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Samantha Sepulveda
1 crítica
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2,0
Enviada em 18 de setembro de 2022
O filme é bem ruim. Nos dá uma expectativa de prender o expectador, entretanto isso não acontece, fica cansativo durante o filme, spoiler: salvo o final onde ocorrem cenas de extrema violência e com boa filmagem. Mas contudo, o roteiro é péssimo e não há desfecho no final.
Pra mim o filme bom como um passa tempo. Não é um filme brabo de suspense, mas é interessante. Vi alguns comentarem sobre o que acontece com a filha do treinador, mas acho que a galera ta com déficit de atenção. spoiler: Ficou claramente explícito que o doido matou ela sem querer e provavelmente deixou o corpo onde estavam escondido. O que mais precisa ser esclarecido?? spoiler: E o final do filme, eu gostei. Pelo menos não foi como a maioria dos filmes que acontecem um monte de cena escrota de reviravoltas e coincidências pro mocinho do filme sair ganhando. Enfim, o desenrolar do final foi bom e natural, quem não gostou só lamento.
Filme nojento. Tem um início até bom, mas em seu desenrolar só apresenta mais do mesmo, nudez feminina desnecessária e romantização de estupro e pedofilia. Ao ver as críticas aqui sinto ainda mais nojo por ver que algumas "pessoas" esperavam "mais". Absurdamente desconfortável, culpabiliza a vítima de estupro e ainda tem alguns seres "humanos" que assistem às cenas com gosto. Simplesmente nojento. Infelizmente não dá para desver. Não recomendo. E não é igual doce vingança que a mulher se vinga, é simplesmente ridículo. Os estupradores são retratados como os machões, defensores da moral e bons costumes e a mulher violentada como vagabunda. É horrendo.
A mina é uma puta, ela na 1° cena de "estupro" deixa claro que ela gostou, a filha do treinador não mostraram o que aconteceu. E no final o marido mata o cara e a mulher ao invés de ficar feliz que o marido matou ele, ela fica bem triste. Filme só tem de bom a filmagem, o resto é uma bosta.
Um dos piores filmes que já assisti. Não recomendo que ninguém perca seu tempo. Mal construído, personagens mal elaborados e BURROS, história desencadeada. Dantesco.
Filme de alta violência e suspense sobre roteirista de cinema que vai para a cidade interiorana do sul da esposa, Lá, um antigo namorado dela, os costumes e a violência, farão com que tenham que lutar para sobreviver.
Ao ler as críticas, sinceramente, estava esperando uma bomba tenebrosa. Ao assistir o filme, confesso que considerei interessante. Há alguns pontos a se destacar, principalmente no ambiente atual, onde se discute #timesup e produções como Big Little Lies. O tipo de "homem" retratado no filme - o interiorano, "caipira", metido a machista, assediador moral e sexual, preconceituoso - resumindo, um paranóide ensandecido e com problemas sexuais - é justamente o mal que se quer combater hoje. Não estamos falando de, talvez, do menos detestável destes personagens (representado pelo belo Alexander Skarsgard), que "até" têm seu charme (desnecessário expor mais este tópico, não mais do que as telas expõem o físico do ator no filme, a todo o instante). Porém, o personagem do treinador mais velho é simplesmente asqueroso, e confesso que o tesão do filme é você assistir a todas as injustiças, os bullyings e as provocações para além dos limites de uma sanidade mental normal terminar spoiler: com uma vingança digna de fogos de artifício por parte do personagem de Marsden. Ainda, ao meu ver, poderia ser mais cruel, porém neste sentido o enredo foi condizente com a realidade do personagem de Marsden - um pacifista, homem intelectual, urbano, que simplesmente se vê provocado a se defender brutalmente . Concordo com as críticas à personagem feminina, de Kate Bosworth. Se os homens interioranos retratados no filme são o tipo de criatura que, em uma visão brutal (e retratada no filme), devem ser "erradicados", essa esposa histérica e adoecida psiquicamente também é o tipo de figura que não combina com personagens femininas fortes, retratadas em obras inclusive menos recentes. Embora a personagem ganhe em profundidade no desenrolar do filmespoiler: , até com um certo momento de "redenção", ela representa o clichê da "mulherzinha" mimada, acostumada a ser bajulada pelos homens e desejadora disso, provocadora, e também a que "se faz de santa e de vítima" depois; visto que o tempo inteiro ela contraria o marido e faz questão de evidenciar o quanto ele é inadequado em relação aos "homens" de sua cidade, inclusive questionando sutilmente (como uma boa "cobrinha asquerosa") sua masculinidade. Se alguns críticos mencionam que é triste ver Marsden num projeto destes, aqui fica a crítica ao personagem de Marsden - intelectual, pacifista, urbano e bem-resolvido - ter como companheira uma mulherzinha "mixuruca", fútil e compassiva, se não propagadora, de uma cultura de valorização do preconceito, dos clichês e do machismo (claro que, como toda boa histérica, se faz de vítima depois, como se não tivesse nenhuma responsabilidade por todo o dano que provocou).
Uma refilmagem de um grande filme dos anos 70 de Sam Peckinpah! Esse é 70% diferente do clássico, trazendo transições falhas e mal dirigidas. diálogos fracos e elenco mais ou menos, apenas com destaque para boa atuação de Alexander Skargard. Uma refilmagem já gera uma desconfiança, imagina quando desconfiança se concretiza, nesse filme isso acontece amplamente.
O filme é relativamente fraco, não acontece muita coisa até o desfecho final. Um breve resumo seria um casal que se muda para a cidade de origem de Amy. David é um banana que não não liga muito para o passado de sua esposa e não percebe o quanto é assediada na cidade. Não explicou também o que aconteceu com a filha do treinador. Com esse nome que chegou ao Brasil, achei que fosse um grande filme de suspense. Ação acontece mesmo somente nos últimos minutos, e também não explica o que acontece depois.
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