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Tatila G.
8 seguidores
12 críticas
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5,0
Enviada em 1 de março de 2016
Leonardo DiCaprio é mesmo brilhante, o filme é demais, o ser humano é capaz de qualquer coisa por dinheiro, e esse filme retrata bem isso. A Vaidade e a ganacia andam de mãos dadas nesse filme e com um toque de humor!
excelente filme! Essa dupla, Leonardo e Martin, é sensacional! A atuação de Leonardo te traz pra dentro do filme e faz você viver aquele momento, aquele personagem é tão real quanto qualquer pessoa.
Com um enredo bastante peculiar e bem interessante de ser acompanhado, O Lobo de Wall Street prendeu a minha atenção do começo ao fim. Apesar de ter 3 horas o filme não é de nenhuma maneira lento e também é super divertido e sem nenhum pudor. Se você uma comédia com uma história sólida e incrível assita esse filme. Se você quer ver filmes adultos mas está sem dinheiro e está cansado dos clichês da indústria, também veja esse filme. Resumindo, O Lobo de Wall Street "chuta a bunda" e surpreende o espectador por ser tão bom e tão estúpido ao mesmo tempo .
Filme muito bom. Consegui abordar temas como vendas e mercado financeiro fazendo correlação entre ambos. Recomendo assistir caso você goste de vendas e mercado financeiro.
Não preciso de mais de 50 caracteres pra escrever que esse filme é foda, genial, muito bom em seu roteiro adaptado e foda-se é simplesmente o melhor filme que já vi.
“O Lobo de Wall Street” já se destaca como sendo um dos filmes mais engraçados de Scorsese, mas é um humor inerente às condições e situações vividas pelos seus personagens. Assim como em “Os Bons Companheiros”, “Cassino” e “O Touro Indomável”, temos um drama biográfico de ascensão e queda, em que os próprios personagens são artífices de seus destinos e, parafraseando um dos personagens do longa, terão que suportar as consequências.
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No meio de uma Hollywood tão polida, hipócrita e politicamente correta, os palavrões e inúmeras cenas de nudez e sexo, retratadas sem pudor ou tabu pelo experiente diretor de 71 anos só evidencia seu comprometimento em representar aquele mundo da maneira mais crível e próxima da realidade, não poupando o expectador da imersão de três horas que termina com um nó garganta, melancolicamente, para um homem que não via limites em ganhar dinheiro, pois era o que lhe dava valor à sua vida, na presunção de poder ser mais do que aqueles que acordam sempre com a mesmo mulher, andam de metrô ou que trabalham no McDonald’s.
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