O Lobo de Wall Street
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4,5
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Jorge Manuel G.
Jorge Manuel G.

6 seguidores 21 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de janeiro de 2014
Este filme que Leonardo DiCaprio andava à anos a pedir a Martin Scorcese para realiza-lo (são os 2 produtores) sobre a vida do corrector Jordan Belfort (fazia especulação com acções mas não era um esquema piramidal como o de Bernard Madoff) é simplesmente louca e hilariante e obviamente ele tem uma interpretação soberba : era um papel que ele há muito desejava interpretar . Percebo a critica que fala sobre a glorificação do sexo, drogas e dinheiro neste filme e na realidade acaba por sê-lo … mas o filme é MUITO BOM mas não para ganhar a estatueta para melhor filme porque existem concorrentes muito mais fortes como “12 anos escravo” ou “clube de dallas” …

Nota : esta pelicula é uma “biblia” sobre vendas
Vívian A.
Vívian A.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 30 de janeiro de 2014
Achei o filme horrível, sem conteúdo, sem graça, com assunto repetitivo. A maior parte do tempo mostra o uso de drogas e protituição.
itamarmj
itamarmj

6 seguidores 38 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de abril de 2014
Filmao do começo ao fim. Leonardo merecia levar o oscar, impecável! (12).
Raildon L.
Raildon L.

29 seguidores 22 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de janeiro de 2014
Tudo é excesso em O Lobo de Wall Street, novo filme de Martin Scorcese. O longa retrata parte da vida do corretor de ações Jordan Belfort (Leonardo DiCpario), publicada em livro de sua autoria, que acabou se tornando delator dos colegas de Wall Street e preso por fraude e lavagem de dinheiro. Hoje, ele ministra palestras sobre técnicas de vendas.

Scorcese compara o mundo dos investimentos a uma selva, onde as feras devoram suas presas (a primeira imagem que vemos é a de um leão). Metáfora bem colocada, diante da forma como o filme apresenta profissionais ambiciosos que não hesitam em ludibriar seus clientes para ganhar suas comissões, independente da confiabilidade dos investimentos oferecidos. A vida milionária desses profissionais, regada a drogas, sexo e um vício incontrolável em ganhar e esbanjar dinheiro, é mostrada sem arestas pelo cineasta.

DiCaprio assume o papel do corretor com uma vivacidade estimulante. O filme chegou a receber críticas pela glamourização do personagem e por não se interessar em mostrar o drama das pessoas que tiveram prejuízos com as falcatruas da empresa de Jordan Belfort.

Polêmicas à parte, o "Lobo" (que ganhou esse apelido após reportagem da Forbes) precisava demonstrar carisma suficiente para hipnotizar tanta gente, dos clientes aos colaboradores. E, certamente, o diretor queria deixar isso bem claro no filme. Tanto que, em diversos momentos, ele narra a própria história e interage diretamente com o público, com um olhar direto, seguro e irônico.

No filme, o Lobo recebe suas primeiras "lições" num emprego que não demora a perder, com a crise do mercado financeiro, em 1987. Ele consegue trabalho numa empresa de pequeno porte e, com seu tino para os negócios, logo monta a própria empresa que, faturando alto em cima de investidores menores, abocanha o mercado e chama a atenção do FBI.

Durante as três horas de projeção, O Lobo de Wall Street não titubeia em mostrar orgias (dentro do próprio escritório) e cenas de consumo de drogas que beiram o tragicômico. O filme foi indicado em cinco categorias do Oscar: Filme, Diretor, ator (Leonardo DiCaprio), ator coadjuvante (Jonah Hill) e roteiro adaptado.
Valerio M.
Valerio M.

3 seguidores 14 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de fevereiro de 2014
Eu e minha noiva Andrea Chagas adoramos esse filme.
Eu poderia me estender falando dessa obra, mas quero apenas
falar de Leonardo DiCaprio.
Que atuação magnífica. Encontraram o ator que caiu perfeitamente
no papel do corretor da Bolsa de Wall Street Jordan Belfort.
Vc poderá achar o filme extremamente pesado, afinal, há muitas cenas
de sexo e drogas, mas uma coisa é certa: com essa atuação, DiCaprio
é fortíssimo candidato ao Oscar de Melhor Ator.

Atuação que já vale cada centavo do ingresso!!!
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de janeiro de 2014
“Me deixe te dizer uma coisa. Não existe nobreza na pobreza. Eu fui um homem pobre, e eu fui um homem rico. E eu escolheria ser rico todas as vezes”. Essa frase é dita pelo corretor da bolsa de valores Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio, em atuação vencedora do Globo de Ouro 2014 de Melhor Ator em um Filme de Comédia/Musical e indicada ao Oscar 2014 de Melhor Ator), protagonista do longa “O Lobo de Wall Street”, dirigido por Martin Scorsese, em uma das cenas mais importantes da obra. Essa frase é fundamental para entendermos quem é Jordan Belfort: um homem que estabeleceu uma meta para a sua vida e fez todo o possível – e o impossível – para alcançar os seus objetivos.

Como bem nos mostra o roteiro escrito por Terence Winter (conhecido pelo trabalho em séries como “The Sopranos” e “Boardwalk Empire”), na busca pelo seu projeto de vida, Jordan Belfort não hesitou em ser antiético, amoral e criminoso. Sua riqueza foi construída em cima da realização de golpes (notadamente, por meio de vendas de ações fraudulentas) em cima de investidores que confiavam seus – em alguns casos, parcos – recursos na empresa que ele construiu ao lado do sócio Donnie Azoff (Jonah Hill, indicado ao Oscar 2014 de Melhor Ator Coadjuvante): a Stratton Oakmont.

De uma certa maneira, Jordan Belfort lembra a outra personagem interpretada por Leonardo DiCaprio nos cinemas, em 2013: Jay Gatsby, de “O Grande Gatsby”, filme dirigido por Baz Luhrmann. Assim como Gatsby, Belfort levava um estilo de vida marcado por muito luxo, luxúria e ostentação. Assim como Gatsby, Belfort oferecia festas megalômanas, regadas a muita bebida, música, drogas e mulheres. Sendo que, ao contrário de Gatsby, que promovia festas para preencher o seu vazio existencial; Belfort realizava festanças para alardear a sua condição financeira e seduzir outros a embarcar dentro do sonho que ele possuía e que ele acreditava poder passar para outras pessoas.

Desta forma, uma coisa chama a atenção no trabalho de direção de Martin Scorsese em “O Lobo de Wall Street”. Não só ele tira de Leonardo DiCaprio uma das melhores atuações de sua carreira (que, com certeza, seria considerada a favorita para vencer o Oscar 2014 de Melhor Ator, se não fosse a presença imbatível de Matthew McConaughey, em “Clube de Compras Dallas”), como também ele retrata toda essa história com muita imparcialidade, sem fazer qualquer tipo de julgamento sobre a postura e os atos de Jordan Belfort – uma personagem que, diga-se de passagem, é muito difícil de causar empatia com o público e isso é mais um tributo à performance sensacional de DiCaprio, que embarcou na visão de seu diretor e nos mostra Belfort com todas as suas vulnerabilidades e seus defeitos.

Uma obra indicada a 5 Oscars 2014, “O Lobo de Wall Street”, na realidade, é um filme que não tem o objetivo de fazer uma análise a respeito de Wall Street como palco sujo para aqueles que são dominados pela ganância e arrogância e pelo desejo de sempre querer mais e mais e mais. O longa acaba sendo sobre a figura magnética que é Jordan Belfort, que soube muito bem se posicionar dentro do jogo de Wall Street, pagar pelos seus pecados (ele passou 22 meses na prisão por crimes relacionados à manipulação do mercado de ações) sem se redimir e ressurgir das cinzas aproveitando aquilo que ele tinha de “melhor”: a capacidade de cativar (basta ver o brilho atento no olhar dos que escutam Belfort falar em suas palestras sobre como se tornar um grande vendedor) as pessoas a fazerem, exatamente, aquilo que ele quer que elas façam.
stockl
stockl

4 seguidores 8 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de janeiro de 2014
Engraçado, mas com excesso das cenas de nudez. O filme nao seria bom sem o DiCaprio, apesar do longo tempo
Maria Carolina L.
Maria Carolina L.

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de janeiro de 2014
Mais uma interpretação muito boa de Leonardo di Caprio. Uma realização também bem conseguida e um aproveitamento de uma história sempre atual de ânsia de dinheiro.

O filme abusa de sexo ,drogas e linguagem adequada a este tipo de ambiente,mas tecnicamente está bem feito e a escolha de atores é perfeita.

Jordan ,um homem cheio de qualidades, engolido pelo mundo alucinante da corrupção e da ambição sem escrú filme ,que desmontado ,pode fazer refletir sobre onde podem levar os maus ambientes e a falta de valores e de ética.
Alipio F.
Alipio F.

9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de janeiro de 2014
Filmaço. Scorsese melhor do que nunca e Leonardo Di Caprio, numa atuação visceral. Por causa da longa duração, tomei café antes e me armei de chicletes para aguentar. Ledo engano. Você nem percebe o tempo passar. E quando o ritmo cai, no momento da punição, é tao no final que já nem fará diferença a sensacional experiência que se tem até ali.
Lucas S. Lima
Lucas S. Lima

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de janeiro de 2014
Você tem vários bons motivos para assistir O Lobo de Wall Street e sair do cinema com a sensação de que valeu a pena pagar por aquele programa. O primeiro é que esse é um filme de Martin Scorsese, só isso já é suficiente para deixar qualquer outro filme pra depois; segundo porque o elenco está afiadíssimo e em ótima sintonia, até aqueles sem muita importância; e terceiro, o filme é divertidíssimo.

O filme conta a história de Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) que, por seis meses, trabalhou duro em uma corretora de Wall Street, seguindo os ensinamentos de seu mentor Mark Hanna (Matthew McConaughey). Quando finalmente consegue ser contratado como corretor da firma, acontece o Black Monday, que faz com que as bolsas de vários países caiam repentinamente. Sem emprego e bastante ambicioso, ele acaba trabalhando para uma empresa de fundo de quintal que lida com papéis de baixo valor, que não estão na bolsa de valores. É lá que Belfort tem a idéia de montar uma empresa focada neste tipo de negócio, cujas vendas são de valores mais baixos mas, em compensação, o retorno para o corretor é bem mais vantajoso. Ao lado de Donnie (Jonah Hill) e outros amigos dos velhos tempos, ele cria a Stratton Oakmont, uma empresa que faz com que todos enriqueçam rapidamente e, também, levem uma vida dedicada ao prazer.

Durante a projeção não será coincidência você lembrar de outro filme de Martin Scorsese, o clássico Os Bons Companheiros (Goodfellas, 1990), já que este novo trabalho do diretor adota, praticamente, a mesma estrutura (e, eu diria sem medo, que muitos fatos são muito parecidos). Os acontecimentos do filme são todos narrados pelo personagem Jordan Belfort (DiCaprio; completamente entregue ao papel e claramente se divertindo), mas sem que isso estrague a experiência do expectador, muito pelo contrário, acaba sendo um dos seus grandes méritos. Um exemplo disso está na cena em que Belfort olha diretamente pra câmera e tenta explicar um golpe para o expectador, imediatamente se interrompendo quando, basicamente, diz: “Vocês na estão entendendo nada, né?! Nem precisa, Isso quer dizer que vamos ganhar muito dinheiro.”

Aliás, o maior objetivo de Belfort e seus bons companheiros é claramente conseguir muito dinheiro para poder comprar a “vida dos sonhos”, que seria com direito a muitas mulheres (as que quiserem, e quantas quiserem), grandes mansões, iates, viagens e tudo isso regado a muitas drogas e bebidas. Claro que essas últimas não são nem um pouco recomendadas, e isso o filme deixa muito claro.

Falando nisso, O Lobo de Wall Street, recebeu críticas pesadas de parte da imprensa internacional, que se apóia no fato da palavra “fuck” ser proferida diversas vezes, e pelo filme não criticar de forma mais veemente o estilo de vida desregrada daqueles senhores. O que eu discordo e acho, no mínimo, equivocada.

Com uma bela fotografia levemente saturada, e tomada por uma paleta em que se destacam o dourado e o branco, o que traz certa vivacidade ao filme e uma clara referência ao poderio financeiro dos personagens. E uma trilha sonora apropriada, regada a muito rock n’ roll e uma pitada de jazz.

Vale destacar, também, o ótimo desempenho de Jonah Hill (Donnie), que faz o principal parceiro de Belfort (DiCaprio), com muita desenvoltura, e com direito a um notável trabalho de voz, estando presente nas cenas mais engraçadas do filme. E a pequena participação do excelente Matthew McConaughey, como Mark Hanna; que divide com DiCaprio uma cena com grande destaque cômico, durante um almoço.

Portanto, não perca tempo, corra pro cinema, se divirta e (porque não?) sonhe. Porque esse filme é um prato cheio pra quem é fã de Scorsese e gosta de embarcar em uma ótima história.
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