Sob o Domínio do Medo
Média
3,3
123 notas

30 Críticas do usuário

5
4 críticas
4
3 críticas
3
5 críticas
2
9 críticas
1
7 críticas
0
2 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Giselle V.
Giselle V.

2 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 25 de maio de 2014
No inicio o filme é meio parado, mas depois ele vai ficando melhor, uma pena alguns fatos não serem muito bem desenvolvidos, todos os motivos para as desavenças parecem exagerados e são tratados com muita superficialidade. Como foi dito em outras críticas tem duas cenas de estrupo, sendo que a segunda, apesar de rápida é muito forte e desesperadora.
Pedro C.
Pedro C.

50 seguidores 73 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de janeiro de 2018
Ao ler as críticas, sinceramente, estava esperando uma bomba tenebrosa. Ao assistir o filme, confesso que considerei interessante. Há alguns pontos a se destacar, principalmente no ambiente atual, onde se discute #timesup e produções como Big Little Lies. O tipo de "homem" retratado no filme - o interiorano, "caipira", metido a machista, assediador moral e sexual, preconceituoso - resumindo, um paranóide ensandecido e com problemas sexuais - é justamente o mal que se quer combater hoje. Não estamos falando de, talvez, do menos detestável destes personagens (representado pelo belo Alexander Skarsgard), que "até" têm seu charme (desnecessário expor mais este tópico, não mais do que as telas expõem o físico do ator no filme, a todo o instante). Porém, o personagem do treinador mais velho é simplesmente asqueroso, e confesso que o tesão do filme é você assistir a todas as injustiças, os bullyings e as provocações para além dos limites de uma sanidade mental normal terminar spoiler: com uma vingança digna de fogos de artifício por parte do personagem de Marsden. Ainda, ao meu ver, poderia ser mais cruel, porém neste sentido o enredo foi condizente com a realidade do personagem de Marsden - um pacifista, homem intelectual, urbano, que simplesmente se vê provocado a se defender brutalmente
. Concordo com as críticas à personagem feminina, de Kate Bosworth. Se os homens interioranos retratados no filme são o tipo de criatura que, em uma visão brutal (e retratada no filme), devem ser "erradicados", essa esposa histérica e adoecida psiquicamente também é o tipo de figura que não combina com personagens femininas fortes, retratadas em obras inclusive menos recentes. Embora a personagem ganhe em profundidade no desenrolar do filme spoiler: , até com um certo momento de "redenção",
ela representa o clichê da "mulherzinha" mimada, acostumada a ser bajulada pelos homens e desejadora disso, provocadora, e também a que "se faz de santa e de vítima" depois; visto que o tempo inteiro ela contraria o marido e faz questão de evidenciar o quanto ele é inadequado em relação aos "homens" de sua cidade, inclusive questionando sutilmente (como uma boa "cobrinha asquerosa") sua masculinidade. Se alguns críticos mencionam que é triste ver Marsden num projeto destes, aqui fica a crítica ao personagem de Marsden - intelectual, pacifista, urbano e bem-resolvido - ter como companheira uma mulherzinha "mixuruca", fútil e compassiva, se não propagadora, de uma cultura de valorização do preconceito, dos clichês e do machismo (claro que, como toda boa histérica, se faz de vítima depois, como se não tivesse nenhuma responsabilidade por todo o dano que provocou).
Nelson J
Nelson J

51.031 seguidores 1.977 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de julho de 2018
Filme de alta violência e suspense sobre roteirista de cinema que vai para a cidade interiorana do sul da esposa, Lá, um antigo namorado dela, os costumes e a violência, farão com que tenham que lutar para sobreviver.
Antoniel
Antoniel

3 seguidores 6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de março de 2015
gostei tem de certa forma refleti uma realidade, não distante.
mesmo com um fim meio sem ponto final. em relação ao casal
André Leal
André Leal

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de dezembro de 2023
As feministas que me perdoem mas a Amy é uma desqualificada, oferecida. Na cena em que o marido mata o vilão ela fica sofrendo pelo ex, vai se lascar, se eu fosse o escritor dava um pé na bunda dela.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa