O Homem-Aranha tem um recomeço. Neste novo filme, dirigido por Marc Webb, é impossível, ou injusto, comparar com o primeiro Homem-Aranha lançado em 2002. É uma história diferente contada de uma perspectiva diferente. Ao menos, na minha opinião, a atuação de Andrew Garfield como cabeça de teias é mais cativante do que Tobey Maguire.
O lado bom de tudo recomeçar? Novas aventuras, novos vilões, novos personagens. Entre tantos filmes de super-heróis, que exaustivamente os EUA tentam nos empurrar goela abaixo (acho que todos nós já estamos fartos de filmes de super-heróis), e adaptações ruins com histórias muito a desejar, este é muito bom.
O filme tem algumas mudanças, pequenos detalhes, como todos as adaptações de quadrinhos, que podem não agradar aos fãs mais exigentes, como por exemplo: a tia May é jovem, um traje supostamente anterior ao mais conhecido, seguindo o original, Homem-Aranha fabrica uma teia sintética, que nunca acaba (para mais emoção poderia acabar), e o bordão do tio Ben, “grandes poderes trazem grandes responsabilidades”, não é nem citado.
Neste filme, temos a oportunidade de ver sua primeira namorada, a linda Gwen Stacy (Emma Stone), que o ajuda, e muito, a derrotar o novo vilão, o Lagarto, alter-ego do doutor Curt Connors (Rhys Ifans). A amizade de Peter Parker com o doutor é pouco trabalhada e a trama os coloca mais como inimigos. Nos quadrinhos era uma amizade mais próxima e concreta. Apesar disso, não há maiores problemas.
O Lagarto era um vilão que não poderia faltar. É bem parecido com o do gibi. Sua aparição é muito boa, permite mais ação ao filme, um Peter Parker um pouco mais dado à ciência e mais perigos ao herói.
Suposições: pode ser que no próximo filme algo de ruim possa acontecer com nossa querida Gwen Stacy... um novo vilão pode aparecer, ou o Duende Verde, ou Venom, ou mais um vez o Lagarto. E Teremos a volta de Mary Jane Watson.
O filme tem belos efeitos e poses de lutas bacana, mas é todo descaracterizado do Homem Aranha dos quadrinhos, tentaram fazer uma versão para atuação geração, mas acabou agradando nenhuma, e não melhora no segundo filme, sorte que agora está também nas mãos da Marvel Studios, pois a Sony não esta sabendo trabalha com o personagem depois da trilogia de Sam Raimi.
O espetacular Homem-Aranha, também conhecido como o Reebot que ninguém pediu, é simplesmente um filme muito chato. O filme tenta ser diferente da trilogia clássica, mas toda hora marc webb dá uma copiadinha nos filmes anteriores. Tudo é muito chato, o Peter Parker é um cara descolado e chorão chato, e Andrew Garfield erra a mão na sua interpretação que é cheia de caras e bocas, a tia may está muito chata, a Gwen É chata nivel Master,e o romance dela com peter é uma melação que dá TÉDIO, o dr. Connors é um Vilão genérico com propósitos bem mal trabalhados, o plano dele de fato ja foi abordado na serie animada de 1994 a diferença e que la ficou bem desenvolvido aqui é jogado e O curt Cunnors não faz nada com os humanos transformados em lagartos nem os lidera nada, oque deixa tudo jogado e super vazio, sem contar os péssimos efeitos visuais, a cabeça do lagarto parece uma jaca, até o Homem-Aranha é chato e tem a pior roupa ever , a música do filme é esquecível também, a trama dos pais do parker é muito desinteressante o roteiro não é bem trabalhado e força muito a barra em alguns momentos como por exemplo, a maneira que peter desenvolve seu lança teias, e o filme é muito sombrio, escuro, para Homem-Aranha, mas quando o filme quer ser engraçado é sempre na hora errada, como na cena da busca do assassino do tio Ben, que nessa versão NÃO foi capturado pelo herói, WTF?! sim, peter parker cola o retrato do assassino na parede do quarto e deixa lá ,tipo: "ah..outro dia eu vou atrás de você!". Aff. enfim a ação é chata também sem uma construção muito elaborada, alias ha muita coisa mau eleaborada aqui. o filme parece que quer o tempo ser maior do que pensa que é, como na cena em que o aranha vai pular um prédio com a perna baleada, sim este Homem-Aranha leva tiro também, e sobe uma música toda épica e grandiosa pra mostrar a superação do herói, Mas nao funciona e fica muito mais muito brega e forçado. enfim um dos filmes mais desnecessários de todos os tempos. Pensar que Homem-Aranha 4 nao rolou por conta disso. Assim, pra não dizer que nada É bom, ha duas coisas que estão legais. Uma é caracterização de tio Ben do martin Sheen, o melhor personagem e também mais carismático do longa e Segunda melhor coisa a participação de Stan Lee é muito boa e uma das mais marcantes na Marvel. No mais é muito fraco.
O quarto filme da franquia, intitulado reboot da série, em relação as três primeiras obras magníficas Spider Man 1,2 e 3, com Andrew Garfield tem-se uma proposta nova, uma tentativa de modernização (que não existe os três primeiros filmes com o Maguire já são muito modernos em varios aspectos). O Garfield e mais engraçado, solto, jovem, o vilão é interessante. Mas com certeza faz falta os personagens cerne que todos querem ver, Mare Jane, Norman Osborn ou Harry Osborn, Octopus, que não dão as caras. Osborn e citado de relance na obra. Agora muitas coisas não agradaram, o filme inteiro quer fazer um bom humor, e não se sai nada bem, quer ser mais dinâmico que os três filmes anteriores mas não conecta bem as passagens. O teor dramatico que era cartão dos filmes, some nesse reboot, não gostei. Muito namoro (excesso de cenas), abuso excessivo de CGI, efeitos especiais, chega em certos momentos causar tedio. Os atores coadjuvantes ficaram devendo "bastante" as vezes isso salva muito um filme meia boca, senti falta, Rhys Ifans, Emma Stone, os tios de Peter Parker acredito que foram os piores, nao chamou atenção. Isso não é muito comum de se ver, mas deixo a minha opinião. O filme tem seus creditos por nao deixar a serie morrer, mas não soube fazer uma continuação inteligente. Não me convenceu.
Historia boa, fotografia boa, elenco fraco, não sei o que o diretor tinha na cabeça de colocar esse ator sem graça pra interpretar peter parker, não supera tobey maguire, esperava mais.
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