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Um visitante
2,0
Enviada em 12 de abril de 2019
(500) Dias com Ela é uma experiência de altos e baixos. Joseph Gordon-Levitt é muito carismático e segura bem o filme, mas não há muito o que fazer. Forçosamente fofo, desajeitado, mecânico, indeterminado e desnutrido, esse romance ostensivamente emotivo é um vazio plástico. Apesar dos momentos espertos e dos toques de melancolia, é prejudicado por clichês dignos de sitcom, e estranhamente pouco curioso sobre a vida particular de sua protagonista feminina. Este é um filme que se esforça tanto para ser novo e diferente que perde de vista o quadro maior, deixando aquela sensação de ''podia ser melhor'' e ''ei! isso não está certo!'' na cabeça. Apesar de ter uma premissa inteligente, essa comédia romântica sem graça cheia de clichês é centrada em um casal chato e desinteressante que nunca nos convence do que eles sentem - É quase impossível entender como alguém se apaixonaria pela personagem detestável de Zooey Deschanel. Com uma mensagem hipócrita, em uma narrativa que tenta nos fazer encarar com passividade todas as atitudes de um personagem sem qualquer questionamento enquanto o outro é posto a todo momento em situações onde é instado a refletir sobre seus atos, e ainda contando com um humor completamente over, essa comédia romântica sem graça é praticamente salva pelo carisma de Joseph Gordon-Levitt e ótima trilha sonora. É aquele típico exemplo de filme que tenta tanto ser desconstruído e realista que acaba ficando denso e amargo demais. A necessidade de ser "pseudo" no cinema recente americano invadiu até as comédias românticas, onde o que cabe é o lúdico e o absurdo, coincidindo assim com a natureza do amor. NOTA : 5.5 / 10
O que diferencia (500) Dias com Ela das outras comédias românticas é que, neste caso, não há romance, mas também não vemos o amor não correspondido. Porque Summer gosta de Tom, mas não o suficiente. E isso é o que nos torna cúmplices dele, e faz com que o filme seja criativo e inteligente, apesar de sua visão dolorosa, mas bastante verdadeira, do amor.Após isso,o filme não tem mas nenhum tipo de progresso ,ancorando apenas em histórias repetitivas.Joseph Gordon,mostrou um bom trabalho,mas em um personagem bem razoável.Já a Katy Perry,oh,desculpa,a Zoey Deschanel,foi um caso a parte,pois foi com certeza,o grande destaque de todo o filme.
Também adorei, poucos filmes de comédia romântica me agradam por completo, mas esse mostrou uma luz no fim do túnel que o gênero ainda terá salvação. Nota 10
Apesar do filme ter uma temática diferente, onde mostra as desilusões amorosas e a realidade dos relacionamentos atuais, onde muitas vezes se contrapões os interesses de cada um, onde uns querem curtir e outros querem um relacionamento mais sério, o filme não empolga, é vasio, sem brilho, mas mesmo assim vc fica esperando o desfecho, alguma reviravolta que faça o filme ingrenar, o que não acontece. Mas deixa algumas mensagens legais, as vezes vivemos num passado q criamos, onde a paixão cega e não nos mostra o contexto em geral da relação e não percebemos o lado negativo da outra pessoa, vivemos iludidos apenas pelos momentos bons. Não é um filmaço do genero, mas dá pra assistir.
O filme não diverte, não emociona, não apresenta nenhum elemento diferente de tantos filmes indie, nem conta com grandes atuações. A grande razão de existir desse filme é sua "lição de moral": Decepções amorosas não são tão ruins quanto parecem ser. Mas nem essa lição é passada direito, pois a falta de auto estima do personagem masculino e a falta de consideração da protagonista feminina tomam espaço demais. Apesar da nobreza e arrogância da moral da história os personagens são mesquinhos e pouco inteligentes. É muita pose pra pouco conteúdo.
como é que esse filme é considerado, um clássico do romance? COMO ASSIM? Primeiramente, é nitido que o Tom tem depressão, e uma dependência emocional forte de qualquer pessoa que for legal com ele, fazendo com que ele apaixone. A Summer, tem a característica daquela protagonista que aparenta ser perfeita, pela qual todo mundo se apaixonaq, porque ela não tá nem aí pra ninguém, e tem um jeito e uma beleza diferente da maioria e blá-blá-blá... isso é tão patético e batido. os dois tinham problemas, a menina desde o início disse que não queria nada sério, aí foi lá e começou a namorar o cara mais carente de NY. E o menino, mesmo sabendo que ela não queria ele do mesmo jeito, criava expectativas na sua cabeça de como eles eram perfeitos, iam casar e ter filhos e blá-blá-blá.
Que filme bosta, só assisti porque minha minha esposa queria ver um filme de romance, algumas partes são boas lembra o nosso romance, mas o resto se parece com a vida de amigos meus que enrolaram as namoradas por anos a fio e no final casaram com uma desconhecida, essa coisa de "realidade" no cinema é muito tosca pode até ser o que acontece a algumas pessoas, mas o amor verdadeira existe, tem que ser protegido e cultivado no dia a dia. Essa coisa de politicamente correto matou até o romance no cinema, agora filme de romance tem que ser inteligente, intelectual, visceral, esse blá blá blá de intectualoide que não entende nada de amor. Todas as histórias de amor são ridículas, porque se não fossem não seriam histórias de amor. Não recomendo é o típico coito interrompido que te deixa com um amargo ruim na boca no final.
O filme do ano. Excelente estreia de Marc Webb e atuações inteligentes de Zooey Deschanel e Joseph Gordon-Levitt. O filme te faz rir a todo momento com piadas infames e geniais. Alem de fazer você pensar sobre o sentido da palavra amor. Eu total recomendo.
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