O Lobo de Wall Street
Média
4,5
7082 notas

304 Críticas do usuário

5
152 críticas
4
82 críticas
3
26 críticas
2
17 críticas
1
16 críticas
0
11 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Raildon L.
Raildon L.

29 seguidores 22 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de janeiro de 2014
Tudo é excesso em O Lobo de Wall Street, novo filme de Martin Scorcese. O longa retrata parte da vida do corretor de ações Jordan Belfort (Leonardo DiCpario), publicada em livro de sua autoria, que acabou se tornando delator dos colegas de Wall Street e preso por fraude e lavagem de dinheiro. Hoje, ele ministra palestras sobre técnicas de vendas.

Scorcese compara o mundo dos investimentos a uma selva, onde as feras devoram suas presas (a primeira imagem que vemos é a de um leão). Metáfora bem colocada, diante da forma como o filme apresenta profissionais ambiciosos que não hesitam em ludibriar seus clientes para ganhar suas comissões, independente da confiabilidade dos investimentos oferecidos. A vida milionária desses profissionais, regada a drogas, sexo e um vício incontrolável em ganhar e esbanjar dinheiro, é mostrada sem arestas pelo cineasta.

DiCaprio assume o papel do corretor com uma vivacidade estimulante. O filme chegou a receber críticas pela glamourização do personagem e por não se interessar em mostrar o drama das pessoas que tiveram prejuízos com as falcatruas da empresa de Jordan Belfort.

Polêmicas à parte, o "Lobo" (que ganhou esse apelido após reportagem da Forbes) precisava demonstrar carisma suficiente para hipnotizar tanta gente, dos clientes aos colaboradores. E, certamente, o diretor queria deixar isso bem claro no filme. Tanto que, em diversos momentos, ele narra a própria história e interage diretamente com o público, com um olhar direto, seguro e irônico.

No filme, o Lobo recebe suas primeiras "lições" num emprego que não demora a perder, com a crise do mercado financeiro, em 1987. Ele consegue trabalho numa empresa de pequeno porte e, com seu tino para os negócios, logo monta a própria empresa que, faturando alto em cima de investidores menores, abocanha o mercado e chama a atenção do FBI.

Durante as três horas de projeção, O Lobo de Wall Street não titubeia em mostrar orgias (dentro do próprio escritório) e cenas de consumo de drogas que beiram o tragicômico. O filme foi indicado em cinco categorias do Oscar: Filme, Diretor, ator (Leonardo DiCaprio), ator coadjuvante (Jonah Hill) e roteiro adaptado.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de janeiro de 2014
Quando assisti pela primeira vez não havia gostado, também porque não estava prestando muita atenção, então resolvi ir no cinema novamente. E olha, é um bom filme, não é o melhor de Scorsese mas é a melhor interpretação de Leonardo DiCaprio. È uma história de ambição, desejos, vícios, e consequências. Não é um filme para todos, confesso que em muitas cenas fiquei constrangido, mas eram ações de Jordan. Lobo de Wall Street conta com um elenco de apoio muito bom, e um Jona Hill fora da realidade. São praticamente três horas de filme, então se for assistir no cinema, escolham um bem confortado. 9,0
Luciano C.
Luciano C.

13 seguidores 16 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de junho de 2015
Filme interessante, diálogos inteligentes e cenas marcantes. características do diretor
Marcelo Marques
Marcelo Marques

67 seguidores 194 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de abril de 2020
Filme bom, diferente, tem algumas cenas muito engraçadas, história repleta de curtição, prostituição, drogas, uma vida vivida no limite, proporcionada pelo excesso de dinheiro, enfim filme bacana, só acho que não precisava ser tão grande assim, 3 horas foi demais pra esse tipo de filme.
Flora
Flora

9 seguidores 12 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2016
Otimo filme, com otimas interpretações, otima direçao. Conta a historia de uma maneira que ela nem parece verídica, mas é. Leonardo está digno de Oscar. Filme longo porém vale a pena te faz enxergar as coisa de um outro modo. Resumindo amei e indico.
Peter B.
Peter B.

87 seguidores 127 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de janeiro de 2015
Um excelente filme , Leonardo dicaprio parece escolher a dedos os seus trabalho.Nesse filme o espectador é levado para um mundo de ambições , ganancia , traições. E não tem como negar que o protagonista era um líder motivador Nato. Uma pena que usou todo seu talento com o propósito errado.
André L.
André L.

86 seguidores 16 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de janeiro de 2014
Muito bom. Elenco afinadissimo. fotografia bem elaborada. uma profusão de erotismo e um culto ao prazer. não ganha o Oscar por não se enquadrar na cartilha da academia.
Mary M
Mary M

18 seguidores 55 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de setembro de 2022
Martin Scorsese e Leonardo Di Caprio: essa parceria mais uma vez arrasando nos cinemas e fazendo um filmaço! Mesmo com três horas de duração, O Lobo de Wall Street é dinâmico, divertido e, em alguns casos, bastante realista, o que nos faz refletir sobre muitas questões sociais. Di Caprio e Margot Robbie estão simplesmente BRILHANTES como casal! Eles nos passam aquele sentimento de casal rico, que está unido somente pelas posses, e isso, no filme, foi fantástico. Gostei muito do filme, mesmo que não seja um dos meus favoritos. Sem falar na direção do Scorsese, como sempre, sem comentários: lindíssima!
Maiara T.
Maiara T.

21 seguidores 19 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de janeiro de 2014
Durante a década de 1970 a declarada “Nova Hollywood” trouxe para o cinema um jeito nunca antes visto de se fazer e assistir filmes, surgiram ali nomes como Martin Scorsese, Francis Ford Coppola, Steven Spielberg e George Lucas. Após a extinção do Código Hays, que exigia que os filmes evitassem a empatia entre personagens condenáveis e o público, o cinema foi invadido por anti-heróis que marcaram época e são ícones até os dias de hoje, como é o caso de Don Corleone em O Poderoso Chefão.

Desde então o diretor Martin Scorsese nunca se desapegou destes heróis ao avesso e em O Lobo de Wall Street conta a história real de Jordan Belfort, um homem simples que sonha grande e é corrompido pelo poder e as facilidades que o sucesso e o dinheiro de Wall Street lhe trazem. Superficialidade e materialismo se tornam, então, características que Jordan exibe com orgulho.

O estilo de vida daqueles que trabalham na região que é uma das mais poderosas do mundo não é um tema novo no cinema. Os danos morais do dinheiro e a ambição sem limites do ser humano já eram assuntos abordados desde O Lobo da Bolsa, filme que estreou em fevereiro de 1929, antes mesmo da Quebra da Bolsa naquele ano, até o clássico de Oliver Stone, Wall Street – Poder e Cobiça (1987) e sua continuação Wall Street – O Dinheiro Nunca Dorme (2010).

Dessa vez, porém, a história é um pouquinho mais inusitada, já que a trama vem de um livro escrito pelo próprio Jordan Belfort, quem narra suas aventuras e desventuras, do seu início inexperiente, ao topo da fama e riqueza até seu declínio alguns anos depois. Cada etapa recebe a atenção devida e nenhum detalhe é poupado, sórdido ou não. O retrato consciente e sincero dá abertura para uma abordagem cômica que é bem aproveitada por Scorsese, mesmo nas passagens mais tensas, incômodas ou sexuais.

Cenas fortes, inclusive, nunca foram problema para o diretor, que adora pegar um marginalizado por Nova Iorque que deixa sua ambição o levar por caminhos tortuosos e cheios de eventos chocantes. É o caso em Táxi Driver e Touro Indomável, dois de seus maiores sucessos, assim como em seu Oscarizado Os Infiltrados. Cenas estas que são sempre acompanhadas por uma forte trilha sonora capaz de impactar e manter o ritmo ágil dos cortes rápidos de sua câmera. Técnica que novamente vem a calhar em O Lobo de Wall Street conforme este acompanha os grandiosos fatos da vida de Jordan Belfort, contados em 180 minutos de filme, duração que só um gênio como Scorsese seria capaz de fazer passar praticamente despercebida.

Jordan tem o carisma e a confiança de um líder, comanda seus funcionários e quem quer que deseja enganar com classe e um sorriso conquistador. Habilidades perfeitamente executadas por um Leonardo DiCaprio que parece se sentir em casa ao realizar seu quinto filme em parceria com o diretor. Já Jonah Hill apesar de não ser tão experiente no gênero dramático, provou sua capacidade e diversidade ao lado de Brad Pitt no longa O Homem que Mudou o Jogo (2011) e novamente usa seu timing humorístico nos momentos que o filme precisa. No elenco vale também o destaque para Matthew McConaughey, o nome da hora em Hollywood, que faz uma pequena, porém fundamental participação como o grande mentor de Jordan.

Ajudados por vezes pela quebra da quarta parede que permite um tipo de conversa mais íntima entre personagem e espectador, Leonardo DiCaprio e Jonah Hill, Jordan Belfort e Donnie Azoff, conquistam clientes, mulheres, o mundo dos negócios e o público. No melhor estilo John Dillinger de ser, estes fora da lei americanos ganham a atenção e simpatia de quem testemunha esta história, incapaz de não embarcar nesta jornada maluca e aproveitar cada segundo ao lado deles.
EdBergo
EdBergo

8 seguidores 10 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de janeiro de 2016
Atuação brilhante de Dicaprio. Cenas muito bem dirigidas. Bom roteiro, mas talvez um pouco forçado. Do meio pro fim fica meio maçante, mas nada que estrague esse filme genial!
Vale a pena.
Contém cenas de sexo, orgias, corrupção e drogas. Tire as crianças da sala!
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa