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Jorge Eduardo M.
114 seguidores
368 críticas
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2,5
Enviada em 20 de maio de 2020
Apesar do filme ter uma temática diferente, onde mostra as desilusões amorosas e a realidade dos relacionamentos atuais, onde muitas vezes se contrapões os interesses de cada um, onde uns querem curtir e outros querem um relacionamento mais sério, o filme não empolga, é vasio, sem brilho, mas mesmo assim vc fica esperando o desfecho, alguma reviravolta que faça o filme ingrenar, o que não acontece. Mas deixa algumas mensagens legais, as vezes vivemos num passado q criamos, onde a paixão cega e não nos mostra o contexto em geral da relação e não percebemos o lado negativo da outra pessoa, vivemos iludidos apenas pelos momentos bons. Não é um filmaço do genero, mas dá pra assistir.
Conforme o próprio narrador informa, não trata-se de uma história de amor e quem fica com essa expectativa deve se frustrar assim como o protagonista. Temos que ter consciência que não é possível controlar o ambiente externo, logo suas cresças e expetativas são sua responsabilidade e não podemos projetar nos outros aquilo que idealizamos.
Dos filmes bobos e bonitinho? Esse é o meu favorito!
Me sinto a SUMMER, aliás, eu sou a SUMMER, completamente Summer! Mas o legal desse filme são as passagens de tempo! Como o personagem Tom narra a sua vivência do amor pela Summer, ou melhor, como ele analisa o amor que ele sente por ela no decorrer do filme todo, entre as expectativas e as realidades. Talvez em alguns momentos você se perca porque passou do dia 400 pra o dia 21, ou do dia 50 pro dia 499 e você fica tipo "what?! what happen?", sabe? Mas juro que o filme é daqueles que dá pra tirar uma lição legal no final de tudo, e por isso mesmo vale a pena assistir! Pode ser bobo, mas ao menos passa uma mensagem realista, e esse é o ponto!
Como diz no inicio do filme, essa é uma história de "garoto conhece garota" mas não é uma história de amor. Me alegra muito filmes que fogem do clichê, que mostram história sendo vistas de perspectivas diferentes às que estamos acostumadas. Para ele, essa seria uma história romântica e cinematográfica, pra ela apenas mais uma história. E nesses encontros e desencontros é moldada essa bela história.
500 dias com ela é uma comédia romântica com direção de Marc Webb e roteiro de Scott Neustadter e Michael H. Weber. Na trama somos apresentados a Tom (Joseph Gordon-Levitt), um jovem solitário e fracassado na qual trabalha criando frases para cartões em um escritório. O mesmo acaba conhecendo Summer (Zooey Deschanel), e acabam se apaixonando e namorando. Porém, sem nenhum motivo aparente, a mesma resolve terminar o namoro com Tom que acaba ficando arrasado. O filme foge bastante das narrativas românticas na qual temos um homem como protagonista, pois de uma forma clara (mas não tão profunda), o filme se apropriar da narrativa de que o amor (como grande parte das pessoas hoje entendem) deve ser como as industrias de filmes, livros etc colocam em suas histórias. No filme, vemos pessoas que se amam, mas que segue caminhos diferentes e temos uma conclusão nada esperada para esse tipo de filme, embora no começo somos advertidos de que o filme não se trata de uma história romântica. O filme também procura fugir de uma narrativa linear, permitindo ir e voltar os dias, deixando o filme menos monótono, pois somos apresentados a dias felizes de Tom e dias tristes e melancólicos do protagonista. Apesar do protagonismo e da história ser de Tom, a Zooey consegue brilhar mais no filme. O problema do longa é de não conseguir conciliar dos diversos personagens coadjuvantes com a trama. A própria Rachel (Chloe Grace), irmã do Tom poderia ser melhor aproveitada, uma vez que era personagem que procurava levar bons dilemas e reflexões durante as conversas com o irmão.
Uma comédia romântica, sem exagero de romantismo muito menos de comédia, mas na medida perfeita para se tornar um filme incrivelmente bom. Ótimas atuações e uma historia tão real que impressiona, intriga e principalmente te faz acreditar que pode realmente acontecer com qualquer um.
A verdadeira história de (e do) amor. Humanos fazendo suas humanices em um panorama neutro onde nada de fabuloso irá acontecer. O desenrolar é realista e pirracento, muito divertido, os desfechos são adequados e não se atrevem a inventar contos milagrosos. Acaba acabando mas sem dar a impressão de que tudo aquilo aconteceu apenas para assistirmos. Em fechamento, uma boa história, que merece ser assistida sem muito furor. Caso contrário, se terá expectativas não cumpridas, sem ser culpa do diretor.
Um filme que me deixou simplesmente perplexa! A princípio um daqueles filmes que se baixa só por falta de melhores opções, e justamente por não ter esperado muito foi que me senti agraciada pela trama. Desta vez a história (de amor mas não com um final feliz) é apresentada pelo ponto de vista de um jovem, Tom Hansen, interpretado por Joseph Gordon-Levitt (fofo) com uma delicadeza impecável ao ponto de nos perguntarmos se existem mesmo homens assim no mundo kkkk. A sensibilidade de Tom, com os pequenos gestos e lembranças dos 500 dias vividos com Summer (Zooey Deschanel) mostrados não linearmente, fazem com que um personagem até então sem graça se transforme incrivelmente (palmas p/ o Joseph). Com um toque de sarcasmo,comédia inteligente e piadas bem sacadas somos convidados a adentrar na vida amorosa de alguém que se envolve num relacionamento, mas não traz consigo as mesmas expectativas do outro. Uma realidade constante na vida de todos e todas haha e talvez por isso o veja como dos mais lindos e sinceros filmes que já vi! P.S: Vale a pena também se atentar à trilha sonora que é BRILHANTE!
Na boa, o filme é legal, SÓ!!!! O roteiro embora interessante não traz nada de novo pro gênero. O Joseph tá super bem no papel e a Zooey enquanto continuar interpretando ela mesmo tanto faz!!!! O filme até já ganhou intatos Cult, erroneamente claro. Não tem nada de mais, é só legal.
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