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Gostei da idéia do enredo em geral (Já que estamos dentro de um filme de ficção e o limite para a fantasia não existe kkk) O fato de dois cientistas (bem diferentes do classico cientista nerd e desinibido, ou do cientista maluco, o lunático e por aí vai hahahaha)
spoiler:
criarem um ser híbrido com genética humana e de outros seres já é um assunto e tanto, e já que os dois conseguiram o filme já ficou com um "Q" empolgante. A idéia de Drew ter um tempo de vida menor que o de um humano foi uma boa sacada para que o filme não ficasse lento e tudo se encaixasse dentro da pressão feita pela empresa quanto ao outro projeto em andamento sem que descobrissem Drew. No fim do filme a mudança de gênero foi empolgante!
Não da pra negar que o filme seja bizarro, mas esse "bizarro" caiu muito bem, pois desperta a curiosidade e prende a atenção. A mudança de gênero no final do filme (de ficção virou terror) foi um tanto inconveniente, porém gostei. Não é um filmaço, mas vale a pena assistir. Acho que a palavra "Interessante" define bem esse filme.
Detestei o filme a história é bizarra e o final então?? Meu pai a cena do estupro é a pior, é sem sombra de dúvidas um dos piores filmes que já vi.
Horrível na minha opinião,um filme tenta mostrar o quanto os humanos são limitados apresentando uma nova especie tão limitado quanto o seu humano.
Talvez tentaram fazer também uma nove espécie de o que podemos resumir,é a que a estória começa empolgante,quando se cria algo novo,mas com o desenrolar o filme vai caindo de produção até chegar o momento onde o próprio personagem principal se ória bastante confusa e sem explicação em seus momentos finais.Méritos e destaque apenas para Sarah Polley,uma grande atuação.
O universo da fantasia, seja na literatura, cinema ou que arte for, não está sujeito às exigências existenciais e lógicas do dia-a-dia da realidade humana, quando se propõe a viajar no mundo da realidade fantástica o sujeito transpassa a barreira do lógico, e tudo propõe à subjetividade toda e qualquer possibilidade. Não houvesse "bizarro" os que o criticam assim deveriam exigir do roteirista e produtor uma "BIOGRAFIA" de alguém. Não houvesse a fantasia, suas possibilidades e seres humanos para dela usufruirem não haveria as artes. (Luiz Antonio Barbosa).
Logo de cara já digo que o filme é bizarro e sinistro. Tem gente que não tem estômago pra certas coisas e já sai enchendo o filme de críticas. Mas apesar de ser bizarro e sinistro, não deixa de ser um filme bom, com efeitos bons e principalmente uma boa história, diferente e intrigante. Recomendo para você que quer assistir um filme que foge dos clichês, dos padrões, por que essa é a boa desse filme.
Esse filme já choca pela capa, pois na mesma se vê os seres manipulados geneticamente. Na locadora porém, em primeiro momento pensei serem seres extraterrestres, mas não se tratavam de homenzinhos verdes. Com supervisão de Guillermo del Toro, Splice é uma nova forma de ficção científica, usando de modo mais inteligente a computação gráfica, diferente daqueles trabalhos grosseiros de “Homem Aranha” e “Hulk”, onde parece que você está jogando vídeo-game e não vendo filme. Mas em Splice até que é convincente as animações de CG. O filme começa por criação de pequenos animais para fins farmacêuticos, manipulando os seus gens, e de forma escondida o casal de cientistas colocou gens humanos na experiência, desafiando toda a regra de bioética, criando um novo ser. Acaba porém dando algo errado.
O filme parece ser filmado em duas “locações”, dentro de um estúdio que imita laboratório e em uma fazenda, com certa mata e alguns pequenos lagos ou pântanos. Quando cresce, a “Frankenstein” criada pela manipulação genética assume comportamentos humanos, menos a linguagem falada, mas a linguagem corporal fala quando ela está com raiva, quando chega a puberdade, de forma que misteriosamente seduz o seu produtor homem, este não aguentando seus encantos, principalmente por conter gens de sua esposa, sugerindo que seria uma esposa mais jovem (fantasia masculina...). A Elsa, mãe artificial de tal ser monstruoso, se encanta tanto com sua filha, que fica obcecada e faz de sua vida uma dedicação a tal criatura, a qual envelhece de forma acelerada, porém apresentando características de retardamento mental, ainda brincando com suas bonecas e espelhos. Mas pouco a pouco a criatura feminina mostra suas garras, asas, armas, uma vez que foi produzida à partir de gens animais misturados a humanos, e assim tem grande mobilidade física e até poderes, surpreendendo os seus cientistas criadores, e também pais.
Splice é um filme diferente, assim como alguns que gosto de assistir. O final não é clichê, as coisas acontecem de forma mais realista, e apenas alguns exageros como as asas de morcego e a aparência final de quase vampira da criatura, mas no mais foi um filme único no gênero. Um “Frankenstein” para o nosso tempo, com nossa tecnologia. O que era para ser o bem da ciência, se tornou o mal. Isso já ocorreu quando Santos Dumont inventou o avião, e quando Einstein estudou a energia atômica, ambos pensando no bem da humanidade e suas descobertas sendo usadas para fins militares. A bioética também já o foi desafiada no Nazismo, com mil experiências e tudo mais, e assim sabemos que cedo ou tarde as coisas vão mudando, como ouvimos recentemente em julgamento por parte do Suprimo Tribunal Federal do aborto de feto sem cérebro, com anencefalia.
Mas nota-se que o monstro na verdade é uma bela e jovem moça, provavelmente adolescente e que suas patas ou garras são feitas por CG, mas que do resto sobre a sua graciosidade. Vemos que a manipulação da vida não é o mesmo que a criação da vida, e que apenas Deus cria a vida e a tira. Sabemos que leis naturais e leis cósmicas governam as coisas, e que o homem descobre apenas o que pode encontrar. Fato é que a ciência oculta e mesmo certas seitas de ufologia (Movimento Raeliano) sabem que o ser humano é resultado de manipulações genéticas várias, e que até chegar ao ponto onde está foi necessário muito trabalho em mesclas com animais, o que resta em mitologias de “deuses” misturados a bichos, como ainda vemos os do antigo Egito. Isso seja talvez em grande parte o que significa o mito da queda. Resta que a bioética tem de ser respeitada e o homem pode usar de sua ciência para o bem, sendo que se usar para manipular coisas monstruosas logo encontra o não apoio da Inteligência Cósmica, que logo intervem no ponto de mutação, no fim de um Aeon, como ocorreu em Atlântida, Sodoma e Gomorra, mitos que devem refletir alguma verdade histórica. O filme mesmo assim vale à pena e assusta para quem tem algum preconceito com relação a aparência e ao que é diferente. Quanto a mim, parece que estou acostumado, por ser um cidadão do Cosmo, não mais desse mundo apenas.
(Mariano Soltys, autor do livro Filmes e Filosofia, pela editora AGBook, em www.clubedeautores.com.br)
O filme parece ser filmado em duas “locações”, dentro de um estúdio que imita laboratório e em uma fazenda, com certa mata e alguns pequenos lagos ou pântanos. Quando cresce, a “Frankenstein” criada pela manipulação genética assume comportamentos humanos, menos a linguagem falada, mas a linguagem corporal fala quando ela está com raiva, quando chega a puberdade, de forma que misteriosamente seduz o seu produtor homem, este não aguentando seus encantos, principalmente por conter gens de sua esposa, sugerindo que seria uma esposa mais jovem (fantasia masculina...). A Elsa, mãe artificial de tal ser monstruoso, se encanta tanto com sua filha, que fica obcecada e faz de sua vida uma dedicação a tal criatura, a qual envelhece de forma acelerada, porém apresentando características de retardamento mental, ainda brincando com suas bonecas e espelhos. Mas pouco a pouco a criatura feminina mostra suas garras, asas, armas, uma vez que foi produzida à partir de gens animais misturados a humanos, e assim tem grande mobilidade física e até poderes, surpreendendo os seus cientistas criadores, e também pais.
Splice é um filme diferente, assim como alguns que gosto de assistir. O final não é clichê, as coisas acontecem de forma mais realista, e apenas alguns exageros como as asas de morcego e a aparência final de quase vampira da criatura, mas no mais foi um filme único no gênero. Um “Frankenstein” para o nosso tempo, com nossa tecnologia. O que era para ser o bem da ciência, se tornou o mal. Isso já ocorreu quando Santos Dumont inventou o avião, e quando Einstein estudou a energia atômica, ambos pensando no bem da humanidade e suas descobertas sendo usadas para fins militares. A bioética também já o foi desafiada no Nazismo, com mil experiências e tudo mais, e assim sabemos que cedo ou tarde as coisas vão mudando, como ouvimos recentemente em julgamento por parte do Suprimo Tribunal Federal do aborto de feto sem cérebro, com anencefalia.
Mas nota-se que o monstro na verdade é uma bela e jovem moça, provavelmente adolescente e que suas patas ou garras são feitas por CG, mas que do resto sobre a sua graciosidade. Vemos que a manipulação da vida não é o mesmo que a criação da vida, e que apenas Deus cria a vida e a tira. Sabemos que leis naturais e leis cósmicas governam as coisas, e que o homem descobre apenas o que pode encontrar. Fato é que a ciência oculta e mesmo certas seitas de ufologia (Movimento Raeliano) sabem que o ser humano é resultado de manipulações genéticas várias, e que até chegar ao ponto onde está foi necessário muito trabalho em mesclas com animais, o que resta em mitologias de “deuses” misturados a bichos, como ainda vemos os do antigo Egito. Isso seja talvez em grande parte o que significa o mito da queda. Resta que a bioética tem de ser respeitada e o homem pode usar de sua ciência para o bem, sendo que se usar para manipular coisas monstruosas logo encontra o não apoio da Inteligência Cósmica, que logo intervem no ponto de mutação, no fim de um Aeon, como ocorreu em Atlântida, Sodoma e Gomorra, mitos que devem refletir alguma verdade histórica. O filme mesmo assim vale à pena e assusta para quem tem algum preconceito com relação a aparência e ao que é diferente. Quanto a mim, parece que estou acostumado, por ser um cidadão do Cosmo, não mais desse mundo apenas.
(Mariano Soltys, autor do livro Filmes e Filosofia, pela editora AGBook, em www.clubedeautores.com.br)
Li todas as críticas e posso assegurar que esse filme não vale nem o caminho de ida a locadora e muito menos ao cinema, a história foge aos parâmetros ao qual esse tipo de filme é destinado, como em sã consciência um cientista pode se apaixonar por algo tão grotesco? Que nem se parece com um humano, cinema e fantasia a imaginação, que não se aplica nesse filme...jamais recomendaria algo tão bizarro a alguma pessoa...
ótimo filme ótima atuação um filme genéticamente perfeito..
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