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André S.
40 seguidores
104 críticas
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1,5
Enviada em 31 de julho de 2017
Há tempos que o ator John Cusack não trabalha em um filme pelo menos razoável. O que me atraiu para mais essa produção sobre "zumbis" foi a presença do ator Samuel L. Jackson, mas nem este salvou essa produção de péssima qualidade, em uma estória esquisita, de roteiro confuso. Enfim, para ser b3m objetovo: ESTE FILME NÃO PRESTA!
Não é ruim. Mostra que há uma manipulação inteligente que controla o zumbi, colocando cada um em uma realidade virtual doce durante o transe (o que ocorre no final do filme mostra isso). Mas a intenção do filme é mostrar o universo micro disso - a individualidade de cada um. Mas pode, por exemplo, ser uma tecnologia de guerra, através de frequência de sinais captadas pelo cérebro e transformando pessoas em armas que não sentem dor e que obedecem toques de avançar e recolher. Bela idéia, que poderia ter sido melhor executada.
Cara o pior filme que vi em 2017. Pra começar eu nem consegui terminar de assistir de tão ruim. E pior que tem um elenco top!! Que vê acha que no mínimo é assistivel, mas é total perca de tempo.
Trash do trash com Samuel Jackson e John Cusack? Sim. De repente todos que estão falando ao celular viram zumbies conectados em rede, com direito a reboot e emissão de sons que transformam outros em zumbies. Assisti incrédulo até o fim. Fujam.
Há uma curiosa estranheza para quem simpatiza com as obras de Stephen King, haja vista que o referido escritor é conhecido pelas bizarrices que escreve. Com o filme CELULAR não seria diferente, uma vez que, baseado na obra homônima, a produção estrelada por John Cusack e Samuel L. Jackson mostra uma realidade na qual os celulares de todo o planeta recebem uma frequência que deixa os usuários dominados por uma ânsia de sangue e violência.
O desenrolar do filme é até curiosa para uma obra nitidamente de baixo orçamento, com bom aproveitamento do suspense que paira sobre as origens do apocalipse dos celulares. Mas também, como é comum nas obras de King, o final é mais filosófico do que conclusivo, algo que certamente desanimará muitos que esperam o convencional. Pode não ser um fenômeno, mas vale a curiosidade.
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