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A ideia de uma rede orgânica entre os infectados nunca foi tão inovadora. Mas infelizmente é muito mal trabalhada com uma hora e quarenta minutos de cenas aleatórias e mal feitas onde parece que não chegaremos a nada. É triste ver grandes nomes como John Cusack, Samuel L.Jackson e Isabelle Fuhrman em uma produção tão decepcionante.
Adaptação do livro de Stephen king (Celular), novamente temos aqui mais um exemplo da "maldição" que persegue as adaptações deste escritor no cinema, salvo algumas exceções. O livro (como sempre) é bem mais profundo e menos prolixo do que o filme. Mesmo que King assine o roteiro do longa, não ajudou na elaboração de uma boa história. Mesmo que temos alguns atores estelares no elenco, suas atuações ficam a desejar se comparadas a outros de seus trabalhos. A edição do filme o torna muito cansativo e a fotografia é simples. A sensação de ver este filme é que de perdemos nosso tempo para ver uma história que não tem fundamento. Ela começa bem quando aparelhos telefônicos transformam pessoas em "zumbis", mas não termina bem, sem explicação alguma dos motivos e a real conexão com o personagem principal. O que não o torna totalmente desprezível é a idéia de que aparelhos telefônicos podem gerar uma destruição em massa, mas já foi melhor explorado em filmes como (Pulse).
O filme torna-se ruim pois termina sem um final. Não explica nada de onde partiu a dominação. Tudo bem que o autor faz uma clara referencia da humanidade super conectada à realidade virtual, que de fato, nos assemelha a um zumbi. Somos de fato controlados pela tecnologia, mas enrolou, enrolou e não teve final. A impressão, ao assistir é de que faltou verba e o filme não foi concluído.
Há tempos que o ator John Cusack não trabalha em um filme pelo menos razoável. O que me atraiu para mais essa produção sobre "zumbis" foi a presença do ator Samuel L. Jackson, mas nem este salvou essa produção de péssima qualidade, em uma estória esquisita, de roteiro confuso. Enfim, para ser b3m objetovo: ESTE FILME NÃO PRESTA!
Péssimo filme. Efeitos toscos. História sem pé nem cabeça. Perdi mais de uma hora e meia da minha vida.
Não é ruim. Mostra que há uma manipulação inteligente que controla o zumbi, colocando cada um em uma realidade virtual doce durante o transe (o que ocorre no final do filme mostra isso). Mas a intenção do filme é mostrar o universo micro disso - a individualidade de cada um. Mas pode, por exemplo, ser uma tecnologia de guerra, através de frequência de sinais captadas pelo cérebro e transformando pessoas em armas que não sentem dor e que obedecem toques de avançar e recolher. Bela idéia, que poderia ter sido melhor executada.
Todos os contextos possíveis de filmes de zumbis já foram filmados. Neste sentido, o filme não traz nenhuma novidade: manteve a mesmice.
Cara o pior filme que vi em 2017. Pra começar eu nem consegui terminar de assistir de tão ruim. E pior que tem um elenco top!! Que vê acha que no mínimo é assistivel, mas é total perca de tempo.
Simplismente horrível! Como um ator conceituado que nem Samuel L. Jacson aceita fazer um filme tão ruim!?
Trash do trash com Samuel Jackson e John Cusack? Sim. De repente todos que estão falando ao celular viram zumbies conectados em rede, com direito a reboot e emissão de sons que transformam outros em zumbies. Assisti incrédulo até o fim. Fujam.
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