O Homem Invisível
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3,9
837 notas

113 Críticas do usuário

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Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de agosto de 2020
Assista sem procurar furos e absurdos no roteiro... aí irá curtir um suspense bacana. Isso já perdoando a premissa do filme.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de março de 2020
O Homem Invisível tem caminhos de como apresentar esse clássico literário de uma forma mais pés nos chão e dentro dessa narrativa propõe um suspense na jornada tortuosa mentalmente da protagonista e que traz um entretenimento com bons momentos, sem muitos contras que estraguem a história que foi optada a ser contada.

Para ler a crítica completa para melhor entendimento, link a seguir: http://www.parsageeks.com.br/2020/03/critica-cinema-o-homem-invisivel.html
Marcone O.
Marcone O.

11 seguidores 12 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de março de 2020
O final é muito vago... E se tratando de um ser humano a chances de maga lo seria mutoo mais fácil e óbvia mas o filme coloca uma dificuldade aumentando o nível do vilão sem de fato tee motivos aparentes se tratando apenas de um assassino. Ambicioso.
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de março de 2020
Não é de hoje que o cinema mainstream enfrenta uma crise de criatividade – o excesso de refilmagens, reboots e adaptações repetidas, sem dúvidas, desestimulam boa parte do público a comprar seus ingressos – mas, é claro, que existem exceções – e fiquei bastante satisfeito em notar que o diretor (e também roteirista aqui) Leigh Whannell conseguiu atualizar de uma maneira bastante séria e tensa está história clássica do lendário escritor H.G. Wells – suas decisões de protagonismo, temas de fundo e algumas metáforas e criticas sociais fazem toda a diferença – tornando O Homem Invisível em um assustador estudo da realidade que muitas mulheres passam sob a pressão de figuras masculinas opressoras e manipuladoras.

Embora seja uma adaptação do livro de 1897 – que tinha uma versão clássica estrelada por Claude Rains em 1933, um marco na história dos efeitos especiais – a trama agora tem quase nada em relação à história original – tirando o sobrenome do cientista e uma breve vista de um homem enfaixado (marca registrada do filme dos anos trinta) em um hospital, a história parte de uma atualização dos conceitos originais – se o homem invisível de Rains tinha aspectos da filosofia de Nietzsche, especificamente da obra “O Super-Homem”, onde é imaginado um cidadão que, com um poder grande adquirido, o usaria apenas para seu beneficio, subjugando os demais – e fazendo alusões até mesmo a “dominar o mundo” – está nova versão viaja por um caminho mais intimo, mas nem por isso menos perigoso – para isso, se o protagonismo antes era do personagem-título, agora é sob o ponto de vista da vitima.

Partindo de uma metáfora bastante simples – obviamente, o homem invisível representa a figura de homens que não são vistos (ou notados) pelo resto da sociedade – mas se tornam extremamente perigosos e torturadores (e bem visíveis) para as mulheres, as quais eles abusam – quem passa por essa traumática situação é a arquiteta Cecilia Kass (Moss), vivendo em um relacionamento perigoso, praticamente presa na luxuosa casa do cientista Adrian Griffin (Cohen) – ela acaba por fugir do local, recebendo, dias depois, a noticia de que seu ex-namorado cometeu suicídio – deixando uma herança para ela, que somente será recebida caso ela não cometa nenhum crime ou não seja considerada mentalmente incapaz – a partir daí, o inferno que vivia com o ex-companheiro acaba por aumentar – com diversos incidentes atrapalhando sua relação com a família que está lhe dando abrigo agora – o policial James (Hodge) e sua filha Sydney (Reid) – além de com sua irmã (Dyer) – Cecilia suspeita que Adrian forjou seu suicídio e encontrou uma forma de ficar invisível, para prejudica-la e enlouquece-la – fazendo todos a sua volta suspeitarem que ela está realmente perdendo sua sanidade.

Nesse clima sufocante de tensão psicológica, Whannell acerta a mão por conduzir a trama sem pressa – ele desenvolve o drama, a pressão e o medo que Cecilia tem, não só pela ameaça invisível, mas pelo mundo todo – pois veja a sugestão das situações: a personagem de Elisabeth Moss passa exatamente pelo drama que diversas mulheres sofrem, ao tentarem pedir ajuda contra uma ameaça que ninguém quer saber ou ver – sendo taxada de louca, apenas pelo fato do criminoso se esconder do resto da sociedade – as tristes estatísticas aqui no Brasil, por exemplo, mostram como muitas perdem a vida devido a isto – por mais que ela tente explicar o que acontece, acaba sendo sempre questionada por todos – como ao tentarem justificar o comportamento do agressor pelo fato dele ser rico e que, por isso, Cecilia estava com ele só por interesse financeiro – parece absurdo, mas isso acontece com as mulheres, de fato – inclusive, outras mulheres, lamentavelmente, se esqueceram de que esta infeliz condição foi imposta pelo machismo estrutural na sociedade – o roteiro do próprio diretor é inteligente também em mostrar como Adrian tenta desestabilizar Cecilia em todas as suas camadas da vida – seja atrapalhando sua carreira, suas amizades e familiares – além de inserir uma sutil (mas verdadeira) critica ao fato de homens manipularem ou forçarem as mulheres a maternidade – numa espécie de afronta da sociedade patriarcal contra a independência feminina.

Contando com bons atores coadjuvantes, como o próprio Oliver Jackson-Cohen como Adrian, passando bem seu olhar de opressor e desprezo – além de Aldis Hodge como James e a menina Storm Reid como Sydney – o destaque maior do longa é, com certeza, na atuação excelente de Elisabeth Moss – a atriz consegue ser versátil ao ponto de exibir traços da personalidade de Cecilia que estão sendo destruídos pelo relacionamento tóxico no qual se envolveu – repare como ela consegue ainda passar um ar de tentar ser feliz em meio ao caos, quando resolve presentear os amigos que lhe ajudaram ou quando fica com pena do cachorro de seu ex – além disso, suas expressões e olhar perdido marcam perfeitamente a sensação de perseguição e fobia em sair para o mundo – mostrando como é uma grande atriz, Moss transforma um simples caminhar até a caixa de correio em um modo de visualizarmos como sua personagem se tornou frágil em encarar o mundo, devido a presença de um homem opressor em sua vida – sem falar da forma como encara, literalmente, a presença do ser invisível – pois veja o desafio da atriz aqui, ao ter que atuar para o “nada” ou, provavelmente, com alguém vestido de verde, que seria “retirado” na pós-produção – um trabalho marcante desta grande atriz.

Nesse clima de suspense crescente, o longa também acerta em suas concepções e ideias visuais – e creio que o maior acerto aqui seja a discrição – ao evitar dar explicações improváveis para um fato tão improvável como a invisibilidade, o roteiro foge de diálogos expositivos e absurdas tentativas de justificar fatos sem muita base técnica – algo que tanto O Homem Sem Sombra de Paul Verhoeven e o filme de 1933 tinham – a forma como é adquirida aqui é um tanto absurda ainda, mas achei mais plausível do que as experiências com uma planta que simplesmente tira a cor das coisas – sem falar que o modo como a direção de arte e a equipe de efeitos especiais exemplifica as lutas e “pegadas” do homem invisível são extremamente bem feitas, optando por um realismo que assusta – evitando sustos desnecessários e conseguindo realmente surpreender em certos momentos – como uma certa cena em que um objeto surge do nada durante uma conversa e causa algo terrível – como estamos diante de uma ameaça que não podemos ver, o trabalho de edição de som acaba sendo fundamental – com resultados excelentes, é recomendável assistir o longa no cinema ou em um bom sistema de som, para causar uma imersão e tensão maior – algo que também é reforçado pelo boa trilha sonora de Benjamin Wallfisch – criando toques de um contra baixo sintetizado e assustador – além de inserir violinos que dão mais peso e também um certo alivio para alguns momentos de medo, tristeza e desespero de Cecilia.

Pecando apenas por algumas soluções na trama que soam um tanto forçadas – como a ligação do irmão de Adrian, o advogado Tom (do Michael Dorman) – ou quando Cecilia precisa voltar para a casa do agressor para conseguir provas contra ele – mesmo que tenha uma função para complementar a trama mais tarde – ainda assim, o filme se sobressai por dar uma solução um tanto ambígua, mas satisfatória, para a trama – especialmente sobre tocar no assunto de como as mulheres devem se defender de homens como Adrian – e até que ponto a justiça é realmente justa para esse tipo de situação – ou o fato de que a sociedade precisa ver tudo escancaradamente para tirar suas supostas conclusões – vide a forma como o filme sempre insere imagens de câmeras de segurança, como se fosse o olhar da sociedade, digamos assim – algo que Whannell se aproveita bem para compor o último ato.

Junto da direção acertada e da magnifica atuação de Elisabeth Moss, O Homem Invisível é um suspense grandioso e capaz de fazer o espectador pensar sobre o tema que aborda – dando uma pequena noção do drama terrível de inúmeras mulheres que sofrem em relacionamentos abusivos.
Mauro A
Mauro A

16 seguidores 99 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 5 de março de 2020
É um bom filme mas, se você não o ver, não vai perder nada. Não é nada original pois o romancista G. H. Wells foi o primeiro escritor a abordar este tema e a televisão já produziu dois seriados sobre homens invisíveis. Este filme, o que te prende atenção é justamente como uma mulher vai conseguir vencer seu marido, um homem que pode ficar invisível. Porém, achei o desfecho interessante e pela cara da atriz na última cena, tudo leva a crer que vai haver uma continuação aí, ela tem muita gente em quem vingar. Aguardem "A Mulher Invisível".
Antowan
Antowan

18 seguidores 185 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de junho de 2020
Filme muito bom , muito bom mesmo ! Surpreendentemente apesar de um pouco previsível, filme inteligente de uma ficção possível em um futuro próximo. Te prende do início ao fim. Realmente esses filmes dessa produtora BH estão de parabéns! Show !!!
Marcelo Marques
Marcelo Marques

67 seguidores 194 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de agosto de 2020
Gostei do filme, o filme aborda um tema polêmico, a trama prende a atenção, porém não gostei do final, pra mim poderia ser mais trabalhado.
Bom filme !
Geovane H.
Geovane H.

7 seguidores 14 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de julho de 2020
Muito bom vale a pena ver, super bacana! Nada a ver como um remake.... Realmente gostei.

Igor F.
Igor F.

7 seguidores 44 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de março de 2020
É um filme legal, porém, este não é um daqueles filmes que são obrigatórios para se assistir ao menos uma vez na vida. Em algumas partes é tedioso e não assusta ninguém. O gênero está mais para um filme de suspense do que de terror.
Emersonkirasama
Emersonkirasama

3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 16 de março de 2021
QUE FILME HORRÍVEL! Esse entrou na minha lista como um dos piores filme que já vida até hoje!  Apenas uma ou outra cena foi mediana, a atuação da atriz no filme também achei super fraca! Se existisse uma nota pior que péssimo eu daria com toda certeza, perdi 2 horas da minha vida vendo esse lixo!臘‍♂️
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