O Lobo de Wall Street
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puaba
puaba

6 seguidores 14 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de maio de 2014
“O Lobo de Wall Street” já se destaca como sendo um dos filmes mais engraçados de Scorsese, mas é um humor inerente às condições e situações vividas pelos seus personagens. Assim como em “Os Bons Companheiros”, “Cassino” e “O Touro Indomável”, temos um drama biográfico de ascensão e queda, em que os próprios personagens são artífices de seus destinos e, parafraseando um dos personagens do longa, terão que suportar as consequências.

...

No meio de uma Hollywood tão polida, hipócrita e politicamente correta, os palavrões e inúmeras cenas de nudez e sexo, retratadas sem pudor ou tabu pelo experiente diretor de 71 anos só evidencia seu comprometimento em representar aquele mundo da maneira mais crível e próxima da realidade, não poupando o expectador da imersão de três horas que termina com um nó garganta, melancolicamente, para um homem que não via limites em ganhar dinheiro, pois era o que lhe dava valor à sua vida, na presunção de poder ser mais do que aqueles que acordam sempre com a mesmo mulher, andam de metrô ou que trabalham no McDonald’s.
Mauricio J.
Mauricio J.

64 seguidores 24 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de janeiro de 2014
Martin Scorsese, o gênio, é considerado o maior e melhor diretor de cinema vivo, e não é pra menos, mais de quinze filmes de grande sucesso em todo o mundo e grande sucesso de critica. Em seu novo filme, O Lobo de Wall Street, temos uma historia bem construída, bem dramática, bem cômica e bem pornográfica.

O Lobo de Wall Street é adaptado pelo livro de grande sucesso de mesmo nome. Durante seis meses, Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) trabalhou duro em uma corretora de Wall Street, seguindo os ensinamentos de seu mentor Mark Hanna (Matthew McConaughey). Quando finalmente consegue ser contratado como corretor da firma, acontece o Black Monday, que faz com que as bolsas de vários países caiam repentinamente. Sem emprego e bastante ambicioso, ele acaba trabalhando para uma empresa de fundo de quintal que lida com papéis de baixo valor, que não estão na bolsa de valores. É lá que Belfort tem a ideia de montar uma empresa focada neste tipo de negócio, cujas vendas são de valores mais baixos mas, em compensação, o retorno para o corretor é bem mais vantajoso. Ao lado de Donnie (Jonah Hill) e outros amigos dos velhos tempos, ele cria a Stratton Oakmont, uma empresa que faz com que todos enriqueçam rapidamente e, também, levem uma vida dedicada ao prazer.

O roteiro do filme é bem completo, são mais de três horas de filme e isso faz com que não deixe nada de fora da historia, tudo que ficou, ficou, alguns personagens que você viu no começo do filme não terá nenhuma menção no final do filme, alias, o filme esta contando a historia real de um homem que roubava dinheiro das pessoas, são sete anos da vida dele contada em três horas de filme. Um ponto que merece destaque no filme é que em alguns momentos, Jordan conversa com o publico, em uma narração bem interessante, que da um "up" no filme.

As atuações são o grande destaque do filme, todos estão excelentes, alias, muitos toparam aparecer pelado no filme, foi o caso de Margot Robbie, que ficou totalmente nua no filme, mostrando tudo, simplesmente tudo, e isso não é uma coisa para se achar ruim. Leonardo DiCaprio esta espetacular, nada de ruim em sua atuação, sem exageros, acho que ele esta desesperado para ganhar o seu primeiro Oscar antes de morrer. Jonah Hill esta espetacular no filme, realmente um ótimo coadjuvante, mas será que vai conseguir ganhar de Jared Leto? Acho que não.

Depois de um filme infantil, Scorsese chega nos cinemas com um filme "quase erótico". Martin Scorsese provou que é e sempre será o maior diretor de todos os tempos. É sempre bom ver que ele sempre consegue emocionar o publico e fazer rir ao mesmo tempo.
Skybaggins
Skybaggins

11 seguidores 37 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de janeiro de 2014
Martin Scorsese é um gênio. Disso, todos já sabem. O diretor é responsável por grandes clássicos do cinema como "Taxi Driver", "Touro Indomável" e "Os Bons Companheiros", que estão em muitas listas dos melhores filmes da história. Repare que todos esses longas citados são frutos da parceria do diretor com o ator Robert De Niro. Com tão boa carreira, Scorsese poderia facilmente viver de seus grandes filmes. Porém depois da virada do milênio, o diretor se renovou. Começou uma nova parceria, agora com o ator Leonardo DiCaprio. O primeiro filme dessa parceria foi "Gangues de Nova York", seguido por "O Aviador", "Os Infiltrados", "Ilha do Medo" e agora "O Lobo de Wall Street". O que mais me fascina em Scorsese é sua facilidade de mudar de gênero e continuar num alto patamar. Vamos tomar por exemplo os três filmes anteriores ao Lobo. Em 2010, Scorsese dirigiu o excelente suspense psicótico "Ilha do Medo". Em 2011, o diretor dirigiu um documentário sobre a vida do beatle George Harrison intitulado "George Harrison: Living in the Material World". No mesmo ano, ele fez o filme infantil "A Invenção de Hugo Cabret". Um suspense, um documentário, uma aventura. O que viria em seguida? "O Lobo de Wall Street" veio. O filme é uma comédia baseada na autobiografia de Jordan Belfort. Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) é um homem muito ambicioso que decide trabalhar numa agência de valores em Wall Street. Ele é instruído por Mark Hanna (Matthew McConaughey), porém acontece uma crise financeira que quebra a Bolsa de Valores e então ele é despedido. Pelo seu próprio talento de persuadir as pessoas a comprar o que ele indica, Jordan cria uma agência de valores juntamente com parceiros seus, dentre eles Donnie Azoff (Jonah Hill) e passa a ganhar muito dinheiro. A partir de então Jordan e seus parceiros apresentam uma literal história de sexo, drogas e rock'n roll e de como o dinheiro pode corromper o ser-humano.

O roteiro é adaptado do livro com o mesmo nome de Jordan Belfort. O roteirista é Terence Winter ("Família Soprano") e ele faz um bom trabalho. O roteiro apresenta diálogos rápidos e cativantes, que tornam o filme divertido. Os personagens são bem desenvolvidos, assim como a relação entre eles. É interessante a forma como o roteiro enaltece a habilidade de Jordan Belfort em enganar as pessoas, pois desse jeito o filme mostra do que ele era capaz para suprir sua ambição. O roteiro é bem fiel aos fatos, não escondendo nada e não demonstrando fatos fictícios. Outra coisa bem interessante do filme é o fato dele ser narrado em primeira-pessoa pelo protagonista, pois assim parece que ele próprio está contando a sua história. O roteiro apesar de bem fiel e divertido pode chatear algumas pessoas pela duração. São 3 horas de um filme de comédia, onde as cenas de ação empolgantes são raras. Talvez o roteiro tenha sido um pouco longo demais para algumas pessoas, e isso é absolutamente compreensível. A direção de Martin Scorsese é excelente. O diretor usa das ambientações que o filme propõe para usar ângulos de câmera inteligentes. Além disso, principalmente no escritório da agência, o diretor faz a câmera passear pelo cenário de forma totalmente orgânica, mostrando cada corretor fazendo sua respectiva tarefa. O diretor também acerta nas cenas em que Jordan fala diretamente com a câmera. Elas fazem parecer que o corretor está dando conselhos ao espectador e isso faz com que a atenção prenda-se mais.

O elenco está sensacional. Leonardo Di Caprio está muito bem no papel principal. Ele representa de forma ótima as obsessões e vícios de Jordan. O ator apresenta ótima fluidez nos diálogos, nas mudanças de tom de voz, nas caras e bocas... Uma coisa que me fascina no ator é a sua construção de carreira. Após o sucesso de "Titanic", onde ele não estava tão bem no papel, muitos achavam que ele não faria mais nada. Porém o ator escolheu os melhores diretores que podiam ajudá-lo a melhorar sua caracterização. Ele trabalhou nos 5 filmes já citados com Scorsese, além de atuar com outros grandes diretores como Quentin Tarantino em "Django Livre", Clint Eastwood em "J. Edgar" e Cristopher Nolan em "A Origem". Parece que com tantos grandes filmes, Leo ganhou experiência e moral e atualmente é um grande ator que tem uma grandiosa carreira pela frente. O ator coadjuvante principal é Jonah Hill ("Anjos da Lei"). O ator atua de forma muito caricata. Nas cenas em que ele é exigido ele faz um papel engraçadíssimo e todas são motivos de risadas. O esforço do ator é notável e ele dá um desenvolvimento próprio ao personagem. Matthew McConaughey (indicado ao Oscar por "Clube de Compras Dallas") dá só uma palinha no filme, mas a cena do restaurante onde ele dá conselhos para Jordan é excepcional. Todo o resto do elenco atua de forma razoável, principalmente porque esses 3 atores citados roubaram a cena totalmente.

O filme não possui nenhum efeito especial relevante e a fotografia não é notada. O figurino porém está ótimo, assim como a maquiagem. A trilha sonora musical foi escolhida belamente, pois cada música tem o ritmo certo para cada situação em que ela é colocada. O filme é indicado a 5 Oscars: melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro adaptado, melhor ator e melhor ator coadjuvante (Jonah Hill). A força do filme não é muito grande perante aos outros na Academia, mas não seria maldade dar um ou dois prêmios ao Lobo. O filme ganhou um Globo de Ouro pela atuação de DiCaprio. Scorsese ousa ao contar uma história que precisava ser conhecida de uma forma cômica que faz jus a expressão "sexo, drogas e rock'n roll".
Rebeca N.
Rebeca N.

12 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de janeiro de 2014
Leonardo de Caprio merece a indicação ao Oscar por "O Lobo de Wall Street".
Ele está incrivelmente dramático e hilário ao mesmo tempo. Ele sempre atua brilhantemente sob direção do Scorcese. Aliás o Scorcese é um diretor incrível, não tem nenhuma atuação mais ou menos no filme, nem dos figurantes. Jonah Hill está cada vez melhor e a participação de Jean Dujardin foi uma deliciosa surpresa. Com três horas de duração o longa-metragem não deixa você desgrudar os olhos da tela nenhuma vez.
Eu indico.
Henrique Paraguassú C.
Henrique Paraguassú C.

9 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de janeiro de 2014
Filme muito bom. Consegui abordar temas como vendas e mercado financeiro fazendo correlação entre ambos. Recomendo assistir caso você goste de vendas e mercado financeiro.
Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de janeiro de 2014
Em certo ponto de “O Lobo de Wall Street”, seu protagonista, o incansável Jordan Belfort fala algo como “nós somos depravados mesmo”. Outra frase não poderia resumir tão bem a tônica do novo filme de Martin Scorsese, onde os excessos se fazem presente, e mais: são necessários, imprescindíveis. Talvez por isso o filme seja de uma perspicácia tremenda, desde o código humorístico contido no título até à montagem frenética, que parece nunca parar, nem por um minuto sequer. E mesmo quando para, dá a impressão de poder surpreender o telespectador com um grito ou um susto a qualquer momento.

Scorsese tem muitos méritos no êxito do filme, ainda mais vindo do primeiro filme infantil de sua carreira praquele que talvez seja o seu mais subversivo, mas, o grande destaque mesmo é o roteiro inteligentíssimo de Terence Winter. Subvertendo em diversas maneiras a trajetória de seu protagonista, há pouquíssima ou nenhuma menção para aliviar a barra de Belfort, uma vez que tudo em torno dele está lá pra assumir o quão desprezível ele realmente é. Leonardo DiCaprio consegue atingir exatamente tudo o que lhe é exigido e é o auge de sua interpretação na parceria com Scorsese. Ele além de desprezível, é nojento, grotesco, mas, mesmo assim, é muito fácil entender o fascínio motivacional que causa em todos ao seu redor.

Milagrosamente sem mortes, as 3h de “O Lobo...” podem ser repetitivas, de certa forma, mas não há um momento sequer obsoleto. O filme é excesso, e a duração excessiva faz parte da intenção final para que seja possível entrar naquele delírio todo. A montagem é um declarado caos. Mas não saberia definir até que ponto essa maneira caótica de encadear as cenas é proposital (até porque há erros de continuidade no filme), mas, por mais apressada que ela possa parecer, e mais calma quando não há necessidade (e é), nunca prejudica o filme propriamente dito, porque, é até possível dizer, sua edição é uma dos grandes motivos para as imersões nessa loucura mostrada aqui.

Quando os coadjuvantes se fazem essenciais, um ou outro acaba se destacando. O fato é que a interpretação de Jonah Hill aqui é simplesmente a melhor de sua carreira até agora. Sempre achei um certo surto coletivo seu sucesso com “Moneyball”, há alguns anos atrás, mas aqui ele se justifica como um ótimo ator. Impagável, cria algo que é praticamente um sidekick de Jordan Belfort, mas que é essencial na trajetória do personagem. E já que estamos falando dos personagens que gravitam em torno do ponto central, o que é a participação de Matthew McConaughey? Definitivamente, pequena demais, faz querer muito mais daquele personagem.

Moralmente repreensível, subversivamente imprevisível e muito, muito divertido, o novo filme do Scorsese respira perversão e sexo como nenhum outro feito nessa década. E não digo no sentido explícito da coisa, mas em seu uso dentro da narrativa. Das cenas iniciais até o seu close final, é tudo sobre sexo, poder e drogas. Vale lembrar que é uma história real, baseada em pessoas que realmente existiram, mas sabe-se lá até que ponto o exagero é realmente um exagero no filme. Muito provavelmente, DiCaprio, quando o chama de um “Calígula” dos tempos atuais, esteja sendo bem mais certeiro do que prevíamos. O que fica, ao final, é uma obra-prima instantânea, que sem dúvida alguma, mesmo que não seja lá muito compreendido agora, entrará ao lado de vários outros filmes de seu diretor – um cara que entende tudo de Cinema - no hall de suas grandes obras. Tem poder de sobra pra reverberar pelos próximos anos.
Estevan Magno
Estevan Magno

5.246 seguidores 490 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de julho de 2014
Criticar, escrever, falar e , principalmente, assistir a um filme de Martin Scorsese é uma honra e um privilégio. E para aqueles que são fãs da sétima arte, conhecem e sabem o quanto esse diretor é importante; sua carreira começa com filmes dramáticos (Touro Indomável), violentos (Cabo do Medo), e mais tarde vemos o aprimoramento de sua técnica em Os Infiltrados e Ilha do Medo, e quando pensávamos que a cota de criatividade e brilhantismo está preenchida ele nos apresenta Hugo Cabret (história do cinema, contada de uma forma fantástica); e depois de tantos elogios e congratulações...punt... O Lobo de Wall Street. Os crimes do colarinho branco, famosos em Wall Street, como já vimos Michael Douglas, agora vemos Leonardo DiCaprio na pele de um corretor tetando a vida no mercado de ações, com a crise economica em 2008, todos se desesperam e perdem o emprego; mas para Jordan Belfort (DiCaprio) foi o início do sucesso financeiro, juntamente com Donnie (Jonah Hill) eles abrem uma corretora nada convencional, ganhando dinheiro ilegal, a corretora aumenta, os funcionário multiplicam e o dinheiro triplica. E o grande trunfo do filme é mostrar como o dinheiro no mundo dos negócio pode ser viciante e estimulante; o clima de sexo e drogas é a base da película, mas não assuste, é tudo planejado e encabeçado pelo gênio citado no início desta crítica. A atmosfera é pesada e é feita para você, espectador, se sentir um Lobo de Wall Street; e no ritmo de comédia o filme roda e nos revela o que o dinheiro pode comprar e destruir, num piscar de cenas. E é claro que não posso deixar passar as merecidas indicações ao Oscar, Golden Globe, SAG, etc... merecidas, de Scorsese, Jonah Hill e Leo Dicaprio; o elenco é realmente estupendo, excelente, atuações memoráveis, não é risco algum dizer que esta foi a melhor atuação de Jonah Hill até aqui, como um grande corretor, pilantra e amigo de Jordan (cenas hilárias protagonizadas por Hill e DiCaprio); e também não tenho medo de repetir a dose quando me refiro a Dicaprio, melhor atuação do ator, não só com Scorsese, mas de sua brilhante carreira até o momento. Assista e se encante, ou não, com as loucuras geniais dessas 3 horas de filme, um aviso, você sairá da poltrona se sentindo um verdeiro Lobo do mundo dos negócios.
Elisa B.
Elisa B.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de janeiro de 2014
Ontem assisti ao novo longa de Scorsese em parceria com Di Caprio e posso dizer que é um filme forte, de cultural chocante e ao mesmo tempo five stars. Muita gente, inclusive foi censurado nos EUA, vai fazer charme e se chocar com as cenas de uso enlouquecido de drogas diversas, sexo e crimes do colarinho branco, mas todo esse impacto é realmente a sequência de um filme que quis trazer a história desse famoso corretor da bolsa norte-americana, Jordan Belfort. O filme tem inicio já na parte que se instala a decadência desse corretor e aí vamos a atmosfera do ínicio da vida profissional do personagem até o encontro com a cena inicial e sequência final. Cenários justos, elenco golden e atuações inéditas de Di Caprio e do ator Johan Hill, bem como a de Matthew McConaughey que faz uma participação no início do filme, me levaram a imaginar bem todo aquele contexto e a realmente acreditar que os atores encarnaram os próprios personagens. Que multinível incrível esse de Di Caprio, realmente só tenho elogios a fazer, pois ele deu um show de talento e com muito brilhantismo trouxe momentos de verdadeiros delírios de comédia ao filme, tudo na pitada certa. Pois bem, é um filme de 180min, mas de competente elenco, enredo, trilha e adaptação. Em nenhum momento me senti cansada pelo tempo, e muito pelo contrário, ainda queria mais coisa no final kkkk. A parceria Di Caprio e Scorsese seguramente deveria render um oscar para o Di Caprio, ele está dando um banho de interpretação. Valeu a pena e minha nota é 9.
Sandro B
Sandro B

13 seguidores 42 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2014
Sensacional. Direção. Roteiro e Elenco. Sem comentarios. Só vendo. Matthew McConaughey roubou a cena....
Fernando d.
Fernando d.

10 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de janeiro de 2014
excelente filme! Essa dupla, Leonardo e Martin, é sensacional! A atuação de Leonardo te traz pra dentro do filme e faz você viver aquele momento, aquele personagem é tão real quanto qualquer pessoa.
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