Batman Eternamente
Média
3,0
1768 notas

43 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de novembro de 2018
Muito se fala negativamente desse filme, mas veja qualidades, como a bonita fotografia, inclusive indicada ao óscar, assim como melhor som e Efeitos sonoros, a linda Nicole Kidman que abrilhanta o filme e uma direção do Joel Schumacher, que apesar do roteiro não ajudar ele consegue fazer sim um bom trabalho, destaque também para o maravilhoso Jim Carrey que está bem como o charada, mas assim já pode se dizer de Tommy Lee Jones que está exagerado e sem energia como Duas caras, Chris O'Donnell muito fraco, sem carisma, assim como Val Kilmer como O Homem morcego que nem cheira e nem fede, ainda no elenco temos Michael Gough como Alfred, está apenas ok e Drew Barrymore que está totalmente desapercebida. Batman eternamente tem sim algum entretenimento, mas nada marcante, mas o pior mesmo vinha a seguir com o ridículo O Batman e Robin.
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 13 de dezembro de 2014
Joel Schumacher assume a direção,depois de duas histórias já terem sido lançadas.Em Batman Eternamente,parece que tudo anda fora do lugar.O filme vem com bastante personagens,e uma grande lista de artistas consagrados.Dessa vez,Val Kilmer assume a capa,e se traveste de Batman.Mais o que falar de Jim Carrey e Tommy Lee Jones,respectivamente como,Charada e Duas Caras.Se bem que ainda temos Chris O´Donnel como Robin,fica bastante difícil escolher apenas um para receber a Framboesa de Ouro.Nicole Kidman completa,mais...
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de janeiro de 2014
Duas-Caras (Tommy Lee Jones) e Charada (Jim Carey), dois excêntricos bandidos, decidem descobrir a identidade do Homem-Morcego (Val Kilmer) para depois mata-lo. Este por sua vez recebe a ajuda de um jovem (Chris O'Donnell) que tem sede de vingança, por ter perdido a família em um acidente provocado exatamente pelo Duas-Caras. Adorava Assim Esse Filme Quando Era Criança Concerteza e Um Bom Filme Com Boas Atuaçoes Recomendo Nota 8.0
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de setembro de 2016
A trama do filme foi fraca,o roteiro não conseguiu agradar apesar dos vilões e da introdução do Robin,alguns diálogos foram frustrantes,e os personagens foram desenvolvidos de maneira desagradável.
wesleyaxe
wesleyaxe

10.962 seguidores 680 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Realmente um filme de personagens totalmente canastrões, uma Gotham City parecendo toda de brinquedo, enfim, acompanhou muito como eram as séries de batman e robin antigamente, meio cômico com ação, mas até que é divertido.
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de setembro de 2023
O Val Kilmer teve um dos grandes papeis da carreira dele que poderia ter se convertido em um dos personagens de maior sucesso dele, mas, o ator próprio falou que não casou com o personagem, não gostava da roupa, se desiludiu. Dos bastidores sua comunicação não estava muito boa inclusive com parceiros de filmagem. É uma pena porque Kilmer vinha de um bom momento com duas obras: Top Gun e Fogo contra Fogo. A interpretação dele é muito boa, o Eternamente é um belo filme antes da era Christian Bale. Bem os demais atores dispensam comentários: o Tommy Lee Jones foi incrível e jovial, de se dizer foi o primeiro filme a acompanhar na minha vida com ele, bem antes do MIB, tal como provavelmente a Nicole Kidman. E o Jim Carey estava entregando 110% nessa época com uma interpretação maestral do Charada e sua irreverência. Acho que a divulgação do Chris O'Donell foi mal feita, ele atuou bem na obra. Acredito que teria de ter sido mais bem falado no titulo do filme, na obra, o ator aparece no meio do filme mas entrega bastante. O'Donell não casou com o Kilmer, os atores não formam uma cola boa, o Kilmer como bom modelo não quis assumir o papel tiozão tal como o O'Donell não aceitou a cola de aprendiz. Os efeitos especiais estão razoáveis para bons, usando os recursos que ja se tinha nos anos 90 a vontage. O Kilmer era para ter feito mais filmes do Batman mas seu comentado conflito com as decisões do Joel Schumacher (que viria a fazer o criticado Batman e Robin de 1999) azedou essa maestral carreira que o Kilmer poderia ter tido nas sagas de desenho, o que acredito brilhou mais ainda as atuações anteriores do Michael Keaton. O filme de 1992 é bem pesado com uma atuação mais juvenil/adulta do que infantil, esse é o grande mérito do resgate do Eternamente. Ainda assim criou um choque na turma do Christian Bale muito provavelmente pela interpretação não tão dinâmica das brigas e lutas. O filme tem um bom humor legal e bacana também superando o drama e o tom azul que impera no Batman O Retorno. É um belo registro do Batman no cinema.
apenasumr
apenasumr

3.905 seguidores 449 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de janeiro de 2015
Hahaha botaram o jim carrey para fazer o charada? não estou dizendo que são mals atores mais não são feitos para este tipo de papel.
Jhonathan C.
Jhonathan C.

3.325 seguidores 415 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de novembro de 2014
Gostei do Batman Eternamente. Val Kilmer fez um bom Batman, e pela primeira achei que os vilões não roubaram tanto as cenas assim. Jim Carrey foi o mesmo Jim Carrey de sempre. Os atores que interpretaram os dois vilões (Duas Caras e Charada) tiveram uma boa sincronia, assim como Val Kilmer e O'Donnel (Batman e Robin, em ordem). Apesar de o fator de ser um filme "sério" não esteja tanto em prática no terceiro Batman, o filme convence.
Carlos Taiti
Carlos Taiti

8 seguidores 330 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2026
**Batman Eternamente (1995) – 122 min** é o ponto de transição mais curioso da primeira era cinematográfica do Homem-Morcego, iniciada com **Batman** e **Batman: O Retorno**, ambas de **Tim Burton**, e posteriormente conduzida pelo olhar mais pop e extravagante de **Joel Schumacher**, que ainda encerraria o ciclo com **Batman & Robin**. Aqui, o manto passa para **Val Kilmer** como Bruce Wayne/Batman, em um filme que mistura **ação, fantasia e aventura**, mas com uma estética neon que abandona o gótico sombrio de Burton para abraçar um visual quase psicodélico, remetendo diretamente à série sessentista do herói.

**Elenco e personagens:** como você bem pontuou, mais uma vez os vilões roubam a cena. **Jim Carrey** entrega um Charada elétrico, teatral e hipnótico, enquanto **Tommy Lee Jones** compõe um Duas-Caras exagerado e caótico, ambos transformando cada aparição em espetáculo. Em contraste, o Batman de Kilmer é mais contido — quase frio — e perde intensidade para **Chris O'Donnell** como Dick Grayson/Robin, que traz energia emocional à narrativa. E há ainda a presença luminosa de **Nicole Kidman** como Dra. Chase Meridian, símbolo do glamour noventista.

**Enredo e construção dramática:** a trama costura dois eixos: o plano do Charada de controlar as mentes de Gotham e a jornada de vingança de Robin contra o Duas-Caras. No centro disso está Bruce Wayne, confrontando seus próprios traumas ao adotar Grayson — um espelho de sua dor. A escolha final entre salvar Robin ou Chase representa o dilema clássico do herói dividido entre amor e missão. O roteiro não aprofunda como poderia esse conflito psicológico, mas mantém o ritmo com enigmas, perseguições e ação constante.

**Produção, fotografia e efeitos:** visualmente, o filme é um espetáculo de excessos. Gotham deixa de ser uma cidade sombria e se torna um parque de diversões fluorescente. A fotografia aposta em cores saturadas, cenários gigantescos e luzes que transformam cada quadro em uma HQ viva. Os efeitos especiais e as coreografias de luta carregam o tom cartunesco — algo que para alguns soa como identidade própria e, para outros, como um distanciamento da essência do personagem.

**Atuações e impacto:** Jim Carrey está em estado puro — quase um show solo dentro do filme — e Tommy Lee Jones abraça o exagero com intensidade. Val Kilmer entrega um Bruce Wayne mais introspectivo, porém menos carismático que **Michael Keaton**. Chris O’Donnell funciona como o coração emocional da história, e Nicole Kidman é presença magnética. O destaque dos vilões confirma uma tradição do universo do Batman no cinema: são eles que definem o tom.

**Legado e comparação:** embora não tenha sequência direta narrativa, o filme faz parte de uma fase que moldou o caminho para versões futuras, das mais realistas até o Batman de **Robert Pattinson**. Dialoga com o cinema de super-heróis colorido dos anos 90 e se diferencia do tom mais sombrio que viria depois.

**Veredito:** *Batman Eternamente* é um filme visualmente extravagante, emocionalmente mais leve e sustentado por vilões memoráveis. Pode não ser o Batman mais profundo, mas é um espetáculo pop que marcou sua época e continua sendo uma peça importante na evolução do personagem no cinema.
**Vale a pena assistir?** Sim — principalmente pelo show de seus antagonistas e pela estética única dos anos 90.
**Nota:** 7/10
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Dead Lucas
Dead Lucas

127 seguidores 147 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Concordo com o Edvander, Jim Carrey está muito bem e Kidman está um tesão, de resto, apenas indignação por parte de Schumacher...
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