ato mais animador.  Nota 6/10
Marcio A.
Marcio A.

165 seguidores 134 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de junho de 2020
O Diretor Leigh Whannell - se esforça bastante neste eletrizante filme de suspense, onde quem brilha não são os efeitos... mas sim as caras e bocas da nossa já conhecida estrela: Elisabeth Moss. Sua atuação como Cecília - segura de ponta a ponta um filme que mesmo diante de alguns deslizes, entretem com competência e mostra de forma clara como a simplicidade de um roteiro pode segurar a atenção - mesmo do mais exigente espectador.
A garra de Moss no papel - passa todo o trauma que sua personagem sofreu em seu relacionamento abusivo sofrido - até a sua fuga posterior. Este relacionamente não é mostrado no filme, mas nem precisa diante do talento de Moss em ilustrar a veracidade de seus traumas. Um filme que vai direto no ponto e que exalta com força o terror mais subjetivo. É claro que o Diretor Whannell ainda não chega a ser um James Wan - diretor do primeiro jogos Mortais e de Invocação do mal, mas prova... que está bem encaminhado no gênero suspense.
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de agosto de 2021
Esse filme foi uma grata surpresa, como dificilmente achamos um bom terror hoje em dia então pude aproveitar muito bem esse filme que contém ótimo roteiro, atuações, além de ter um desfecho impressionante!
Tarcísio Braga
Tarcísio Braga

34 seguidores 61 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de fevereiro de 2020
O Homem Invisível – Dia assistido 28/02/2020 – Ótimo 7,5/10 – Direção: - Gênero: Leigh Whannel – Gênero: Fantasia/Terror/Suspense – O filme tem como principal estrela a inesquecível e consagrada Elisabeth Moss como Cecília Kass, o remake do clássico O Homem Invisível de 1933, na história de Kass ela sobre duro no seu relacionamento abusivo, decidindo acabar com essa história ela descobre os perigos desse fim de relacionamento e tenta provar a todo custo que está com a razão e com os olhos bem atentos.
Um filme é uma crítica social pesada ao dias atuais, os relacionamentos conturbados, a falta de empatia com o próximo e o não aceite de muitos homens pelo fim dos seus relacionamentos, as mulheres se sente sufocadas do qual vão criando traumas e as consequências são irreversíveis, infelizmente o tema abordado no filme é recorrente, fazendo com que mulheres paguem o preço com a sua própria vida. O assunto é comum e não muito distante, você encontrar muitas Cecílias por ai, pessoas que perderam o prazer de viver e se sentem ameaças o tempo todo pelo seus ex-companheiros, é preciso sim falar sobre esse tema.
A atriz Elisabeth Moss é digna de qualquer aplausos, ela garante os momentos tensos do filme com uma fotografia bastante explorada em filmes de terror, o diretor opta por sempre foca na cara da atriz que já é reconhecida por trazer esses tipos de momentos, o telespectador ficará desconfortável pois tem que ficar essa é a ideia principal, trazer mulher ou homem para viver aqueles momentos com a Moss.
A primeira ideia do filme é você desconfiar da personagem e pensar que é só mais um terror comum, porém o filme vai revelando coisas que você se sente acuado e vivendo sobre o medo, esse momento o filme poderia explorar mais, o filme aqui fica devendo e focar muito no suspense sendo assim ele deixa o terror de lado, tem poucos momentos de sustos por exemplo, opta por momentos clichês e a trilha sonora não acompanha, faltou um maior desenvolvimento do roteirista e deixando algumas cenas vagas.
Quem segura o filme realmente e à atriz, o chocante e surpreendente é o final, o filme construí com você um momento, porém ele quebra isso e revelar a realidade dos fatos, e deixando uma reflexão no ar. Vale a pela conferir o filme só por essa reflexão, A minha nota pessoal para esse filme com um tema importante é ótimo 7,5/10 e nota em sites específicos é 3,5/5. Crítica feita e revisada por Tarcísio Braga

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Ricardo P.
Ricardo P.

14 seguidores 20 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de março de 2020
Suspense que nos deixa tensos do início ao fim, com trilha sonora que ajuda muito nesse sentido, além do roteiro bem amarrado que não deixa pontos de interrogação no final.
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